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‣ As violências e os acidentes como problemas de saúde pública no Brasil : marco das políticas públicas e a evolução da morbilidade durante os 20 anos do Sistema Único de Saúde

Duarte, Elisabeth Carmen; Monteiro, Rosane Aparecida; Mascarenhas, Márcio Dênis Medeiros; Silva, Marta Maria Alves da
Fonte: Ministerio da Saúde - FS Publicador: Ministerio da Saúde - FS
Tipo: Parte de Livro
Português
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Introdução: Os acidentes e violências representam um sério problema de saúde pública no Brasil, o que impõe desafios importantes ao Sistema Único de Saúde (SUS). Objetivo: Descrever a magnitude e as tendências da morbidade hospitalar e mortalidade por acidentes e violências no Brasil e descrever as principais respostas institucionais para o enfrentamento do problema das causas externas no Brasil, analisando o contexto do SUS e de políticas intra e intersetoriais selecionadas. Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo da situação e tendências da mortalidade e morbidade hospitalar por causas externas (acidentes e violências), em anos recentes, análise documental e revisão da literatura pertinente. Os indicadores estudados foram estimados a partir de dados secundários originados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde (SIH/SUS) e dados populacionais do IBGE. A análise da situação das internações e mortalidade por causas externas no Brasil aponta um cenário ainda dramático. As quedas e os acidentes de transporte terrestre (ATT) são as principais causas de internações. Altas taxas de mortalidade são atribuídas a acidentes de transporte e homicídios. No entanto...

‣ Problemas que dificultam a implementação do planejamento de saúde

Tinôco,Aldo da Fonseca
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1980 Português
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São relacionados alguns problemas que dificultam a atividade de planejadores e administradores de sistemas de serviços de saúde quando se propõem a desenvolver ações planejadas no campo da saúde pública. Entre estes destacam-se aqueles que se referem à eleição de técnica, fixação de prioridades, organização e integração de serviços, informação estatística e decisão política.

‣ Práticas das enfermeiras e políticas de saúde pública em Campinas, São Paulo, Brasil

Silva,Eliete Maria; Nozawa,Márcia Regina; Silva,José Carlos; Carmona,Silvia A. M. L. D.
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2001 Português
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Desde a década de 70 o sistema de saúde vem se transformando com a redemocratização do Estado Brasileiro. O SUS representou um importante passo para o fortalecimento dos sistemas de administração locais e regionais. Tal situação tem contribuído para o aumento do controle local e para as mudanças no processo de trabalho. Este estudo considera essas mudanças no sistema local de saúde em Campinas, São Paulo, e analisa, quantitativa e qualitativamente, as práticas de 233 enfermeiras da rede municipal em relação às políticas de saúde locais. Cerca de 58% trabalham em serviços locais e 42% em serviços especializados, em níveis distritais e central de administração. Os serviços de enfermagem organizam-se em seis áreas principais: administração, coordenação de recursos humanos, educação de pessoal, informática, administração em saúde e vigilância em saúde. A intervenção das enfermeiras tem se dirigido às diversas áreas, mas continua centrada nas consultas médicas, com pequena ênfase em atividades coletivas e de promoção à saúde. Concluímos que novas práticas de promoção à saúde coletiva precisam ser fomentadas de acordo com os objetivos de desenvolvimento da saúde em âmbito local.

‣ Ectoparasitoses e saúde pública no Brasil: desafios para controle

Heukelbach,Jörg; Oliveira,Fabíola Araújo Sales de; Feldmeier,Hermann
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2003 Português
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Doenças ectoparasitárias como a escabiose, a pediculose, a tungíase e a larva migrans cutânea são hiperendêmicas em inúmeras comunidades carentes no Brasil, e não raramente associadas à severidade considerável. Entretanto, programas que priorizem o controle de ectoparasitas não existem em nível de saúde pública no país. Como conseqüência da alta contagiosidade, de manejo inadequado, de negligência tanto da população como dos profissionais de saúde e/ou da presença de reservatórios animais, além de ciclos de vida complexos, o controle efetivo das ectoparasitoses é um desafio para a saúde pública. Aqui discutimos possíveis medidas de intervenção para o controle de doenças ectoparasitárias em comunidades afetadas, baseadas em tratamento em massa, educação em saúde e, caso se aplique, na erradicação dos reservatórios animais.

‣ A rede de comércio popular de drogas psicoativas na cidade de Diadema e o seu interesse para a Saúde Pública

Soares Neto,Julino A. R.; Galduróz,José Carlos F.; Rodrigues,Eliana
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 Português
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O comércio popular de drogas vegetais sem garantia de qualidade implica risco sanitário. O presente estudo faz uma análise da rede de comércio popular de drogas vegetais psicoativas (DVPs) na cidade de Diadema e os riscos associados ao seu consumo. São apresentados dados parciais de um projeto realizado em colaboração com outras áreas de investigação. Métodos da etnofarmacologia, tais como entrevistas informais, semiestruturadas e observação participante foram utilizados para a realização do trabalho de campo, durante o qual selecionaram-se quatro comerciantes, a fim de registrar a obtenção, manipulação, acondicionamento e uso das DVPs comercializadas (nomes populares, receitas, partes utilizadas, contraindicações e doses). Foram registradas 63 DVPs distintas, e posteriormente categorizadas de acordo com suas possíveis ações psicoativas, predominando as estimulantes (67%) e depressoras (27%). Observaram-se deficiências na manipulação e acondicionamento das drogas por parte dos comerciantes, expondo seus clientes a possíveis riscos à saúde. Os resultados obtidos nesse estudo possibilitaram observar prioridades de adequação na comercialização de drogas vegetais no comércio popular a fim de resguardar a saúde de seus usuários...

‣ Sobre a presença das ciências sociais e humanas na saúde pública

Canesqui,Ana Maria
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 Português
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Este artigo aborda resumidamente o desenvolvimento das ciências sociais e humanas em saúde no ensino e na pesquisa no Brasil, desde sua implantação na década de 1960 até o momento, destacando suas especificidades nos diferentes níveis de ensino e nos temas pesquisados e instituições acadêmicas onde foram implantados. Aborda algumas questões que permeiam o debate atual, dentre elas os critérios de produtividade acadêmica como critério de avaliação e demandas específicas daquelas ciências, a importância da interdisciplinaridade e os requisitos dos perfis dos profissionais para adaptar-se a esse tipo de interlocução na Saúde Pública/Saúde Coletiva.

‣ Transexualidade e saúde pública no Brasil

Arán,Márcia; Murta,Daniela; Lionço,Tatiana
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 Português
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O artigo tem como objetivo discutir a transexualidade no contexto das políticas de saúde pública no Brasil. Para isto, num primeiro momento, problematiza-se a necessidade do diagnóstico de transtorno de identidade de gênero como condição de acesso ao tratamento na rede pública, buscando compreender de que forma se deu historicamente a patologização da transexualidade. Em seguida, analisa-se o debate sobre as políticas de saúde para transexuais, considerando o processo de legalização da cirurgia de transgenitalização no país, as resoluções do Conselho Federal de Medicina e os fóruns que se constituíram com representantes do Ministério da Saúde, profissionais da área e representantes do movimento social. Finalmente, tendo como referência trabalhos que se destacaram pela crítica à patologização da transexualidade nas áreas da saúde coletiva e das ciências sociais, pretende-se destacar a importância de compreendermos a diversidade de formas de subjetivação e de construção de gênero na transexualidade. Discute-se a questão da autonomia dos transexuais e sugerem-se políticas públicas que, embora sigam um protocolo de assistência, não tenham como única referência terapêutica a realização do diagnóstico e a cirurgia de transgenitalização.

‣ Promoção da Saúde

Brasil, Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca; Sousa, Fabiana Melo; Pivetta, Fátima; Galvão, Gíssia; Reis, Inês; Zancan, Lenira; Porto, Marcelo Firpo de Souza; Tavares, Maria de Fátima Lobato; Malfei, Paulini; Roc
Fonte: Universidade Aberta do SUS Publicador: Universidade Aberta do SUS
Publicado em // Português
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Módulo que, sob ótica da Promoção da Saúde, aborda situações vivenciadas no consultório, na visita domiciliar, em reuniões de equipe, na escola, na rua, no Nasf, em fóruns e conselhos dentro e fora do sistema de saúde e que abordam problemas de saúde pública como a hipertensão e diabetes, obesidade, violência, tuberculose, acidentes, enchentes, remoções, lixo e contaminação de rios, entre outros.

‣ Boletim Epidemiológico Observações: Vol. 3 (2014), Número Especial 4, Saúde Ambiental

Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Fonte: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP Publicador: Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge, IP
Tipo: Anotação
Publicado em /12/2014 Português
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Ficha técnica: Diretor: Fernando de Almeida; Editores: Carlos Matias Dias, Elvira Silvestre; Conselho Editorial Científico: Carlos Matias Dias, Manuela Cano, Jorge Machado, Manuela Caniça, Peter Jordan, Sílvia Viegas, Cláudia Niza; Revisão científica: Manuela Cano, Saúde Ambiental; Maria Antónia Calhau, Alimentação e Nutrição; Carlos Matias Dias, Epidemiologia; Cristina Furtado, Doenças Infeciosas; Peter Jordan, Genética Humana; Periodicidade: trimestral.; Número Especial dedicado à Saúde Ambiental do Boletim Epidemiológico Observações. Observações é uma publicação científica trimestral do INSA, IP, que visa contribuir para o conhecimento da saúde da população, os fatores que a influenciam, a decisão e a intervenção em Saúde Pública, assim como a avaliação do seu impacte na população portuguesa. Através do acesso público e gratuito a resultados científicos gerados por atividades de observação em saúde, monitorização e vigilância epidemiológica, é dada especial atenção à disseminação rápida de informação relevante para a resposta a temas de relevo para a saúde da população portuguesa, tendo como principal alvo todos os profissionais, investigadores e decisores intervenientes na área da Saúde Pública em Portugal.

‣ Problemas que dificultam a implementação do planejamento de saúde; Health planning and the problems that make its implementation difficult

Tinôco, Aldo da Fonseca
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/1980 Português
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77.122637%
São relacionados alguns problemas que dificultam a atividade de planejadores e administradores de sistemas de serviços de saúde quando se propõem a desenvolver ações planejadas no campo da saúde pública. Entre estes destacam-se aqueles que se referem à eleição de técnica, fixação de prioridades, organização e integração de serviços, informação estatística e decisão política.; Some problems that handicap the activity of health administrators and planners when they try to develop planned activities in public health are listed. Among such problems those regarding choice of techniques, establishment of priorities, organization and integration of services, statistical information, and policy decisions stand out.

‣ Um olhar histórico sobre a questão regional e os serviços básicos de saúde no Estado de São Paulo; A historical overview of regional health planning and primary care services in the state of São Paulo

Mello, Guilherme Arantes; Ibañez, Nelson; Viana, Ana Luiza d'Ávila
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2011 Português
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Com notável vigor, nos últimos anos, o debate da saúde pública brasileira tem sedimentado a ideia de que a organização regional da atenção primária à saúde é um passo inicial obrigatório para a consecução dos princípios da universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Ideário que contrapõe em definitivo o peso histórico mobilizado pela descentralização como essência do processo de organização dos serviços nos estados, mas explicita a insuficiência do modelo burocrático de gestão e dos papéis clássicos das instâncias governamentais, com reflexo particular na aptidão gerencial das Secretarias de Estado da Saúde. Sendo assim, este artigo busca contribuir com uma visão histórica geral da trajetória, as concepções, as mudanças gerenciais e o papel da instância estadual na conformação da organização regional e dos serviços básicos de saúde no estado de São Paulo. Sob o referencial da história do discurso e balizado pela introdução do modelo dos centros de saúde distritais nos anos 1920 como origem mais remota do discurso contemporâneo da atenção básica, o texto se estrutura sobre a identificação de quatro fases dinâmicas, marcadas por reformas que alteram de modo incisivo a questão regional e dos serviços básicos no estado.; In recent years...

‣ A atuação dos psicólogos em unidades básicas de saúde na cidade de São Paulo; The practice of psychologists in primary care units in the city of São Paulo

Archanjo, Auryana Maria; Schraiber, Lilia Blima
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/2012 Português
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This paper describes the results of a study about the practice of psychologists in primary care units in the city of São Paulo, Southeastern Brazil. It was a qualitative research and 17 semi-structured interviews were performed with psychologists who work in those services. Collected data were analyzed through Theme-based Content Analysis, and the theoretical framework was Institutional Analysis, health work studies and the history of Psychology as a profession. Two connected points were focused: the social status changes that the regulation of the profession brought to Psychology in Brazil and the public mental health policies in the State and city of São Paulo from the 1970s onwards. Results revealed changes, tensions and contradictions between traditional clinical psychology and institutional clinical psychology and also revealed new challenges when psychologists started to work with clinical and sanitary practices, and had to accept political-institutional impositions.; Este artigo foi produzido com base em pesquisa qualitativa, cujo objetivo foi estudar a atuação do psicólogo em Unidades Básicas de Saúde (UBS). Foram realizadas 17 entrevistas semiestruturadas com psicólogas atuantes na atenção básica à saúde, pertencentes à Coordenadoria de Saúde da região oeste da cidade de São Paulo. A análise foi de conteúdo do tipo temática e tomou por referencial teórico-conceitual a produção em análise institucional...

‣ Determinantes sociais e económicos da Saúde Mental

Alves,Ana Alexandra Marinho; Rodrigues,Nuno Filipe Reis
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2010 Português
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O conceito de "saúde mental" é amplo, e nem sempre é fácil a sua definição, ou a identificação daquilo que a determina. No entanto, da mesma forma que a "saúde" não é apenas a ausência de doença, também a saúde mental é mais do que apenas a ausência de perturbação mental. Neste sentido, tem sido cada vez mais entendida como o produto de múltiplas e complexas interacções, que incluem factores biológicos, psicológicos e sociais. Neste artigo são revistos alguns dos determinantes sociais e económicos da saúde mental, nomeadamente factores como condições laborais e desemprego, educação, pobreza, condições de habitação, nível de urbanização, discriminação sexual e violência de género, experiências precoces e interacção familiar, exclusão social e estigma, cultura e acontecimentos de vida stressantes. Por fim, salienta-se também a importância do conhecimento dos determinantes sociais e económicos da saúde mental numa perspectiva de Saúde Pública, e a sua relevância para a redução da carga global de doença e a melhoria da saúde mental das populações.

‣ Os Tratados de Polícia, fundadores da moderna saúde pública (1707-1856)

Subtil,Carlos Lousada; Vieira,Margarida
Fonte: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem Publicador: Escola Superior de Enfermagem de Coimbra - Unidade de Investigação em Ciências da Saúde - Enfermagem
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/07/2012 Português
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A participação dos enfermeiros no movimento higienista é relativamente recente em relação aos momentos fundadores da moderna saúde pública, a que nos vamos referir. Para o enfermeiro de saúde pública contemporâneo é fundamental, no âmbito das suas atribuições e competências, analisar esses momentos à luz dum quadro conceptual que lhe permita esclarecer-se e estruturar a sua identidade profissional na construção do presente e no delinear do futuro. É objetivo deste trabalho fazer uma breve apresentação de alguns estudos sobre o tema e, sobretudo, analisar e discutir o «Tratado de Conservação da Saúde dos Povos», de Ribeiro Sanches (1756) e o «Tratado de Polícia Médica», de Freitas Soares (1818) que refletem os princípios da ciência de Polícia contidos na obra de Nicolas Delamare (1707), com recurso à metodologia de investigação histórica foucauniana. Aquelas obras ilustram bem a lenta passagem do modelo de governação corporativo para o estadualista, que se iniciou nos finais do Antigo Regime, e prosseguiu, com avanços e recuos, ao longo da monarquia constitucional inaugurada pela revolução de 1820.

‣ Práticas das enfermeiras e políticas de saúde pública em Campinas, São Paulo, Brasil

Silva,Eliete Maria; Nozawa,Márcia Regina; Silva,José Carlos; Carmona,Silvia A. M. L. D.
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2001 Português
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Desde a década de 70 o sistema de saúde vem se transformando com a redemocratização do Estado Brasileiro. O SUS representou um importante passo para o fortalecimento dos sistemas de administração locais e regionais. Tal situação tem contribuído para o aumento do controle local e para as mudanças no processo de trabalho. Este estudo considera essas mudanças no sistema local de saúde em Campinas, São Paulo, e analisa, quantitativa e qualitativamente, as práticas de 233 enfermeiras da rede municipal em relação às políticas de saúde locais. Cerca de 58% trabalham em serviços locais e 42% em serviços especializados, em níveis distritais e central de administração. Os serviços de enfermagem organizam-se em seis áreas principais: administração, coordenação de recursos humanos, educação de pessoal, informática, administração em saúde e vigilância em saúde. A intervenção das enfermeiras tem se dirigido às diversas áreas, mas continua centrada nas consultas médicas, com pequena ênfase em atividades coletivas e de promoção à saúde. Concluímos que novas práticas de promoção à saúde coletiva precisam ser fomentadas de acordo com os objetivos de desenvolvimento da saúde em âmbito local.

‣ Transexualidade e saúde pública no Brasil

Arán,Márcia; Murta,Daniela; Lionço,Tatiana
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2009 Português
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O artigo tem como objetivo discutir a transexualidade no contexto das políticas de saúde pública no Brasil. Para isto, num primeiro momento, problematiza-se a necessidade do diagnóstico de transtorno de identidade de gênero como condição de acesso ao tratamento na rede pública, buscando compreender de que forma se deu historicamente a patologização da transexualidade. Em seguida, analisa-se o debate sobre as políticas de saúde para transexuais, considerando o processo de legalização da cirurgia de transgenitalização no país, as resoluções do Conselho Federal de Medicina e os fóruns que se constituíram com representantes do Ministério da Saúde, profissionais da área e representantes do movimento social. Finalmente, tendo como referência trabalhos que se destacaram pela crítica à patologização da transexualidade nas áreas da saúde coletiva e das ciências sociais, pretende-se destacar a importância de compreendermos a diversidade de formas de subjetivação e de construção de gênero na transexualidade. Discute-se a questão da autonomia dos transexuais e sugerem-se políticas públicas que, embora sigam um protocolo de assistência, não tenham como única referência terapêutica a realização do diagnóstico e a cirurgia de transgenitalização.

‣ Problemas que dificultam a implementação do planejamento de saúde

Tinôco,Aldo da Fonseca
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1980 Português
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São relacionados alguns problemas que dificultam a atividade de planejadores e administradores de sistemas de serviços de saúde quando se propõem a desenvolver ações planejadas no campo da saúde pública. Entre estes destacam-se aqueles que se referem à eleição de técnica, fixação de prioridades, organização e integração de serviços, informação estatística e decisão política.

‣ Ectoparasitoses e saúde pública no Brasil: desafios para controle

Heukelbach,Jörg; Oliveira,Fabíola Araújo Sales de; Feldmeier,Hermann
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2003 Português
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Doenças ectoparasitárias como a escabiose, a pediculose, a tungíase e a larva migrans cutânea são hiperendêmicas em inúmeras comunidades carentes no Brasil, e não raramente associadas à severidade considerável. Entretanto, programas que priorizem o controle de ectoparasitas não existem em nível de saúde pública no país. Como conseqüência da alta contagiosidade, de manejo inadequado, de negligência tanto da população como dos profissionais de saúde e/ou da presença de reservatórios animais, além de ciclos de vida complexos, o controle efetivo das ectoparasitoses é um desafio para a saúde pública. Aqui discutimos possíveis medidas de intervenção para o controle de doenças ectoparasitárias em comunidades afetadas, baseadas em tratamento em massa, educação em saúde e, caso se aplique, na erradicação dos reservatórios animais.

‣ Práticas que integram a saúde mental à saúde pública: o apoio matricial e a interconsulta

Silveira,Elaine Rosner
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2012 Português
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Este artigo é um desdobramento da Tese de Doutorado defendida na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem como objetivo abordar a histórica dissociação entre a saúde mental e a saúde pública mais ampla bem como as práticas que propõem sua integração, examinando o contexto científico que produz esta dissociação bem como os documentos nacionais e internacionais na saúde que referem à necessidade de integração. Foram analisados a partir de Rose os documentos e entrevistas com profissionais da saúde sobre as práticas de Apoio Matricial e Interconsulta formuladas pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre (RS), que pretendem relacionar a saúde mental com a Atenção Primária à Saúde. Estes documentos e práticas da saúde propõem aos profissionais novas subjetivações. Enfatizam a interdisciplinaridade e a não hierarquização de serviços e saberes, e estão em consonância com a forma de organização social contemporânea, que propõe que se assumam decisões horizontais e democráticas, em vez de impostas por uma autoridade vertical típica dos modelos patriarcal e biomédico.

‣ Aplicativo para sistematizar informações no planejamento de ações de saúde pública

Tomasi,Elaine; Facchini,Luiz Augusto; Osorio,Alessander; Fassa,Anaclaudia Gastal
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 Português
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OBJETIVO: Apresentar e avaliar aplicativo para subsidiar gestores e equipes de saúde com informações de serviços que prestam atenção primária à população. MÉTODOS: Descrever o aplicativo PACOTAPS (Aplicativo para atenção primária em saúde) desenvolvido em linguagem Visual Basic 5.0, cujos módulos dados secundários e demanda ambulatorial foram testados em unidade básica de saúde de Pelotas, RS. Por meio dos dados secundários obteve-se a estrutura por idade e sexo da população de referência, e pela demanda ambulatorial foram caracterizados todos os atendimentos realizados durante um mês em duas unidades básicas de saúde pelo processamento das fichas de atendimento ambulatorial. RESULTADOS: Identificaram-se a distribuição etária e o sexo de todos os usuários atendidos nas unidades básicas de saúde e os principais diagnósticos e encaminhamentos. Foi possível detectar diferenças entre as unidades, tanto devidas a estruturas e modelos assistenciais diversos, quanto indicativas de necessidades concretas de melhorias nos sistemas de registro dos atendimentos. CONCLUSÕES: O PACOTAPS é um aplicativo de fácil operação, podendo contribuir para a avaliação da gestão de unidades básicas de saúde, no âmbito do Sistema Único de Saúde. Ao dispor dessa ferramenta eletrônica que conjugue esses recursos...