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‣ A Técnica Q - como instrumento de medida na área da educação em saúde

Balduino,Maria Aparecida; Lessa,Zenaide Lázara
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/1986 Português
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77.173545%
Foi elaborado um instrumento de medida baseado na Técnica Q de W. Stephenson, cujas operações exigidas são semelhantes às primeiras etapas de construção de uma Escala Thurstone, pelo método de intervalos aparentemente iguais. Utilizando-se desse instrumento, foi realizado estudo sobre a "Percepção da Função do Educador de Saúde Pública, na Equipe de Saúde", desenvolvido em duas fases: a primeira, compreendendo a construção do Instrumento, propriamente dito, e a segunda, a execução de uma pesquisa exploratória fazendo uso do referido instrumento. São descritos todos os passos da primeira fase, que compreende: a coleta de informações sobre as atribuições da função do educador de saúde pública; listagem das mesmas, convertendo-as em afirmações transcritas em cartões: seleção de uma amostra de 70 cartões, por um corpo de juizes altamente especializado; tabulação dos dados obtidos e a definição do instrumento definitivo. Para preencher os requisitos de validade, a distribuição escalar deveria apresentar um certo equilíbrio entre as afirmações não pertinentes, intermediárias e pertinentes. Para a conveniência estatística e para garantir este equilíbrio, cada juiz foi instruído a colocar números variados de cartões em várias pilhas...

‣ Promoção da saúde ocular e prevenção precoce de problemas visuais nos serviços de saúde pública

Sperandio,Ana Maria Girotti
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 Português
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77.19215%
OBJETIVO: Verificar o conhecimento, atitudes e práticas em relação às ações básicas de saúde ocular de pediatras e enfermeiros de serviços de saúde pública. MÉTODO: A população estudada constituiu-se de pediatras e enfermeiros que trabalhavam nos centros de saúde do Município de Campinas, SP - Brasil, e atuavam com crianças de 0 a 12 anos de idade. As informações sobre conhecimento, atitudes e práticas foram colhidas através de questionários (para os pediatras) e de formulários (para os enfermeiros). RESULTADOS: A execução das ações básicas de saúde ocular em crianças não fazia parte da rotina de atividades dos pediatras e enfermeiros, provavelmente devido ao pouco conhecimento dessas ações. Dos 61 pediatras, 82,0% (50) e 91,0% dos 22 enfermeiros não souberam referir a idade em que se completa o desenvolvimento visual. Em relação à ambliopia, 86,8% (53) dos pediatras e 100,0% dos enfermeiros não souberam defini-la. CONCLUSÕES: A promoção da saúde ocular e a prevenção precoce de problemas visuais em crianças não representava uma prática constante desses profissionais vinculados aos serviços de saúde pública. Recomenda-se que se realize treinamentos e educação continuada na área de saúde ocular durante e após a formação universitária desses profissionais.

‣ Promoção da saúde, epidemiologia social e capital social: inter-relações e perspectivas para a saúde pública

Souza,Elza Maria de; Grundy,Emily
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 Português
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77.21326%
A idéia de promover saúde antecede o uso explícito do termo. No entanto, a incorporação dessa idéia e da prática no campo da saúde pública foi influenciado especialmente pela reforma de saúde iniciada no Canadá, em 1974, a qual refletiu os anseios de muitos outros preocupados com influência do meio físico e social na saúde. Essa reforma serviu de base para o lançamento de várias conferências desencadeados pela Organização Mundial da Saúde, começando pela de Alma Ata em 1977, e seguida pela Conferência de Ottawa, da qual resultou o primeiro documento internacional em promoção de saúde: a Carta de Ottawa. Embora promoção da saúde esteja presente em uma grande e variada literatura, seu conceito ainda não é bem entendido e sua prática dificultada. Parece que a importância dessas conferências tem servido para não deixar fenecer a idéia de eqüidade em saúde, uma vez que os esforços para reduzir a distância entre retórica e prática continuam longe de ser alcançados. Entretanto, o crescimento da epidemiologia social associado ao conceito de capital social para saúde podem complementar os preceitos da epidemiologia tradicional e, conseqüentemente, contribuir para a efetivação do modelo estruturalista para a promoção da saúde. O propósito desse artigo é elucidar esses conceitos e descrever o papel que eles desempenham no campo da saúde pública a fim de estimular debates futuros.

‣ A finitude humana e a saúde pública

Rego,Sergio; Palácios,Marisa
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 Português
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77.15862%
A morte é uma questão implícita na prática e na formação dos profissionais da saúde. Há, todavia, uma tendência dos profissionais de saúde de restringir sua discussão aos aspectos meramente técnicos, seja na assistência à saúde, seja nas ações de saúde pública. Este artigo analisa a importância da adoção do cuidado de qualidade no fim de vida como norteador das práticas assistenciais e a necessidade de que o campo da Saúde Pública tome esses cuidados como objeto de reflexão e de pesquisas. Por fim, aponta-se para aspectos relevantes para a formação de profissionais de saúde para que sejam respeitadores das diferenças e comprometidos com o diálogo.

‣ A utilização da metododologia do discurso do sujeito coletivo na avaliação qualitativa dos cursos de especialização "Capacitação e Desenvolvimento de Recursos Humanos em Saúde-CADRHU", São Paulo - 2002

Lefevre,Ana Maria Cavalcanti; Crestana,Maria Fazanelli; Cornetta,Vitória Kedy
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 Português
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77.15862%
O presente artigo traz uma avaliação da satisfação dos alunos dos cursos de especialização "Capacitação e Desenvolvimento de Recursos Humanos em Saúde- CADRHU-2002", que foram oferecidos pelo convênio firmado entre a Secretaria de Estado da Saúde e Faculdade de Saúde Pública/USP. Para tanto utiliza a técnica do Discurso do Sujeito Coletivo (Lefèvre e Lefèvre, 2000) que é uma metodologia de organização e tabulação de dados qualitativos de natureza verbal, obtidos de depoimentos. Consiste em apresentar os resultados sob a forma de um ou vários discursos-síntese, escritos na primeira pessoa do singular, expediente que visa expressar o pensamento de uma coletividade, como se esta coletividade fosse o emissor de um discurso. De uma maneira geral, os alunos avaliaram positivamente a metodologia do CADRHU como favorecedora da participação, da troca de experiências, da aprendizagem e do desenvolvimento do pensamento crítico.

‣ Democracia, saúde pública e universalidade: o difícil caminhar

Marques,Rosa Maria; Mendes,Áquilas
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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77.15862%
Este artigo analisa os determinantes e as condicionalidades do processo de universalização da saúde pública dos países desenvolvidos, especialmente os europeus, e do Brasil, visando salientar suas diferenças. Na primeira parte, em que são apresentadas as principais interpretações sobre a construção do Welfare State, enfatiza-se as características daquele momento histórico e sua articulação com o padrão de acumulação dominante. Para isso, foi revisitada a literatura principal sobre o assunto, tanto em relação ao processo de construção dos sistemas de proteção, quanto ao chamado padrão fordista de acumulação. Na segunda parte, voltada para o entendimento das condições nas quais se definiu a universalidade das ações de serviço de saúde no Brasil, se destaca que as condições gerais do capitalismo não são mais aquelas do período do pós-guerra; salienta-se que o novo ambiente interage e constrange a trajetória brasileira, principalmente quanto à ação de seu Estado e enfatiza-se que a desigualdade constitui marca indelével da sociedade brasileira, o que poderia ser visto como uma dificuldade para a aplicação da universalidade no país. Para essa parte, novamente a pesquisa priorizou o conhecimento acumulado na literatura...

‣ Análise pluridisciplinar das situações de trabalho: para além da avaliação de desempenho dos trabalhadores do setor de saúde pública no estado de Minas Gerais

Fonseca,João César de Freitas; Vieira,Carlos Eduardo Carrusca
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 Português
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77.173545%
O presente ensaio apresenta considerações críticas sobre o processo de Avaliação de Desempenho Individual (ADI) ao qual estão atualmente submetidos os servidores do setor de saúde do estado de Minas Gerais, chamando a atenção para o caráter de alta complexidade desse setor e recomendando a adoção de metodologias mais abrangentes, como a Análise Pluridisciplinar das Situações de Trabalho (APST), proposta pelo filósofo francês Yves Schwartz. Este texto resulta da experiência dos autores na formação de trabalhadores e na gestão de serviços de saúde na área pública, não constituindo relato de pesquisa stricto sensu, nem demonstração de dados conclusivos de pesquisa empírica, mas antes um ensaio/convite à reflexão e ao diálogo sobre os riscos de cristalização de uma visão excessivamente funcionalista dos processos de gestão de pessoas no setor público da saúde.

‣ A atuação dos psicólogos em unidades básicas de saúde na cidade de São Paulo

Archanjo,Auryana Maria; Schraiber,Lilia Blima
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2012 Português
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77.200176%
Este artigo foi produzido com base em pesquisa qualitativa, cujo objetivo foi estudar a atuação do psicólogo em Unidades Básicas de Saúde (UBS). Foram realizadas 17 entrevistas semiestruturadas com psicólogas atuantes na atenção básica à saúde, pertencentes à Coordenadoria de Saúde da região oeste da cidade de São Paulo. A análise foi de conteúdo do tipo temática e tomou por referencial teórico-conceitual a produção em análise institucional, em estudos sobre o trabalho em saúde e sobre a história da psicologia como profissão. Enfocaram-se dois aspectos interligados: as mudanças e novas necessidades de trabalho e atuação profissional que a regulamentação da profissão trouxe para a psicologia, e as políticas públicas de saúde mental no Estado e na cidade de São Paulo a partir da década de 1970. Os resultados revelam as mudanças, tensões e contradições no processo de institucionalização da psicologia clínica, tradicionalmente uma prática liberal realizada em consultório que passa a apresentar ao psicólogo novos desafios com sua inserção em instituições de saúde pública, em especial em UBS, cuja atuação passa a incluir práticas clínico-sanitárias e a ter regulações de ordem político-institucional.

‣ Análise biopolítica do discurso oficial sobre educação em saúde para pacientes diabéticos no Brasil

Melo,Lucas Pereira de
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
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77.200176%
No contexto brasileiro de transição epidemiológica, a educação em saúde tem sido uma ferramenta na luta pela promoção de estilos de vida "saudáveis" e adesão ao tratamento. Dentre essas doenças destaca-se o diabetes mellitus, considerado um problema de saúde pública. O objetivo deste estudo é analisar o discurso oficial sobre educação em saúde para diabetes mellitus, na primeira década dos anos 2000, no Brasil, fundamentado nos conceitos de biopolítica e práticas discursivas de Michel Foucault. Foi feita a revisão bibliográfica de dois documentos publicados pelo Ministério da Saúde brasileiro relacionados ao tema em estudo: "Manual de hipertensão arterial e diabetes mellitus", de 2002; e o "Caderno de atenção básica, número 16, diabetes mellitus", de 2006. Essas publicações têm orientado as práticas dos profissionais de saúde nos últimos dez anos. A localização e obtenção das fontes foram realizadas no site da Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde, em dezembro de 2010. São discutidas as características gerais dos discursos oficiais; os objetivos das ações educativas para pacientes diabéticos; as temáticas abordadas nessas ações; o imperativo técnico e moral que rege o incentivo à realização das práticas educativas; e os parâmetros para avaliação e acompanhamento dos adoecidos. Em seguida...

‣ Sobre a história da saúde pública: idéias e autores

Nunes,Everardo Duarte
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 Português
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77.210312%
O trabalho tem como objetivo traçar uma primeira aproximação com os estudos que tratam da história da saúde pública no Brasil. Não pretende abarcar toda a literatura que trata da saúde pública em sua vertente histórica, mas enfatizar os trabalhos, que ao destacar períodos históricos, oferecem um panorama geral da saúde pública, sem detalhar estudos sobre doenças ou instituições. Após tratar de como se instaura o projeto da medicina social brasileira, desde o período colonial até as primeiras décadas do século XIX, trabalha-se com os estudos que abarcam a história da saúde pública entre 1870 e 1930. Destaca o período de 1889-1930, também conhecido como República Velha, que tem características específicas na história socioeconômica e política brasileira.

‣ Análise quantitativa e qualitativa do nível de conhecimento dos alunos do curso de fisioterapia sobre a atuação do fisioterapeuta em saúde pública

Naves,Cristiane Roberta; Brick,Vanessa de Souza
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 Português
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77.15862%
Fisioterapia é a ciência da saúde que estuda, previne e trata os distúrbios cinéticos funcionais em órgãos e sistemas do corpo humano. O objetivo deste estudo é verificar a expectativa dos alunos do primeiro ao quinto semestre de fisioterapia sobre a atuação do fisioterapeuta em saúde pública e a expectativa desses alunos quanto à inserção do profissional de fisioterapia no Programa de Saúde da Família (PSF). Trata-se de estudo realizado na Faculdade Marechal Rondon, com 107 alunos, tendo como critério de exclusão os alunos do sétimo semestre. Foi usado um questionário, contendo onze questões, sendo oito de múltipla escolha e três dissertativas. Os dados passaram por tratamento estatístico, em que foram utilizadas a análise descritiva através do programa Microsoft Excel 2003 e análise do discurso do sujeito coletivo. A respeito da atuação do fisioterapeuta no Sistema Único de Saúde (SUS), 44% dos alunos consideram muito importante, 36% consideraram que o papel do fisioterapeuta no PSF é muito importante, enquanto 24% dos alunos consideram não saber informar quanto à eficácia de seu atendimento. Os alunos consideram importante a atuação do fisioterapeuta no SUS e PSF, mas pouco tem conhecimento sobre a atuação do fisioterapeuta em saúde pública.

‣ Saúde pública, redução de danos e a prevenção das infecções de transmissão sexual e sanguínea: revisão dos principais conceitos e sua implementação no Brasil

Elias,Lucília de Almeida; Bastos,Francisco Inacio
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 Português
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77.173545%
Este artigo aborda o contexto histórico e o marco conceitual da implantação dos programas de redução de danos no campo da saúde pública, com ênfase nos programas brasileiros. A presente revisão teve como objetivo principal investigar a pertinência atual de tais programas no enfrentamento das infecções de transmissão sexual e sanguínea, em especial, a AIDS e a hepatite C. Os resultados sistematizados pela literatura nacional e internacional indicam que as ações práticas de redução de danos são mais efetivas quando integradas a outras medidas de saúde pública, guiadas por princípios em comum. Iniciativas de redução de danos afinadas com princípios de saúde pública não se prendem a modelos, nem se esgotam em cuidados de saúde propriamente ditos. Abrangem diversas modalidades de ações pragmáticas, com base em políticas públicas, devem estar em sintonia com a comunidade desde seu planejamento, e serem executadas em parceria com esta.

‣ Da Saúde Pública às Políticas Saudáveis — Saúde e Cidadania na Pós-modernidade

Carvalho,Antônio Ivo de
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1996 Português
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77.19349%
O artigo discute alternativas para o futuro da Saúde Pública, nos marcos do pensamento e das exigências da pós-modernidade. Apresenta os avanços sanitários alcançados na época moderna, e aborda os efeitos mórbidos da tecno-ciência. Com base nos aportes do pensamento pós-moderno, propõe uma agenda de desafios a serem enfrentados pela nova Saúde Pública. Especificamente, propõe novos aportes conceituais para lidar com as relações subjetivo-objetivo e coletivo-individual no campo sanitário. Discute, ainda, as condições e possibilidades de que a proposta de Políticas Saudáveis possa apontar para uma renovação da identidade da saúde pública.

‣ Um olhar histórico sobre a questão regional e os serviços básicos de saúde no Estado de São Paulo; A historical overview of regional health planning and primary care services in the state of São Paulo

MELLO, Guilherme Arantes; IBAÑEZ, Nelson; VIANA, Ana Luiza d'Ávila
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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77.200176%
Com notável vigor, nos últimos anos, o debate da saúde pública brasileira tem sedimentado a ideia de que a organização regional da atenção primária à saúde é um passo inicial obrigatório para a consecução dos princípios da universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Ideário que contrapõe em definitivo o peso histórico mobilizado pela descentralização como essência do processo de organização dos serviços nos estados, mas explicita a insuficiência do modelo burocrático de gestão e dos papéis clássicos das instâncias governamentais, com reflexo particular na aptidão gerencial das Secretarias de Estado da Saúde. Sendo assim, este artigo busca contribuir com uma visão histórica geral da trajetória, as concepções, as mudanças gerenciais e o papel da instância estadual na conformação da organização regional e dos serviços básicos de saúde no estado de São Paulo. Sob o referencial da história do discurso e balizado pela introdução do modelo dos centros de saúde distritais nos anos 1920 como origem mais remota do discurso contemporâneo da atenção básica, o texto se estrutura sobre a identificação de quatro fases dinâmicas, marcadas por reformas que alteram de modo incisivo a questão regional e dos serviços básicos no estado.; In recent years...

‣ Um olhar histórico sobre a questão regional e os serviços básicos de saúde no Estado de São Paulo

Mello,Guilherme Arantes; Ibañez,Nelson; Viana,Ana Luiza d'Ávila
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 Português
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77.19215%
Com notável vigor, nos últimos anos, o debate da saúde pública brasileira tem sedimentado a ideia de que a organização regional da atenção primária à saúde é um passo inicial obrigatório para a consecução dos princípios da universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS). Ideário que contrapõe em definitivo o peso histórico mobilizado pela descentralização como essência do processo de organização dos serviços nos estados, mas explicita a insuficiência do modelo burocrático de gestão e dos papéis clássicos das instâncias governamentais, com reflexo particular na aptidão gerencial das Secretarias de Estado da Saúde. Sendo assim, este artigo busca contribuir com uma visão histórica geral da trajetória, as concepções, as mudanças gerenciais e o papel da instância estadual na conformação da organização regional e dos serviços básicos de saúde no estado de São Paulo. Sob o referencial da história do discurso e balizado pela introdução do modelo dos centros de saúde distritais nos anos 1920 como origem mais remota do discurso contemporâneo da atenção básica, o texto se estrutura sobre a identificação de quatro fases dinâmicas, marcadas por reformas que alteram de modo incisivo a questão regional e dos serviços básicos no estado.

‣ Sobre a história da saúde pública: idéias e autores

Nunes,Everardo Duarte
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2000 Português
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O trabalho tem como objetivo traçar uma primeira aproximação com os estudos que tratam da história da saúde pública no Brasil. Não pretende abarcar toda a literatura que trata da saúde pública em sua vertente histórica, mas enfatizar os trabalhos, que ao destacar períodos históricos, oferecem um panorama geral da saúde pública, sem detalhar estudos sobre doenças ou instituições. Após tratar de como se instaura o projeto da medicina social brasileira, desde o período colonial até as primeiras décadas do século XIX, trabalha-se com os estudos que abarcam a história da saúde pública entre 1870 e 1930. Destaca o período de 1889-1930, também conhecido como República Velha, que tem características específicas na história socioeconômica e política brasileira.

‣ Promoção da saúde ocular e prevenção precoce de problemas visuais nos serviços de saúde pública

Sperandio,Ana Maria Girotti
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 Português
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OBJETIVO: Verificar o conhecimento, atitudes e práticas em relação às ações básicas de saúde ocular de pediatras e enfermeiros de serviços de saúde pública. MÉTODO: A população estudada constituiu-se de pediatras e enfermeiros que trabalhavam nos centros de saúde do Município de Campinas, SP - Brasil, e atuavam com crianças de 0 a 12 anos de idade. As informações sobre conhecimento, atitudes e práticas foram colhidas através de questionários (para os pediatras) e de formulários (para os enfermeiros). RESULTADOS: A execução das ações básicas de saúde ocular em crianças não fazia parte da rotina de atividades dos pediatras e enfermeiros, provavelmente devido ao pouco conhecimento dessas ações. Dos 61 pediatras, 82,0% (50) e 91,0% dos 22 enfermeiros não souberam referir a idade em que se completa o desenvolvimento visual. Em relação à ambliopia, 86,8% (53) dos pediatras e 100,0% dos enfermeiros não souberam defini-la. CONCLUSÕES: A promoção da saúde ocular e a prevenção precoce de problemas visuais em crianças não representava uma prática constante desses profissionais vinculados aos serviços de saúde pública. Recomenda-se que se realize treinamentos e educação continuada na área de saúde ocular durante e após a formação universitária desses profissionais.

‣ Promoção da saúde, epidemiologia social e capital social: inter-relações e perspectivas para a saúde pública

Souza,Elza Maria de; Grundy,Emily
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 Português
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A idéia de promover saúde antecede o uso explícito do termo. No entanto, a incorporação dessa idéia e da prática no campo da saúde pública foi influenciado especialmente pela reforma de saúde iniciada no Canadá, em 1974, a qual refletiu os anseios de muitos outros preocupados com influência do meio físico e social na saúde. Essa reforma serviu de base para o lançamento de várias conferências desencadeados pela Organização Mundial da Saúde, começando pela de Alma Ata em 1977, e seguida pela Conferência de Ottawa, da qual resultou o primeiro documento internacional em promoção de saúde: a Carta de Ottawa. Embora promoção da saúde esteja presente em uma grande e variada literatura, seu conceito ainda não é bem entendido e sua prática dificultada. Parece que a importância dessas conferências tem servido para não deixar fenecer a idéia de eqüidade em saúde, uma vez que os esforços para reduzir a distância entre retórica e prática continuam longe de ser alcançados. Entretanto, o crescimento da epidemiologia social associado ao conceito de capital social para saúde podem complementar os preceitos da epidemiologia tradicional e, conseqüentemente, contribuir para a efetivação do modelo estruturalista para a promoção da saúde. O propósito desse artigo é elucidar esses conceitos e descrever o papel que eles desempenham no campo da saúde pública a fim de estimular debates futuros.

‣ Saúde pública, redução de danos e a prevenção das infecções de transmissão sexual e sanguínea: revisão dos principais conceitos e sua implementação no Brasil

Elias,Lucília de Almeida; Bastos,Francisco Inacio
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2011 Português
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Este artigo aborda o contexto histórico e o marco conceitual da implantação dos programas de redução de danos no campo da saúde pública, com ênfase nos programas brasileiros. A presente revisão teve como objetivo principal investigar a pertinência atual de tais programas no enfrentamento das infecções de transmissão sexual e sanguínea, em especial, a AIDS e a hepatite C. Os resultados sistematizados pela literatura nacional e internacional indicam que as ações práticas de redução de danos são mais efetivas quando integradas a outras medidas de saúde pública, guiadas por princípios em comum. Iniciativas de redução de danos afinadas com princípios de saúde pública não se prendem a modelos, nem se esgotam em cuidados de saúde propriamente ditos. Abrangem diversas modalidades de ações pragmáticas, com base em políticas públicas, devem estar em sintonia com a comunidade desde seu planejamento, e serem executadas em parceria com esta.

‣ A Técnica Q - como instrumento de medida na área da educação em saúde

Balduino,Maria Aparecida; Lessa,Zenaide Lázara
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/1986 Português
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Foi elaborado um instrumento de medida baseado na Técnica Q de W. Stephenson, cujas operações exigidas são semelhantes às primeiras etapas de construção de uma Escala Thurstone, pelo método de intervalos aparentemente iguais. Utilizando-se desse instrumento, foi realizado estudo sobre a "Percepção da Função do Educador de Saúde Pública, na Equipe de Saúde", desenvolvido em duas fases: a primeira, compreendendo a construção do Instrumento, propriamente dito, e a segunda, a execução de uma pesquisa exploratória fazendo uso do referido instrumento. São descritos todos os passos da primeira fase, que compreende: a coleta de informações sobre as atribuições da função do educador de saúde pública; listagem das mesmas, convertendo-as em afirmações transcritas em cartões: seleção de uma amostra de 70 cartões, por um corpo de juizes altamente especializado; tabulação dos dados obtidos e a definição do instrumento definitivo. Para preencher os requisitos de validade, a distribuição escalar deveria apresentar um certo equilíbrio entre as afirmações não pertinentes, intermediárias e pertinentes. Para a conveniência estatística e para garantir este equilíbrio, cada juiz foi instruído a colocar números variados de cartões em várias pilhas...