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‣ Sobre a avaliação de empresas não cotadas na bolsa pelo método CVA aplicação às PME’S do sector do azeite em Trás-os-Montes

Fernandes, António B.
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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27.42366%
A avaliação de empresas não cotadas na bolsa tem sido uma preocupação constante dos gestores, detentores do capital e demais “stakeholders”, podendo satisfazer vários objectivos. No presente trabalho, e como ponto de partida, começamos por aplicar o método do CVA – “Cash Value Added”, por julgarmos ser, após uma cuidada revisão da literatura, particularmente adequado à avaliação do tipo de Empresas objecto do presente trabalho. Procedemos, posteriormente, a uma análise de sensibilidade e de simulação, ao método de avaliação em causa, a fim de estimar o risco associado à determinação do respectivo valor obtido. Esta é, a nosso ver, uma outra contribuição deste trabalho de pesquisa, muito em particular ao nível empírico. Business evaluation of non quoted companies in the stock market has been a constant concern of managers, stock owners and stakeholders, aiming to satisfy numerous goals. In the present study, and as starting point, we begun our research by applying the evaluation method of companies (also, non quoted) “CVA - Cash Value Added", by being particularly adjusted to the evaluation of the type of companies which are the object of this study. We proceed by performing a sensitivity and simulation analysis...

‣ Avaliação de empresas não cotadas na bolsa

Fernandes, António B.; Armada, Manuel José da Rocha; Rodrigues, Lúcia Maria
Fonte: Universidad de Santiago de Chile Publicador: Universidad de Santiago de Chile
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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27.540933%
A avaliação de Empresas não cotadas na bolsa tem sido uma preocupação constante dos gestores, detentores do capital e demais “stakeholders”, podendo satisfazer vários objectivos. No presente trabalho, e como ponto de partida, começamos por aplicar o método do CVA – “Cash Value Added”, por julgarmos ser, após uma cuidada revisão da literatura, particularmente adequado à avaliação do tipo de Empresas objecto do presente trabalho. As medidas EVA® e CVA, indicam em que medida os negócios estão a contribuir (mais ou menos) para o aumento de valor para o accionista, e que capital deve ser investido (Olsen, 1999), embora de forma diferente como se verificou. As diferenças dos dois métodos, prendem-se com o facto do EVA® medir o lucro operacional, subtraído dos custos de capital que “produz” esses lucros, enquanto o CVA é uma medida da eficiência que compara os “cash flows” com o total dos activos que geraram esses “cash flows” (Myers, 1996; Morris, 1993). O CVA, pelo menos teoricamente, corrige as distorções da contabilidade existentes no EVA®, evidenciando os “cash flows” gerados com um determinado capital investido. Procedemos, posteriormente, a uma análise de sensibilidade e de simulação...

‣ Sobre a avaliação de empresas não cotadas em bolsa

Fernandes, António B.; Armada, Manuel José da Rocha; Rodrigues, Lúcia Lima
Fonte: SESPE - Sociedade de Ensino Superior de Pernambuco Publicador: SESPE - Sociedade de Ensino Superior de Pernambuco
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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27.42366%
A avaliação de empresas não cotadas na bolsa tem sido uma preocupação constante dos gestores, detentores do capital e demais “stakeholders”, podendo satisfazer vários objectivos. É propósito deste trabalho dar a conhecer vários métodos de avaliação de empresas existentes, referindo as vantagens e desvantagens de cada um deles e aplicar o que nos parecer mais correcto, tendo em vista um conjunto de empresas do sector do azeite não cotadas em bolsa. Decidiu-se utilizar (com extensões) o método de avaliação de empresas denominado CVA – “Cash Value Added”, por ser particularmente adequado à avaliação do tipo de empresas objecto do estudo. Verificamos também que um dos objectivos do CVA, o qual não se esgotando na avaliação de empresas, pode também ser uma medida de criação de valor para os accionistas, ao ser comparado com os seus capitais próprios. De seguida ( e como outra contribuição), procedemos a uma análise de sensibilidade e posterior simulação, a fim de determinar o risco associado à determinação do valor por este método. Concluímos, de uma forma geral, que o método CVA, embora útil, deverá ser complementado com outros métodos, mesmo no âmbito da análise do risco.

‣ Capital social em comunidades virtuais de aprendizagem; Capital social em comunidades virtuais de aprendizagem

Bliska, Anita Vera
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 17/08/2007 Português
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27.250542%
O objetivo deste trabalho é propor um instrumento de medição de desempenho em Comunidades Virtuais de Aprendizagem (CVA). Para isso foram utilizadas as variáveis da teoria do capital social. Todo o trabalho está direcionado à construção de uma matriz composta pelas variáveis: (a) capital social estrutural, sob o enfoque econômico, aqui relacionado aos fatores de infra-estrutura tecnológica e utilização de ambientes virtuais, bem como às políticas de incentivo ao uso de recursos de Tecnologia da Informação; (b) capital social cognitivo, gerado por meio da criação da cultura virtual e (c) coesão social sob o enfoque ações coletivas, analisadas a partir da interação e colaboração entre seus participantes no tocante à promoção de tais ações. A pesquisa parte do pressuposto de que a geração de conhecimento em ambientes virtuais de aprendizagem está relacionada à alfabetização digital e à conseqüente utilização dos ambientes virtuais pelos participantes da comunidade em estudo. A metodologia está fundamentada na análise etnográfica do ambiente estudado, nas técnicas de coleta por meio de questionário, bem como na análise da construção de um discurso do sujeito coletivo. Uma visão estruturada dessas questões relativas ao desempenho de uma CVA está representada na Matriz do Capital Social resultante. Esta visão converge para os requisitos almejados nas análises de desempenho...

‣ Itens regulatórios: um estudo aplicado à regulamentação tarifária da energia elétrica no Brasil; Regulatory items: a study applied to the Brazilian electricity tariff regulation

Tancini, Gustavo Raldi
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 02/09/2013 Português
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27.813176%
As empresas com tarifas reguladas, de maneira geral, fornecem bens públicos. Muitas delas atuam em atividades que são prerrogativas, diretas ou indiretas, do estado. A regulamentação tarifária se justifica pelo fato de essas empresas não atuarem em condições de mercado. A tarifa é definida de maneira a fornecer uma remuneração justa, pelo risco assumido pelo investidor e, concomitantemente, um custo razoável para os consumidores. Existem dois modelos extremos de regime tarifário: cost-plus (pelo custo) ou fixed-price (pelo preço). O primeiro repassa todos os custos incorridos e mais uma margem às tarifas. Por outro lado, os regimes pelo preço fixam a tarifa máxima, que não está necessariamente associada aos custos incorridos. A diferença fundamental entre os dois regimes está no estímulo à eficiência, inexistente nos regimes pelo custo. Na prática, muitos regimes são considerados como híbridos, ou seja, somente alguns custos têm sua recuperação garantida. Nesses regimes, é necessária a existência de algum mecanismo de repasse dos custos recuperáveis. No Brasil, o setor elétrico adotou um modelo no qual a tarifa garante a recuperação dos custos não gerenciáveis (a chamada "parcela A"), e os custos gerenciáveis são fixados com base em níveis considerados como eficientes (a chamada "parcela B"). Por meio da portaria interministerial MF/MME nº 025/2002...

‣ Criação de valor - O Cash Value Added como métrica de avaliação da Performance empresarial

Carvalho, Bruno
Fonte: Instituto Politécnico de Lisboa Publicador: Instituto Politécnico de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /05/2014 Português
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27.62563%
Mestrado em Contabilidade e Gestão das Instituições Financeiras; Até aos meados da década de 80, a metodologia utilizada na avaliação da performance das empresas consistia na utilização de indicadores tradicionais, estes indicadores, baseavam-se na informação retirada das demonstrações financeiras. A abertura dos mercados veio mostrar as fragilidades destes indicadores, pois, estes não conseguiam responder aos novos desafios impostos pelos mercados, na medida em que, como estes indicadores são baseados em critérios contabilísticos, não conseguem traduzir a realidade económica, mostrando-se assim, insuficientes na avaliação do valor criado para o accionista. Surgiu então, uma nova corrente que advogou a criação de valor para o accionista como o objectivo supremo da empresa. A implementação de sistemas de gestão baseados no valor, permitiu o desenvolvimento de novas métricas de avaliação da performance empresarial. Comparar os indicadores tradicionais com os indicadores baseados no valor, dando principal enfâse à métrica baseada no valor: CVA (Cash Value Added), é o tema central deste trabalho. Assim, e de forma a aferir que o CVA é a métrica que apresenta maior poder explicativo na criação de valor...

‣ The Evolution of Vp1 Gene in Enterovirus C Species Sub-Group That Contains Types CVA-21, CVA-24, EV-C95, EV-C96 and EV-C99

Smura, Teemu; Blomqvist, Soile; Vuorinen, Tytti; Ivanova, Olga; Samoilovich, Elena; Al-Hello, Haider; Savolainen-Kopra, Carita; Hovi, Tapani; Roivainen, Merja
Fonte: Public Library of Science Publicador: Public Library of Science
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 02/04/2014 Português
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27.42366%
Genus Enterovirus (Family Picornaviridae,) consists of twelve species divided into genetically diverse types by their capsid protein VP1 coding sequences. Each enterovirus type can further be divided into intra-typic sub-clusters (genotypes). The aim of this study was to elucidate what leads to the emergence of novel enterovirus clades (types and genotypes). An evolutionary analysis was conducted for a sub-group of Enterovirus C species that contains types Coxsackievirus A21 (CVA-21), CVA-24, Enterovirus C95 (EV-C95), EV-C96 and EV-C99. VP1 gene datasets were collected and analysed to infer the phylogeny, rate of evolution, nucleotide and amino acid substitution patterns and signs of selection. In VP1 coding gene, high intra-typic sequence diversities and robust grouping into distinct genotypes within each type were detected. Within each type the majority of nucleotide substitutions were synonymous and the non-synonymous substitutions tended to cluster in distinct highly polymorphic sites. Signs of positive selection were detected in some of these highly polymorphic sites, while strong negative selection was indicated in most of the codons. Despite robust clustering to intra-typic genotypes, only few genotype-specific ‘signature’ amino acids were detected. In contrast...

‣ Recombination in the Evolution of Enterovirus C Species Sub-Group that Contains Types CVA-21, CVA-24, EV-C95, EV-C96 and EV-C99

Smura, Teemu; Blomqvist, Soile; Vuorinen, Tytti; Ivanova, Olga; Samoilovich, Elena; Al-Hello, Haider; Savolainen-Kopra, Carita; Hovi, Tapani; Roivainen, Merja
Fonte: Public Library of Science Publicador: Public Library of Science
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 10/04/2014 Português
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27.62563%
Genetic recombination is considered to be a very frequent phenomenon among enteroviruses (Family Picornaviridae, Genus Enterovirus). However, the recombination patterns may differ between enterovirus species and between types within species. Enterovirus C (EV-C) species contains 21 types. In the capsid coding P1 region, the types of EV-C species cluster further into three sub-groups (designated here as A–C). In this study, the recombination pattern of EV-C species sub-group B that contains types CVA-21, CVA-24, EV-C95, EV-C96 and EV-C99 was determined using partial 5′UTR and VP1 sequences of enterovirus strains isolated during poliovirus surveillance and previously published complete genome sequences. Several inter-typic recombination events were detected. Furthermore, the analyses suggested that inter-typic recombination events have occurred mainly within the distinct sub-groups of EV-C species. Only sporadic recombination events between EV-C species sub-group B and other EV-C sub-groups were detected. In addition, strict recombination barriers were inferred for CVA-21 genotype C and CVA-24 variant strains. These results suggest that the frequency of inter-typic recombinations, even within species, may depend on the phylogenetic position of the given viruses.

‣ Evaluation and Comparison of GLM- and CVA-based fMRI Processing Pipelines with Java-based fMRI Processing Pipeline Evaluation System

ZHANG, JING; LIANG, LICHEN; ANDERSON, JON R; GATEWOOD, LAEL; ROTTENBERG, DAVID A; STROTHER, STEPHEN C
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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27.540933%
Activation patterns identified by fMRI processing pipelines or fMRI software packages are usually determined by the preprocessing options, parameters, and statistical models used. Previous studies that evaluated options of GLM (General Linear Model)-based fMRI processing pipelines are mainly based on simulated data with receiver operating characteristics (ROC) analysis, but evaluation of such fMRI processing pipelines on real fMRI data is rare. To understand the effect of processing options on performance of GLM-based fMRI processing pipelines with real fMRI data, we investigated the impact of commonly-used fMRI preprocessing steps; optimized the associated GLM-based single-subject processing pipelines; and quantitatively compared univariate GLM (in FSL.FEAT and NPAIRS.GLM) and multivariate CVA (Canonical Variates Analysis) (in NPAIRS.CVA)-based analytic models in single-subject analysis with a recently developed fMRI processing pipeline evaluation system based on prediction accuracy (classification accuracy) and reproducibility performance metrics. For block-design data, we found that with GLM analysis (1) slice timing correction and global intensity normalization have little consistent impact on fMRI processing pipelines, spatial smoothing and high-pass filtering or temporal detrending significantly increases pipeline performance and thus are essential for robust fMRI statistical analysis; (2) combined optimization of spatial smoothing and temporal detrending improves pipeline performance; and (3) in general...

‣ Switching type valuation and design problems in general OTC contracts with CVA, collateral and funding issue.

MOTTOLA, GIOVANNI
Fonte: La Sapienza Universidade de Roma Publicador: La Sapienza Universidade de Roma
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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37.42366%
In this work, we think to a possible real situation where two defaultable counterparties want to de fine a CSA in which both of them need the flexibility and the possibility to activate the collateralization during the life of the underlying claim/contract. We refer speci cally to a contingent risk mitigation mechanism that allows the counterparty to switch from zero to full/perfect collateralization (or even partial) and switch back whenever she wants until maturity paying some switching costs and taking into account the running costs that emerge over time. The running costs that we model and consider in the analysis of this problem are - by one side - those related to CVA namely counterparty risk hedging costs and - by the other side - the collateral and funding/liquidity costs that emerge when collateralization is active. We show the solution existence and uniqueness for the problem so defined, we build also an algorithm to determine numerically the value function and the optimal switching strategy. We also generalize the analysis allowing the strategic interaction between the parties and facing in the end the pricing problem of a general contract of this kind through reflected backward SDE technique.

‣ Wrong-way risk in stock swaps : measuring counterparty credit risk and CVA

Ibelli, Rodrigo Trintino
Fonte: Fundação Getúlio Vargas Publicador: Fundação Getúlio Vargas
Tipo: Dissertação
Português
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37.62563%
Uma forma interessante para uma companhia que pretende assumir uma posição comprada em suas próprias ações ou lançar futuramente um programa de recompra de ações, mas sem precisar dispor de caixa ou ter que contratar um empréstimo, ou então se protegendo de uma eventual alta no preço das ações, é através da contratação de um swap de ações. Neste swap, a companhia fica ativa na variação de sua própria ação enquanto paga uma taxa de juros pré ou pós-fixada. Contudo, este tipo de swap apresenta risco wrong-way, ou seja, existe uma dependência positiva entre a ação subjacente do swap e a probabilidade de default da companhia, o que precisa ser considerado por um banco ao precificar este tipo de swap. Neste trabalho propomos um modelo para incorporar a dependência entre probabilidades de default e a exposição à contraparte no cálculo do CVA para este tipo de swap. Utilizamos um processo de Cox para modelar o instante de ocorrência de default, dado que a intensidade estocástica de default segue um modelo do tipo CIR, e assumindo que o fator aleatório presente na ação subjacente e que o fator aleatório presente na intensidade de default são dados conjuntamente por uma distribuição normal padrão bivariada. Analisamos o impacto no CVA da incorporação do riscowrong-way para este tipo de swap com diferentes contrapartes...

‣ ¿Es el EVA, realmente, un indicador del valor económico agregado?

Herrera, Hernán
Fonte: Universidad EAFIT; Escuela de Economía y Finanzas Publicador: Universidad EAFIT; Escuela de Economía y Finanzas
Tipo: workingPaper; Documento de trabajo de investigación; draf
Português
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27.540933%
En este artículo se hace un análisis sobre la validez del EVA (Economic Value Added) como una medida del valor generado, y de su utilidad para la evaluación de proyectos de inversión. Primero se muestran varias formas de calcular el EVA, haciendo ejercicios ilustrativos en cada caso, posteriormente se establece la equivalencia entre el MVA (Market Value Added) y el VPN (valor presente neto) como criterios para la evaluación de proyectos de inversión finitos y perpetuos con recuperación parcial y total de la inversión. Se realiza un examen crítico mostrando las limitaciones y posibilidades del EVA como medida de valor económico agregado, y se plantea la utilidad de indicadores de ingreso residual para complementar al EVA como criterios de medición de valor, tales son el CVA (Cash Value Added), TRFC (tasa de retorno del flujo de caja) y Utilidad Económica (UE). Finalmente, se hace un ejemplo en donde se explicita cómo el valor presente del CVA coincide con el MVA y el VPN.; In this article we analyze the relevance of EVA (Economic Value Added) as a tool for measuring value added, as well as its usefulness as an indicator in choosing investment projects. First, we show five ways of calculating EVA, providing examples of each case. Second...

‣ Evolución Geológica y Petrológica del Complejo Volcánico Quimsachata – Aroma, Región de Tarapacá, Andes Centrales del Norte de Chile

Correa Ojeda, Nicolás Alejandro
Fonte: Universidad de Chile; CyberDocs Publicador: Universidad de Chile; CyberDocs
Tipo: Tesis
Português
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27.78008%
Los volcanes Aroma y Quimsachata son dos complejos volcánicos andesíticos a dacíticos (60-67% de SiO2) de alto-K, que se edifican por sobre 4.200-4.500 m s.n.m. en el Altiplano de Iquique, al extremo norte de Pampa Lirima. Ambos conforman el Complejo Volcánico Quimsachata Sur – Aroma (CVQS-CVA), el que define una historia evolutiva de ca. 1,6 Ma entre el Plioceno superior y el Pleistoceno inferior, con una actividad registrada de naturaleza predominantemente efusiva y litología relativamente monótona, caracterizada principalmente por: (1) abundancia de inclusiones máficas ovaladas (52-56% de SiO2); (2) la presencia de ‘megacristales’ de sanidina; (3) altos grados de oxidación en anfíbolas y biotitas; y (4) gran diversidad de texturas de desequilibrio. La actividad eruptiva del CVQS-CVA fue separada en dos períodos principales: 3,6-2,6 Ma, donde la actividad volcánica fue contemporánea en ambos complejos y registró una migración de ca. 3,5 km en sentido SE-NW en el CVQS; y hace 1,6 Ma, concentrándose en el CVA. El fin de la actividad en el CVQS-CVA estuvo marcado por el inicio de la actividad volcánica en el C.V. Quimsachata Norte, con características similares a la del CVQS-CVA. La migración del volcanismo en sentido SE-NW contrasta con las observaciones regionales que indican una migración del volcanismo en sentido W-E...

‣ Análisis de riesgos de contraparte y ajustes de crédito (CVA) para derivados: metodologías e implementación

Pérez Piña, Ignacio Francisco
Fonte: Universidad de Chile Publicador: Universidad de Chile
Tipo: Tesis
Português
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27.540933%
Ingeniero Civil Industrial; Este trabajo de titulación busca ser una herramienta de apoyo en la difusión y aprendizaje de un concepto que ha tomado relevancia en los últimos 5 años, al haber sido uno de los principales amplificadores de las graves consecuencias de la crisis hipotecaria del 2008: el ajuste por riesgo de crédito, o CVA, es ahora un tema prioritario para las áreas de riesgo de instituciones financieras que negocian instrumentos en el mercado no regulado (over the counter). EL CVA se entiende como la diferencia entre una cartera valorizada como libre de riesgo, respecto a otra la misma que tome en cuenta los riesgos de potenciales pérdidas que se deban a incumplimientos. En términos simples, el CVA es el valor de mercado de esas pérdidas potenciales producidas por eventos de default. Este riesgo de incumplimiento para derivados se denomina como riesgo de contraparte, y su cálculo se sustenta en los mismos parámetros que el riesgo de crédito tradicional: exposición al momento del default, probabilidad de incumplimiento y tasa de recuperación. Sin embargo, tiene algunas particularidades, como la aleatoriedad de la exposición en el futuro. Además, ambas contrapartes pueden caer en default, siendo un riesgo bilateral. Existen dos metodologías ampliamente usadas para calcular el riesgo de contraparte. La metodología sugerida por el BIS propone que la exposición potencial sea un porcentaje fijo del nocional...

‣ Coherent CVA and FVA with Liability Side Pricing of Derivatives

Lou, Wujiang
Fonte: Universidade Cornell Publicador: Universidade Cornell
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 24/10/2015 Português
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27.540933%
This article presents FVA and CVA of a bilateral derivative in a coherent manner, based on recent developments in fair value accounting and ISDA standards. We argue that a derivative liability, after primary risk factors being hedged, resembles in economics an issued variable funding note, and should be priced at the market rate of the issuer's debt. For the purpose of determining the fair value, the party on the liability side is economically neutral to make a deposit to the other party, which earns his current debt rate and effectively provides funding and hedging for the party holding the derivative asset. The newly derived partial differential equation for an option discounts the derivative's receivable part with counterparty's curve and payable part with own financing curve. The price difference from the counterparty risk free price, or total counterparty risk adjustment, is precisely defined by discounting the product of the risk free price and the credit spread at the local liability curve. Subsequently the adjustment can be broken into a default risk component -- CVA and a funding component -- FVA, consistent with a simple note's fair value treatment and in accordance with the usual understanding of a bond's credit spread consisting of a CDS spread and a basis. As for FVA...

‣ Counterparty Risk FAQ: Credit VaR, PFE, CVA, DVA, Closeout, Netting, Collateral, Re-hypothecation, WWR, Basel, Funding, CCDS and Margin Lending

Brigo, Damiano
Fonte: Universidade Cornell Publicador: Universidade Cornell
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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27.42366%
We present a dialogue on Counterparty Credit Risk touching on Credit Value at Risk (Credit VaR), Potential Future Exposure (PFE), Expected Exposure (EE), Expected Positive Exposure (EPE), Credit Valuation Adjustment (CVA), Debit Valuation Adjustment (DVA), DVA Hedging, Closeout conventions, Netting clauses, Collateral modeling, Gap Risk, Re-hypothecation, Wrong Way Risk, Basel III, inclusion of Funding costs, First to Default risk, Contingent Credit Default Swaps (CCDS) and CVA restructuring possibilities through margin lending. The dialogue is in the form of a Q&A between a CVA expert and a newly hired colleague.

‣ Application of Stochastic Mesh Method to Efficient Approximation of CVA

Morimoto, Yusuke
Fonte: Universidade Cornell Publicador: Universidade Cornell
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 15/10/2015 Português
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27.42366%
In this paper, the author considers the numerical computation of CVA for large systems by Mote Carlo methods. He introduces two types of stochastic mesh methods for the computations of CVA. In the first method, stochastic mesh method is used to obtain the future value of the derivative contracts. In the second method, stochastic mesh method is used only to judge whether future value of the derivative contracts is positive or not. He discusses the rate of convergence to the real CVA value of these methods.

‣ Completing CVA and Liquidity: Firm-Level Positions and Collateralized Trades

Kenyon, Chris
Fonte: Universidade Cornell Publicador: Universidade Cornell
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 17/09/2010 Português
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27.62563%
Bilateral CVA as currently implement has the counterintuitive effect of profiting from one's own widening CDS spreads, i.e. increased risk of default, in practice. The unified picture of CVA and liquidity introduced by Morini & Prampolini 2010 has contributed to understanding this. However, there are two significant omissions for practical implementation that come from the same source, i.e. positions not booked in usual position-keeping systems. The first omission is firm-level positions that change value upon firm default. An example is Goodwill which is a line item on balance sheets and typically written down to zero on default. Another example would be firm Equity. The second omission relates to collateralized positions. When these positions are out of the money in future, which has a positive probability, they will require funding that cannot be secured using the position itself. These contingent future funding positions are usually not booked in any position-keeping system. We show here how to include these two types of positions and thus help to complete the unified picture of CVA and liquidity. For a particular large complex financial institution that profited $2.5B from spread widening we show that including Goodwill would have resulted in a $4B loss under conservative assumptions. Whilst we cannot make a similar assessment for its collateralized derivative portfolio we calculate both the funding costs and the CVA from own default for a range of swaps and find that CVA was a positive contribution in the examples.; Comment: 19 pages...

‣ A primer on counterparty valuation adjustments in South Africa

van Vuuren,Gary; Esterhuysen,Ja'nel
Fonte: South African Journal of Economic and Management Sciences Publicador: South African Journal of Economic and Management Sciences
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2014 Português
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27.62563%
Counterparty valuation adjustment (CVA) risk accounts for losses due to the deterioration in credit quality of derivative counterparties with large credit spreads. Of the losses attributed to counterparty credit risk incurred during the financial crisis of 2008-9 were due to CVA risk; the remaining third were due to actual defaults. Regulatory authorities have acknowledged and included this risk in the new Basel III rules. The capital implications of CVA risk in the South African milieu are explored, as well as the sensitivity of CVA risk components to market variables. Proposed methodologies for calculating changes in CVA are found to be unstable and unreliable at high average spread levels.

‣ The achievement of community integration and productive activity outcomes by CVA survivors in the Western Cape Metro Health District

Hassan,Soelaylah Am; Visagie,Surona; Mji,Gubela
Fonte: South African Journal of Occupational Therapy Publicador: South African Journal of Occupational Therapy
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 Português
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27.42366%
INTRODUCTION: According to the South African National Rehabilitation policy, achieving advanced outcomes such as community integration and productive activity, should be the focus of the rehabilitation services. However, according to the literature, rehabilitation does not often progress beyond basic outcomes such as mobility and self-care. The aim of this study was to describe the achievement of community integration and productive activity outcomes by a group of CVA survivors in the Western Cape Metro Health District. METHODS: A descriptive study was carried out. Quantitative data were collected from 57 CVA survivors and caregivers. All these CVA survivors had received in-patient rehabilitation at the Western Cape Rehabilitation Centre (WCRC). Data were collected by means of a medical and demographic questionnaire, the Barthel Index and the Outcome Levels according to Landrum et al. RESULTS: On discharge from in-patient rehabilitation seven (12%) stroke survivors were at level II ie they had achieved only the basic rehabilitation outcomes necessary to preserve long term physiological health, whereas 37 (65%) stroke survivors were discharged at an outcome level III ie ready for residential integration, and 12 (21%) were at level IV ie community integration...