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Resultados filtrados por Publicador: Universidade de Coimbra

‣ Para Além dos Números. As Consequências Pessoais do Desemprego. Trajectórias de Empobrecimento, Experiências e Políticas

Caleiras, Jorge Manuel Alves
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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Este trabalho apresenta os resultados de uma investigação, cujo objectivo central passou por conhecer melhor as consequências pessoais do desemprego, em particular a relação deste com situações de pobreza. Embora estas duas realidades – desemprego e pobreza – não se sobreponham necessariamente, a verdade é que, com frequência, se encontram. Foi, aliás, nesta ideia que se fundou a hipótese de partida – a de que o desemprego é gerador de situações de risco de pobreza. Em que medida é que o desemprego pode tor-nar-se fonte de pobreza? E como é que esta relação se passa num “território-laboratório” concreto (o distrito de Coimbra) e num tempo definido (2000-2005)? Eis duas questões, inicialmente formuladas, que serviram de fio condutor à pesquisa. Reconhecendo que o desemprego não pode ser visto como uma realidade social ontolo-gicamente dissociada dos indivíduos, isto é, separada dos desempregados, assumiu-se que as consequências que ele gera estão antes de mais inscritas nas histórias pessoais, singulares e irredutíveis, daqueles que o experimentam. Nesse sentido, como próprio título indicia – “Para Além dos Números…” –, o método seguido consistiu em não entender o desemprego apenas pelo lado das consequências macro (redução da capacidade produtiva...

‣ O desemprego em Portugal : uma análise ao nível dos concelhos entre 2001/2009

Rajado, Paulo José do Vale Pereira Santos
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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A evolução do desemprego em Portugal é um fator de crescente preocupação devido, por um lado, ao seu progressivo aumento que se tem verificado nos últimos anos e, por outro lado, devido à situação económica vivida mais recentemente. O desemprego perdeu o caráter individual para adquirir, cada vez mais, um caráter conjuntural e estrutural. Taxas de desemprego elevadas são um problema para a sociedade contemporânea a que a economia portuguesa não é alheia, contribuindo para a tornar mais débil, perante um quadro internacional muito competitivo. O quadro de crise económica e financeira em que Portugal se encontra desde 2001, tem tido repercussões económicas, geográficas e sociais, que condicionaram a atuação política, cujo efeito é mais visível e sentido ao nível do emprego e da sua crescente precariedade. O tema desemprego tornou-se, por isso, fator importante de análise socioeconómica e de tomada de medidas políticas para o controlar. O presente estudo organiza-se em duas partes distintas. Na primeira parte é avaliada a evolução do desemprego nos concelhos de Portugal Continental, no período de 2001 a 2009, através dos dados publicados pelo IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional. Na segunda parte analisamos estes mesmos dados...

‣ Para ajudar a Sísifo: uma abordagem integrante da experiência de desemprego

Costa, António Alberto Magalhães da
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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O desemprego em Portugal sofreu nos últimos anos uma evolução dramática e é unanimemente considerado como um dos mais importantes problemas das sociedades contemporâneas do mundo ocidental. No seio da União Europeia, Portugal foi durante muitos anos um dos países com taxas de desemprego mais baixas, mas a evolução não foi complacente: de uma taxa de desemprego de 4,6 % em 2001 para 15,9% em 2012 (Eurostat), de 316440 pessoas registadas como desempregadas em 2001, para 675466 em 2012 (IEFP). Sendo certo que o emprego e o desemprego dependem, em primeiro lugar, do estado da economia, as políticas de emprego sempre desempenharam um papel importante na contenção dos impactos negativos das situações de desemprego e na dinamização das soluções de emprego para as pessoas, com particular atenção às mais vulneráveis. O cadastro de definição e implementação destas medidas é impressionante: no âmbito do serviço público de emprego, entre 2001 e 2012, foram abrangidas cerca de 1.000.000 de pessoas em medidas de emprego e cerca de 1.850.000 de pessoas em medidas de formação. A avaliação do impacto das diferentes acções não é uniforme, mas não obstante as críticas a determinadas fórmulas concretas de definição...