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‣ O tráfico de escravos nos rios da Guiné e a dinâmica da economia atlântica portuguesa (1756-1807); The slavery trade in rios da Guiné and the dynamics os atlantic Portuguese economy (1756-1807)

Martins, Diego de Cambraia
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 01/04/2015 Português
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O trabalho tem por objeto de estudo o tráfico de escravos realizado nos Rios da Guiné, em especial as feitorias de Bissau e Cacheu, que tinham por destino o Estado do Grão-Pará e Maranhão. Além do próprio negócio negreiro em África, também avaliaremos os desdobramentos econômicos do tráfico na economia amazônica. O recorte temporal começa no ano de 1756, com o início do funcionamento da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão, empresa de caráter monopolista, que tinha por objetivo o fomento do comércio entre a metrópole e suas diversas possessões ultramarinas no Atlântico. Como marco final optamos pelo ano de 1807, pois com a chegada da Corte em 1808, a colônia mudou seu status passando a ser sede do Reino.; The work is the object of study slave trade conducted in the Rios da Guiné, especially the factories of Bissau and Cacheu, that were destined for the State of the Grão-Pará and Maranhão. In addition to the own slave business in Africa, will also evaluate the economic consequences of trafficking in the Amazon economy. The time frame begins in the year 1756, with the initial operation of the Companhia Geral do Comércio do Grão-Pará e Maranhão, monopolist company, which aimed to promoting trade between the metropolis and its many overseas possessions in the Atlantic. As final milestone we chose the year 1807...

‣ A administração da Companhia Geral de Agricultura das Vinhas do Alto Douro : (1756-1852)

Sousa, Fernando de; Vieira, Francisco; Dias, Joana
Fonte: Porto : CEPESE-Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade Publicador: Porto : CEPESE-Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Tipo: Artigo de Revista Científica
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The administration of Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, during its golden period, between 1756 and 1852, was practised by an administrative committee (1756--1834), one Administration (1834-1843) and one Direction (1843-1852). In the absence of any investigation, as simpler as it might be, concerning this subject, several questions are raised. How did its administration work? Which was the organ or organs responsible for the same? Which was its constitution and abilities? How was its appointment/election carried out? Who were the men that have ruled the Company during the mentioned period? How long have they performed those functions? Which was their social origin? Considering that their composition, attributions and election may have been considerably different, according to the evolution and functions of the Company itself, we have carried out its study in order to answer the raised questions.

‣ A Companhia Geral de Agricultura das Vinhas do Alto Douro : (1756-1978)

Sousa, Fernando de
Fonte: Porto : CEPESE-Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade Publicador: Porto : CEPESE-Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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In 1756, within the context of Pombal’s politics of economic development and commercial reorganization of the country, of mercantilist inspiration, based on the formation of several monopolist and privileged companies, the Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro was established with the aim to guarantee and promote, jointly, the production and commercialisation of the Alto Douro wines and to limit the prevailing and even the control of this economic activity by the British. Of all of them it was that one that raised the most popular living resistance and that suffered more attacks by the British traders. It was the one that obtained more useful and lasting results, developing a continuous and highly effective action in the defence of the quality of the Port Wine. It was also the one revealing a larger duration, either as a majestic company (1756-1834), or as a mere commercial society (1834-1978), although temporarily carrying out public functions (1838-1852), in such a way that, under this category, carried on, until today, its denomination and commercial mark. It is of this Company that, for the first time, a general division into periods of its History and a brief characterization of its different epochs is presented.

‣ O Brasil e a Companhia do Alto Douro : (1756-1825)

Sousa, Fernando de
Fonte: Porto : CEPESE-Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade Publicador: Porto : CEPESE-Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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In this work we deal with the relations between the Company and Brazil, between 1756 – the year of its foundation – and 1825, the year when the diplomatic relations with Brazil were normalized. Among the privileges granted to the Company, we highlight the monopoly of the exclusive commerce of all the wines, brandies and vinegars exported from Porto to the captainships of São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia and Pernambuco, a trade that until 1755-1756 was dominated by the English but that with the creation of the Royal Oporto Wine Company, among other reasons, will get to the hands of the Portuguese high-bourgeoisie. Brazil quickly became an important market for the exportation of the wines of the Upper Douro, the most important branch of the Company’s businesses during the two first decades of its existence but not, contrary to the opinion of some historians, the most lucrative sector of the activity developed by that Institution.

‣ Dynamics and orchestral effects in late Eighteenth-Century portuguese organ music: the works of José Marques e Silva (1782-1837) and the organs of António Xavier Machado e Cerveira (1756-1828)

Vaz, João
Fonte: Ashgate Publicador: Ashgate
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2013 Português
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A maioria dos órgãos históricos portugueses data dos finais do século XVIII ou do princípio do século XIX. Durante este período foi construído um invulgar número de instrumentos em Lisboa e nas áreas circundantes por António Xavier Machado e Cerveira (1756-1828) e outros organeiros menos prolíficos. O estudo desses órgãos, muitos dos quais (restaurados ou não) se encontram próximos das condições originais, permite a identificação de um tipo de instrumento com uma morfologia específica, claramente emancipada do chamado «órgão ibérico». No entanto, até muito recentemente, não era conhecida música que se adaptasse às idiossincrasisas daqueles instrumentos. O recente estudo das obras para órgão de José Marques e Silva (1782-1837) permitiu clarificar esta situação. Bem conhecido durante a sua vida como organista e compositor, José Marques e Silva foi um dos ultimos mestres do Seminário Patriarcal. A importância da sua produção musical reside não só num substancial número de obras com autoria firmemente estabelecida – escritas, na maior parte, para coro misto com acompanhamento de órgão obbligato – mas também na íntima relação entre a sua escrita e a morfologia dos órgãos construídos em Portugal durante a sua vida. Este artigo enfatiza a importância de José Marques e Silva (indubitavelmente...

‣ Conscientious obedience to governors recommended : a sermon preached before the University of Oxford, on Tuesday June 22, 1756. Being the anniversary of His Majesty's happy accession to the throne; A sermon preached before the University of Oxford, on Tuesday June 22, 1756. Being the anniversary of His Majesty's happy accession to the throne.

Green, Richard, 1708?-1786.
Fonte: Quens University Publicador: Quens University
Tipo: Livro Formato: 2076751 bytes; application/pdf
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‣ Patente del Ministro Provincial del Santo Evangelio fray Juan Joseph de Moreyra, insertado las del comisario general de Nueva España fray Joseph Antonio de Oliva (1756, México ab

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Patente del Ministro Provincial del Santo Evangelio fray Juan Joseph de Moreyra, insertado las del comisario general de Nueva España fray Joseph Antonio de Oliva (1756, México abril 12 y 14) y las del Ministro General fray Pedro Juan de Molina (1754, Madrid feb. 22 y 1755, Madrid sept. 2) sobre examen, aprobación o reprobación de las cuentas generales de Tierra Santa. Que los comisa-rios y Vicecomisarios de las Provincias manden cuentas aprobadas y firmadas por los Definitorios respectivos; los Padres Provinciales y Comisarios Vicecomisarios obedezcan a los padres guardianes y provinciales; les recomienda pobreza; no incorporen con las limosnas de Tierra Santa ninguna cantidad ni alhaja; los conductores de Tierra Santa no traigan a su regreso géneros prohibidos. (México, 26 abril 1756).

‣ Traslado de testimonio, dado en el convento de San Francisco de Madrid, 9 de noviembre de 1756, de patente de fray Clemente de Palermo, mi-nistro general de la Orden de San francisco, da

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Traslado de testimonio, dado en el convento de San Francisco de Madrid, 9 de noviembre de 1756, de patente de fray Clemente de Palermo, mi-nistro general de la Orden de San francisco, dada en el convento de la corte de Madrid, 20 de sep-tiembre de 1756, en la que nombra a fray Antonio de Aguirre, comisario para que en su nombre, de-signe en España y las Indias, a los vice comisario y síndicos de los santos lugares de Jerusalén. Es nombrado también procurador especial para que en su nombre, haga reportes judiciales o extrajudicia-les. Le ordena solicite a las provincias de España y de las Indias, la limosna anual para el vestuario de los ministros generales: Convento Grande de San Francisco de México, 13 de febrero de 1758. Firma autógrafa: Fray Blas Miguel de Quiñonez.

‣ Patente de Fr. José Antonio de Oliva. Res-criptos Apostólicos de varias indulgencias en Pa-tentes de los Superiores en el año de 1756. (Méxi-co, Septiembre 1756).

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Patente de Fr. José Antonio de Oliva. Res-criptos Apostólicos de varias indulgencias en Pa-tentes de los Superiores en el año de 1756. (Méxi-co, Septiembre 1756).

‣ Testimonio de certificación de Juan José de Paz, escribano, teniente de Juan María de Medina, que da por decreto de 26 [de abril de 1756] y peti-ción de fray José de Leyza, guardián de

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Testimonio de certificación de Juan José de Paz, escribano, teniente de Juan María de Medina, que da por decreto de 26 [de abril de 1756] y peti-ción de fray José de Leyza, guardián del Colegio de San Buenaventura de Tlatelolco, dada en México, 30 de abril de 1756, de que en varios cuadernos an-tiguos que le mostró dicho guardián, consta que la Real Audiencia dio licencia para imponer censos a una estancia de ganado, con el objeto de que se ob-tengan utilidades de ella, estancia donada por el vi-rrey Antonio de Mendoza al colegio y que fue ven-dida a Diego de Villegas en 800 pesos con renta de 80 pesos anuales; también se mencionan los dife-rentes poseedores de dicha estancia, así como los mayordomos que administraron en diferentes años los bienes y rentas del Colegio; destaca un resu-men de las cuentas y bienes del Colegio de Tomás Arbizu que abarca los años de 1582 a 1615. Con-vento de San Buenaventura de Tlatelolco, 19 de mayo de 1756. Firma autógrafa: fray José de Ley-za, notario apostólico, dicho testimonio se sacó con el fin de proporcionar más datos a la Real Au-diencia, la que había solicitado información.

‣ Testimonios de certificaciones de Juan José de Paz, escribano, dado en México, 30 de abril de 1756, de que fray Jose de Leyza, guardián del Cole-gio de san Buenaventura de Tlatelolco, le

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Testimonios de certificaciones de Juan José de Paz, escribano, dado en México, 30 de abril de 1756, de que fray Jose de Leyza, guardián del Cole-gio de san Buenaventura de Tlatelolco, le mostró documentos referentes al Colegio de la Santa Cruz y San Buenaventura de Tlatelolco, de los cuales hace una breve descripción: Colegio de San Buena-ventura de Tlatelolco, 19 de mayo de 1756.

‣ Testimonio de certificación que dio Juan Jo-sé de Paz, escribano, por decreto de la Real Au-diencia del 26 [de abril de 1756] y petición de fray José de Leyza, guardián del Colegio de

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Testimonio de certificación que dio Juan Jo-sé de Paz, escribano, por decreto de la Real Au-diencia del 26 [de abril de 1756] y petición de fray José de Leyza, guardián del Colegio de San Buena-ventura de Tlatelolco, dada en México, 30 de abril de 1756, de la escritura de fundación, dotación y asiento del Colegio de estudios mayores, su régi-men, gobierno y forma de sustento que hizo Pedro de Soto López, alguacil mayor del santo oficio de la Inquisición y síndico general de la provincia del Santo Evangelio de México, ante Martín de Sariña-na, escribano real, el 21 de diciembre de 1660. Seguida de escritura de Pedro de Soto López ante Pedro Sánchez Quijada, escribano real, dada el 15 de marzo de 1661, por la que otorga al provincial y definitorio de la provincia del Santo Evangelio de México, en ausencia del comisario general de Nue-va España fray Juan de la Torre Castro, facultades para administrar los fondos del Colegio de San Bue-naventura de Tlatelolco. Seguido de actas del defi-nitorio de la provincia del Santo Evangelio de Mé-xico del año 1759, en donde se acepta la fundación del Colegio por medio de obra pía y limosnas voluntarias. Seguidad de breve apostólico del papa Inocencio XI, que otorga licencia a la provincia del Santo Evangelio de México para poder tener cole-gio de estudios superiores: Colegio de San Buena-ventura de Tlatelolco...

‣ Patente del comisario general Fr. José Anto-nio de Oliva insertando la del comisario general Fr. Matias de Velasco (Madrid, 13 abril 1756) que incluye las Letras Encíclicas del mi

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Patente del comisario general Fr. José Anto-nio de Oliva insertando la del comisario general Fr. Matias de Velasco (Madrid, 13 abril 1756) que incluye las Letras Encíclicas del ministro general Fr. Pedro Juan de Molina, y los Breves de S.S. Benedicto XIV (Roma, 5 marzo 1756 y Roma, 21 enero 1756) sobre alteres privilegiados, indulgencia plenaria en tiempo de Capítulos Generales, y Bula Largitioni monerum. (México, septiembre 1756).

‣ Oración que Benedicto XIV hizo a los padres vocales del Capítulo General de la Orden de Predi-cadores, celebrada el 3 de julio de 1756 en el con-vento de Santa María de la Minerva, so

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Oración que Benedicto XIV hizo a los padres vocales del Capítulo General de la Orden de Predi-cadores, celebrada el 3 de julio de 1756 en el con-vento de Santa María de la Minerva, sobre la impor-tancia y gravedad del Capítulo. Reimpresa en Méxi-co en 1757. (...; 3 julio 1756).

‣ Respuesta de fray Mariano [Francisco de los Dolores] a la citación hecha por el capitán y juez comisario Manuel Ramírez de la Pizina: Misión de San Antonio, 4 febrero 1756. Seguida d

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Respuesta de fray Mariano [Francisco de los Dolores] a la citación hecha por el capitán y juez comisario Manuel Ramírez de la Pizina: Misión de San Antonio, 4 febrero 1756. Seguida de represen-tación del mismo misionero al juez comisario en que indica el envío de escritos presentados al vi-rrey en relación al juicio por homicidio que se si-gue al capitán Felipe de Rábago y Terán; pide se in-comunique al acusado [s.l., s.f.] otro escrito con quejas sobre el proceder de los soldados y capita-nes del presidio de San Javier [s.l., 1756].

‣ Testimonio de real orden [de Fernando VI], dada en Madrid, 17 de marzo de 1756, dirigida a Manuel José Rubio y Salinas] arzobispo de la ciu-dad de México, enterado de que los vi

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Testimonio de real orden [de Fernando VI], dada en Madrid, 17 de marzo de 1756, dirigida a Manuel José Rubio y Salinas] arzobispo de la ciu-dad de México, enterado de que los virreyes, presi-dentes y gobernadores de América acostumbran en-trar en los conventos de religiosas acompañados de más personas, dispone se observe rigurosamente la clausura en estos conventos: México, 5 de agosto de 1756. Firma autógrafa: Francisco Aren de Soto. Seguido de carta de Manuel José, arzobispo de Mé-xico, dirigida a [Juan José de Moreyra] provincial del Santo Evangelio de México, en la que dice adjuntar testimonio de real orden que ordena la rigu-rosa clausura en los conventos de religiosas, pide se cumpla esta orden: Tacubaya, 6 de agosto de 1756. Firma autógrafa.

‣ Patente del comisario general de Nueva Es-paña Fr. José Antonio de Oliva, insertando la del comisario general de Indias Fr. Mathias de Velasco (Madrid, 13 abril 1756) y la del mi

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Patente del comisario general de Nueva Es-paña Fr. José Antonio de Oliva, insertando la del comisario general de Indias Fr. Mathias de Velasco (Madrid, 13 abril 1756) y la del ministro general Fr. Pedro Juan de Molina (Madrid, 6 marzo 1756) sobre oraciones y lecciones propias del B. Ladislao de Gielniovv, B. Angeli a Clavasio, Beato Gabriel Ferretti y B. Elena Enselmina. (México, septiembre 1756).

‣ Letras patentes del Comis. Gral. de Nueva España Fr. José Antonio de Oliva, insertando la del Comis. Gral. de Indias Fr. Matias de Velasco (Madrid, 13 abril 1756) y la del Mntro. Gr

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Letras patentes del Comis. Gral. de Nueva España Fr. José Antonio de Oliva, insertando la del Comis. Gral. de Indias Fr. Matias de Velasco (Madrid, 13 abril 1756) y la del Mntro. Gral. de la Orden Fr. Pedro Juan de Molina (Madrid, 2 abril 1756) y el Breve de Benedicto XIV (Roma, 21 enero 1756), confirmando tres rescriptos apostólicos concediendo altar perpetuo privilegiado en los conventos de religiosos y religiosas y de oraciones en oratorios privados y Capillas de Enfermerías a los religiosos enfermos; por los Breves de 4 y 5 de mayo les concede absolución por transfreción a la Bula largitione numerum e Indulgencia Plenaria. Ver fs. 15 y 16 siguientes. (México, 9 septiembre 1756).

‣ Strong Chromatic Microlensing in HE0047-1756 and SDSS1155+6346

Rojas, Karina; Motta, Verónica; Mediavilla, Evencio; Falco, Emilio; Jiménez-Vicente, Jorge; Muñoz, José Antonio
Fonte: Universidade Cornell Publicador: Universidade Cornell
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 29/09/2014 Português
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We use spectra of the double lensed quasars HE0047-1756 and SDSS1155+6346 to study their unresolved structure through the impact of microlensing. There is no significant evidence of microlensing in the emission line profiles except for the Ly$\alpha$ line of SDSS1155+6346, which shows strong differences in the shapes for images A and B. However, the continuum of the B image spectrum in SDSS1155+6346 is strongly contaminated by the lens galaxy and these differences should be considered with caution. Using the flux ratios of the emission lines for image pairs as a baseline to remove macro-magnification and extinction, we have detected strong chromatic microlensing in the continuum measured by CASTLES (http://www.cfa.harvard.edu/castles/), in both lens systems, with amplitudes $0.09 (\lambda 16000) \lesssim |\Delta m |\lesssim 0.8 (\lambda 5439)$ for HE0047-1756, and $0.2 (\lambda 16000) \lesssim |\Delta m |\lesssim 0.8 (\lambda 5439)$ for SDSS1155+6346. Using magnification maps to simulate microlensing, and modeling the accretion disk as a Gaussian source (I $\propto$ exp(-R$^{2}$/2r$^2_s$)) of size r$_{s}$ $\propto$ $ \lambda^{p} $ we find, r$_{s}$ = 2.5$_{-1.4}^{+3.0}$ $\sqrt{M/0.3M_{\odot}}$ light days and p = 2.3 $\pm$ 0.8, at the rest frame for $\lambda$ = 2045...

‣ Preço e estrutura da posse de escravos no termo de Vila do Carmo (Minas Gerais), 1713 - 1756; Price and structure of slave ownership in Vila do Carmo (Minas Gerais), 1713 - 1756

Mathias, Carlos Leonardo Kelmer
Fonte: Universidade de São Paulo. Instituto de Estudos Brasileiros Publicador: Universidade de São Paulo. Instituto de Estudos Brasileiros
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/11/2007 Português
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A partir da análise de todos os inventários post-mortem relativos aos anos de 1713 e 1756 presentes no 1º e no 2º ofício do Arquivo da Casa Setecentista de Mariana (366 no total), o artigo pretende estabelecer o padrão da posse de escravos no termo de Vila do Carmo - parte integrante da comarca de Vila Rica, capitania de Minas Gerais -, assim como analisar as flutuações do preço dos mesmos. Objetivando melhor compreender tal padrão e flutuações, por vezes o texto buscará empreender uma análise comparativa entre o recorte cronológico abordado e o período de 1750 até 1850.; This article aims to analyze all post-mortem inventories found in the archive of the Casa Setecentista de Mariana, regarding the years 1713-1756 (a total of 366). It does so by establishing a pattern of slave ownership in Vila do Carmo - part of the judicial district of Vila Rica, in the captaincy of Minas Gerais -, as well as analyzing slave prices fluctuations. In order to better understand such patterns and fluctuations, a comparative analysis is attempted, between the data concerning the period under study studied and those from 1750 up to 1850.