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‣ O efeito da família sobre o desempenho educacional da criança: uma análise do ensino fundamental brasileiro; Family effects on child's educational performance: an study of brazilian elementary school

Aquino, Juliana Maria de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 14/02/2008 Português
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68.966807%
Nos últimos anos a educação tem sido alvo de muitos estudos, o que provavelmente reflete a sua grande importância no contexto de uma nação. A análise da questão educacional geralmente abrange dois aspectos: o atendimento escolar e a qualidade do ensino. No que tange à inclusão escolar no Brasil, sabe-se que essa variável teve sucesso durante a última década, entretanto, com relação à qualidade de ensino o mesmo não pode ser dito. O objetivo desta pesquisa é analisar os determinantes do desempenho escolar das crianças brasileiras, tendo como foco principal a família. A abordagem do papel da família será realizada a partir de dois ensaios: análise do impacto da participação materna no mercado de trabalho sobre o desempenho educacional da criança e avaliação do papel exercido pela família em auxiliar a criança nas atividades escolares. O primeiro estudo utilizará os dados de duas sub-amostras da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), dos anos de 1986 a 1995 e de 2002 a 2006. Já na segunda abordagem, serão utilizados os dados do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (SAEB), do ano de 2005, nos quais será analisado o desempenho dos estudantes das quartas séries do ensino fundamental. Em geral...

‣ Impactos da nova lei de pisos salariais estaduais

Moura, Rodrigo Leandro de
Fonte: Fundação Getúlio Vargas Publicador: Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Dissertação
Português
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68.62354%
Em 2000, o governo federal xou uma lei que permitia as unidades federativas xarem pisos salariais acima do salário mínimo. Os estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul adotaram essa lei, a partir de 2001 representando uma oportunidade privile- giada de avaliação dos impactos do salário mínimo. A nova lei ao reajustar de maneira diferenciada entre estados e grupos pro ssionais oferece uma fonte de variabilidade po- tencialmente exógena para estimação dos seus impactos . Outra vantagem é isolar os efeitos de mudanças de um preço mínimo sobre a demanda de trabalho dos impactos scais exercidos pelo salário mínimo no contexto brasileiro. Inicialmente, testamos a efetividade da nova lei utilizando a Pesquisa Nacional de Amostras por Domicílio (PNAD) usamos duas metodologias complementares, a saber: i) logits (binário e multinomial) aplicados a PNADS de vários anos tomadas conjunta- mente a m de calcular a probabilidade de acumulação de massa abaixo, igual e acima dos pisos estaduais e do SM; ii) regressões de média e quantílicas para diferenças de salários antes e depois da aplicação da legislação estadual comparando um grupo de tratamento com um grupo de controle. Posteriormente, lançamos mão do aspecto lon- gitudinal da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) para aplicarmos em um contexto dinâmico...

‣ Evolução do desemprego no Brasil de 1995 a 2010 : análise dos governos FHC e Lula

Christo, Dirce Cristina de
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso Formato: application/pdf
Português
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69.01942%
O trabalho investiga a questão do desemprego no Brasil entre 1995 e 2010, período que compreende os governos de Fernando Henrique Cardoso (FHC) e de Luiz Inácio Lula da Silva. No Governo FHC, as taxas de desemprego foram ampliadas; no Governo Lula, apresentaram trajetória descendente. O objetivo deste trabalho é entender as causas da diferença na evolução desse índice nos dois governos. Para responder à questão, é feita uma abordagem inicial sobre a Pesquisa Mensal de Emprego, a qual fornece dados sobre o trabalho no Brasil, seguida de uma breve análise da evolução histórica do desemprego no País. Posteriormente, é feito um estudo sobre o Governo FHC, abordando a maneira como se deu a condução da política econômica no período e seus impactos sobre o nível de emprego. Por fim, o Governo Lula é analisado, e é feita a identificação de quais foram as diferenças em relação ao governo anterior, nos campos econômico e social, que se traduziram na redução do desemprego observada no período.; The paper investigates the issue of unemployment in Brazil between 1995 and 2010, a period that includes the administrations of Fernando Henrique Cardoso (FHC) and Luiz Inácio Lula da Silva. In the FHC administration unemployment rates were extended...

‣ O conhecimento paga bem? Habilidades cognitivas e rendimentos do trabalho no Brasil (e no Chile)

Soares, Sergei Suarez Dillon
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
Português
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Economia e Administração, Programa de Pós-Graduação em Economia, 2011.; Esta tese investiga em que medida as habilidades cognitivas são responsáveis pelo conteúdo econômico da educação no Brasil. A inexistência de conjuntos de dados com informações sobre cognição e rendimentos para os mesmos indivíduos tem inviabilizado este esforço no Brasil até hoje. Para lidar com esta dificuldade, seguiram-se três abordagens. A primeira é a investigação desta relação no Chile, um país que conta com os dados adequados em uma única pesquisa e no qual a relação entre escolaridade e rendimentos se assemelha muito ao que se verifica no Brasil. Os principais resultados são que as habilidades cognitivas explicam boa parte dos modestos rendimentos à educação básica, mas pouco dos elevados rendimentos à educação superior. A segunda abordagem é parear dados individuais do Censo Demográfico de migrantes jovens para a Região Metropolitana de São Paulo com notas médias do Exame Nacional de Cursos (ENEM) e Provão dos municípios onde estes migrantes residiam cinco anos antes. Os principais resultados são que as habilidades cognitivas explicam metade ou mais dos rendimentos ao ensino básico...

‣ O mercado de trabalho brasileiro é segmentado? Alterações no perfil da informalidade e nos diferenciais de salários nas décadas de 1980 e 1990

Curi,Andréa Zaitune; Menezes-Filho,Naércio Aquino
Fonte: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE Publicador: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 Português
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77.91038%
Neste artigo examinamos o comportamento do mercado de trabalho formal e informal no Brasil nas últimas duas décadas, utilizando dados longitudinais da Pesquisa Mensal de Emprego para 6 regiões metropolitanas no Brasil. Os resultados mostram que a redução da formalidade no Brasil decorreu, principalmente, do aumento das transições do setor formal para o informal e devido à redução da taxa de saída do desemprego para o setor formal, que ocorreu principalmente entre os mais escolarizados vivendo na região metropolitana de São Paulo e que estavam desempregados há mais de três meses. Além disto, os resultados mostram que a rotatividade entre o setor informal e formal é bastante elevada e que a probabilidade de saída do desemprego ou do setor informal diminui com o tempo de permanência na situação inicial. O diferencial de salários entre o setor formal e o informal, após o controle pelas características não-observáveis dos trabalhadores, era de apenas 10% na década de 1980 e declinou para cerca de 5% na década de 1990. Isto indica que a segmentação no mercado de trabalho brasileiro é muito baixa, o que o aproxima de um mercado competitivo.

‣ O efeito trabalhador adicional para filhos no Brasil

Oliveira,Elzira Lúcia de; Rios-Neto,Eduardo Gonçalves; Oliveira,Ana Maria Hermeto Camilo de
Fonte: Associação Brasileira de Estudos Populacionais Publicador: Associação Brasileira de Estudos Populacionais
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 Português
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77.90929%
O objetivo deste trabalho é testar a hipótese da existência do efeito trabalhador adicional para filhos no Brasil, procurando identificar se a situação de desemprego do chefe de família fará com que algum membro da família, cuja condição seja filho, transite para a População Economicamente Ativa - PEA. A base de dados utilizada foi a Pesquisa Mensal de Emprego - PME realizada pelo IBGE, que permite a construção de painéis para análise longitudinal de dados. A hipótese foi testada para pelo menos um filho com idade de 10 a 18 anos, entre 2002 e 2013, para as regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, que compõem a área de abrangência da PME. Este trabalho admite a existência de diferencial por sexo do chefe para o efeito trabalhador adicional de filhos de 10 a 18 anos. Os resultados mostraram haver um efeito positivo maior para chefes homens do que para chefes mulheres, sendo que a variável de transição do filho para a atividade não apresentou significância estatística que permitisse assumir a existência do efeito. Corroborou-se a hipótese da existência de diferencial por sexo, contudo no sentido oposto ao da hipótese assumida.

‣ Mobilidade entre estados de pobreza e inserção no mercado de trabalho: uma análise para o Brasil metropolitano em 2004

Machado,Ana Flávia; Ribas,Rafael Perez; Penido,Mariângela
Fonte: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 Português
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77.91227%
A relação entre dinâmica da pobreza e inserção no mercado de trabalho compreende questões como o que direciona certos grupos pobres a escaparem desta condição e o que induz outros grupos a entrarem na po-breza. Buscando analisar essas questões, o objetivo geral deste artigo é investigar a relação entre mobilidade entre estados de pobreza e forma de inserção no mercado de trabalho no Brasil metropolitano em 2004. Para o acompanhamento longitudinal dos indivíduos na amostra, a fim de captar a mobilidade, foi utilizada a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) 2004 como fonte dos dados. O modelo de mobilidade, ou de transição na pobreza, é baseado em uma matriz de Markov, utilizando como estratégia para estimação um modelo probit com seleção amostral. A partir da observação do processo de mobilidade nesse modelo, foram calculadas taxas de permanência e de transição para a pobreza, assim como outras medidas de mobilidade, para cada grupo de condição ocupacional. Os resultados evidenciam a relevância da inserção ocupacional para permanência em estados de não-pobreza e transições para fora da pobreza.

‣ A evolução da informalidade no Brasil metropolitano: 1991-2001; Texto para Discussão (TD) 914: A evolução da informalidade no Brasil metropolitano: 1991-2001; The informality evolution in metropolitan Brazil: 1991-2001

Ramos, Lauro
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
Português
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68.59522%
Este trabalho procura investigar uma das características marcantes do funcionamento do mercado de trabalho metropolitano brasileiro na década de 1990, que foi o crescimento da informalidade das relações de trabalho. Com base nos dados mensais da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, investiga-se a possível ligação entre este crescimento da informalidade e as mudanças na composição setorial do emprego, sumariadas por dois setores emblemáticos: indústria de transformação, que encolheu no período, e o segmento de serviços, que cresceu significativamente. Os resultados mostram que, embora não tão trivial quanto algumas vezes imaginada, a associação entre informalidade e composição setorial do emprego existe. Mais que isso, o comportamento recente desta última permite conjecturar que a trajetória de expansão da informalidade estaria por ser encerrada.; 10 p. : il.

‣ Labor market regulations and the demand for labor in Brazil; Discussion Paper 84 : Labor market regulations and the demand for labor in Brazil; Regulamentação do mercado de trabalho e a procura por trabalho no Brasil

Barros, Ricardo Paes de; Corseuil, Carlos Henrique; Gonzaga, Gustavo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Discussion Paper
Português
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69.08872%
O objetivo principal deste artigo é avaliar o impacto das mudanças na regulação do mercado de trabalho, implementadas com a Constituição de 1988, sobre o nível de emprego e a velocidade do ajuste do emprego a flutuações econômicas. Entre os vários aspectos da regulação do mercado de trabalho, nossa análise prioriza aqueles relacionados aos custos variáveis do trabalho e custos de demissão. A avaliação dos impactos da variação destes custos sobre as variáveis mencionadas será baseada em estimativas de um modelo dinâmico de caráter estrutural da demanda por trabalho em vários períodos, anteriores e posteriores à mudança constitucional de 1988. A estratégia empírica consiste em estimar o modelo por intermédio de dados microlongitudinais de periodicidade mensal. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, que reportam informações sobre cerca de 5 mil estabelecimentos industriais. Nossa análise compreenderá o período de janeiro de 1985 a dezembro de 1997. Os resultados não mostram nenhuma evidência de que os parâmetros da demanda por trabalho tenham tido seus valores alterados por volta de 1988. Estes resultados continuam válidos mesmo quando se considera a influência de fatores macroeconômicos sobre a evolução mensal dos parâmetros estimados.

‣ A desigualdade no desemprego no Brasil metropolitano; Comunicado da Presidência 29 : A desigualdade no desemprego no Brasil metropolitano

Matijascic, Milko; Dias, Guilherme; Castro, Daniel; Portari, Douglas; Santos, James Richard; Goveia, Luana; Landin, Tarcila; Maciel, Vinicius; Jacob, André; Prado, Daniel; Ferreira, Vinicius
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Comunicados do Ipea
Português
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68.799663%
O mercado de trabalho se constitui dependente do funcionamento mais geral da economia nacional, o que torna sem razão, na maior parte das vezes, a responsabilização da oferta de mão-de-obra pelo desemprego. Por manter estreita relação com a dinâmica da produção e a organização do emprego (padrão tecnológico e relação de trabalho), a existência de excedentes da mão-de-obra termina sendo diretamente fruto tanto do ritmo de expansão da economia como do grau de distribuição de renda capaz de levar à inatividade remunerada parcela da população com menor produtividade (crianças, doentes, idosos entre outros segmentos identificados pelas políticas públicas como portadores de menor capacidade laboral). Assim, o compromisso político em torno do objetivo do pleno emprego, aliado aos esforços de melhor repartição da renda nacional, especialmente para os segmentos populacionais mais vulneráveis, constituem as principais referências de enfrentamento da condição de pobreza. Ela existe – em maior ou menor dimensão – quando a capacidade de gerar emprego pela economia mostra-se insuficiente para absorver a todos os trabalhadores, assim como as políticas de proteção social e trabalhista não se mostram efetivas e eficazes para todos. Além da relação entre desemprego e pobreza...

‣ Efeitos da população economicamente ativa sobre a taxa de desemprego; Effects of the economically active population on the unemployment rate

Lameiras, Maria Andréia Parente
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Carta de Conjuntura - Artigos
Português
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78.10241%
Por definição, um recuo na taxa de desemprego só é possível se o crescimento da população ocupada se dá em ritmo superior ao observado na população economicamente ativa (PEA). Em outras palavras, a queda contínua da taxa de desemprego medido pela PME na última década implica dizer que a geração de novas vagas, nas regiões metropolitanas brasileiras, na economia vem sendo suficientemente grande para não só abarcar os novos entrantes na força de trabalho como, também, permitir a recolocação de um contingente de pessoas até então desempregadas. Por outro lado, tanto o ritmo de expansão da ocupação quanto a velocidade de crescimento da PEA guardam estreita relação com fatores demográficos (crescimento populacional) e com a situação econômica do país (desalento). Esta nota analisa o comportamento da PEA nos últimos anos, tentando identificar de que forma esta vem contribuindo para a manutenção da taxa de desemprego em patamar historicamente baixo.; p. 107-114 : il.

‣ Padrões espacial e setorial da evolução da informalidade no período 1991-2005

Ramos, Lauro; Ferreira, Valéria
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
Português
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68.532876%
O objetivo deste artigo é examinar a evolução da informalidade no mercado de trabalho brasileiro no período pós-abertura comercial, destacando suas dimensões espacial e setorial. A utilização das informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) permite identificar uma clara dicotomia entre o ocorrido nas regiões metropolitanas (RMs) – em particular as cobertas pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), nas quais a informalidade cresceu muito – e no restante do país, onde a informalidade diminuiu. A combinação desses dois padrões resultou em uma leve redução do grau de informalidade em plano nacional nos anos extremos, com poucas oscilações ao longo do período. Outro resultado interessante é que o propalado papel da mudança de estrutura ocupacional, ditado pelo processo de terceirização de várias atividades da indústria, não foi o único fator importante para explicar o aumento da informalidade metropolitana. Na verdade, o expressivo aumento da informalidade dentro do próprio segmento industrial aponta para a disseminação de uma “cultura da informalidade” no meio metropolitano, que seria o principal responsável para a explicação daquele aumento. Por fim, a indústria também é ilustrativa das diferenças na evolução da informalidade...

‣ Inflation and unemployment as determinants of inequality in Brazil: the 1980s; Texto para Discussão (TD) 298: Inflation and unemployment as determinants of inequality in Brazil: the 1980s; Inflação e desemprego como determinantes da desigualdade no Brasil: a década de 1980

Cardoso, Eliana; Barros, Ricardo; Urani, André
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
Português
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78.10074%
O texto analisa o impacto do desemprego e da inflação nos índices de desigualdade brasileiros da década de 80. Os dados utilizados são provenientes da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE, relacionando a distribuição de renda das seis maiores áreas metropolitanas no Brasil. Examina a relação entre a desigualdade de renda oriunda de trabalho e três variáveis: a taxa de inflação, o índice de desemprego e os diferenciais de renda vinculados ao grau de instrução. Os resultados obtidos sustentam a hipótese de que o desemprego aumenta o índice de desigualdade, enquanto a inflação afeta principalmente a classe média.; 29 p. : il.

‣ Mudanças na relação entre a PME e a PED com a nova metodologia da PME

Reis, Maurício Cortez
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
Português
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68.52003%
Apresenta uma análise descritiva dos comportamentos da PEA, dos totais de ocupados e desocupados e da taxa de desemprego na PME e na PED. Essa análise procura enfatizar as diferenças nas relações entre as duas pesquisas antes e depois da mudança metodológica da PME. Para isso, são apresentadas as correlações entre a PME e a PED para as trajetórias dessas quatro variáveis ao longo do tempo. Em seguida, a partir da extração das tendências de longo prazo, são analisadas as relações entre os comportamentos cíclicos de cada uma das séries na PME e na PED.; p. 43-48 : il.

‣ Impacto da crise no mercado de trabalho da indústria de transformação : uma análise das horas trabalhadas e do emprego

Ávila, Marcelo de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
Português
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68.964272%
Este artigo analisa os efeitos da crise no mercado de trabalho da indústria de transformação. Aborda o impacto da crise na economia brasileira, assim como na produção da indústria de transformação. Sintetiza como o mercado de trabalho da indústria de transformação adequou-se à crise. Para tanto foram utilizados dados de horas trabalhadas e emprego do setor, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em pesquisa de periodicidade mensal chamada Indicadores Industriais; a produção física e os dados de Produto Interno Bruto (PIB), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisas mensais na Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física (PIM-PF); e trimestrais, de Contas Nacionais.; p. 19-25 : il.

‣ A Evolução da demanda por trabalho na indústria brasileira : evidências de dados por estabelecimento : 1985/97

Barros, Ricardo Paes de; Corseui, Carlos Henrique; Gonzaga, Gustavo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
Português
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69.41637%
Neste artigo, usamos, em caráter pioneiro, os dados microeconômicos da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE para estimar os parâmetros da curva de demanda por trabalho no setor industrial brasileiro. Os dois principais parâmetros de interesse do estudo são a elasticidade emprego salário e a velocidade de ajustamento do emprego. A técnica utilizada consiste em construir painéis curtos de informações longitudinais das diversas empresas da amostra da PIM, de forma a analisar a evolução temporal dos parâmetros da demanda por trabalho no setor industrial brasileiro em todos os meses do período junho de 1986 a dezembro de 1997. Os valores estimados para a elasticidade emprego-salário variam de acordo com a especificação utilizada. Nas equações estimadas com a variável emprego, os valores se situam entre 0 e 0,3. No caso do número de horas pagas, os valores das elasticidades variam bem mais e são bem mais altos (em valor absoluto), principalmente a partir de meados da década de 90 (após o Plano Real), quando se aproximam de- 1. Já as estimativas dos parâmetros de velocidade de ajustamento apresentam valores tipicamente ao redor de 0,5 ao longo de todo o período, o que indica um ajuste bastante rápido do nível de emprego e do total de horas pagas no nível da firma no Brasil.; p. 187-211 : il.

‣ Permanência na precariedade e no trabalho decente : um modelo multiestado para as transições segundo a qualidade da ocupação para o Brasil metropolitano (2003-2007)

Guimarães, Raquel Rangel de Meireles; Fígoli, Moema Gonçalves Bueno; Oliveira, Ana Maria Hermeto Camilo de
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
Português
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78.10074%
Neste estudo, avalia-se em que medida as políticas econômicas e sociais favoráveis implementadas no Brasil implicaram redução do tempo de permanência dos trabalhadores em postos de trabalho precários nas regiões metropolitanas (RMs) de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre. Para tanto, utilizam-se os microdados da Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (PME/IBGE) dos anos de 2003 a 2007 e a metodologia das tábuas de vida multiestado.; p. 35-41 : il.

‣ O mercado de trabalho brasileiro é segmentado? Alterações no perfil da informalidade e nos diferenciais de salários nas décadas de 1980 e 1990

Curi, Andréa Zaitune; Menezes-Filho, Naércio Aquino
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2006 Português
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77.911367%
In this paper we examine the determinants of the mobility of Brazilian workers from the formal sector to informality, self-employment and unemployment, using longitudinal data from Monthly household surveys for 6 metropolitan regions. The results show that the reduction in formality was due to an increase in the transitions from the formal to the informal sector and to a decline in the exits from unemployment to the formal sector. Moreover, sector turn-over in Brazil is quite high and the transitions from unemployment and from the informal sector are time dependent. Finally, the wage differentials between workers in the formal and in the informal sector, after controlling for workers fixed effects was 10% in the 1980s and declined to about 5% in the 1990s, showing that the Brazilian labor market is close to competitive.; Neste artigo examinamos o comportamento do mercado de trabalho formal e informal no Brasil nas últimas duas décadas, utilizando dados longitudinais da Pesquisa Mensal de Emprego para 6 regiões metropolitanas no Brasil. Os resultados mostram que a redução da formalidade no Brasil decorreu, principalmente, do aumento das transições do setor formal para o informal e devido à redução da taxa de saída do desemprego para o setor formal...

‣ Duraçao do desemprego e transições para o emprego formal, a inatividade e a informalidade

Reis, Maurício; Aguas, Marina
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de RP Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de RP
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/03/2014 Português
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69.26286%
Long unemployment spells may affect the probability of an unemployed get a job, as well as may be related to transitions out of the labor force. Using data from the PME (Pesquisa Mensal de Emprego) covering the period between 2006 and 2013, we estimated duration models that consider transitions from unemployment to different destinations: i) formal employment, ii) informal employment, and iii) inactivity. According to evidence, individual characteristics usually have heterogeneous effects across the types of transition. The results also show that unemployment duration increases the probability of exit from unemployment to employment (formal or informal) and from unemployment to inactivity.; Longos períodos de desemprego podem influenciar a probabilidade de o indivíduo encontrar um emprego, assim como podem ter efeitos sobre a decisão desse indivíduo sair do mercado de trabalho. Usando dados da PME (Pesquisa Mensal de Emprego) para o período entre 2006 e 2013, estimamos modelos de duração que consideram transições do desemprego para o emprego, que pode ser formal ou informal, e para a inatividade. De acordo com os resultados, uma determinada característica individual geralmente apresenta efeitos diferenciados dependendo do tipo de transição considerado. Os resultados mostram ainda que as probabilidades de transição para todos os estados analisados aumentam com o tempo de desemprego. Indivíduos há mais tempo no desemprego parecem mais propensos a transitar para um emprego formal ou informal...

‣ Grau de formalização, nível e qualidade do emprego no mercado de trabalho metropolitano do Brasil

Ramos, Lauro; Reis, José Guilherme Almeida
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
Português
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68.771157%
Apresenta análise desenvolvida em Ramos e Reis (1997), com vistas tanto à consideração de novos elementos relacionados com a mudança da composição do emprego e no perfil dos trabalhadores por conta própria quanto no que tange à uma breve avaliação das diferenças no comportamento de indicadores do desempenho do mercado de trabalho ao longo das regiões metropolitanas constantes da Pesquisa Mensal do Emprego (PME).; p. 1-9 : il.