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‣ Uma aproximação entre liderança transformacional e Teoria da Ação Comunicativa

Vizeu,Fabio
Fonte: Universidade Presbiteriana Mackenzie Publicador: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2011 Português
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Desde o trabalho seminal de Burns (1978) sobre liderança transformacional, muitos autores defendem que líderes são bem-sucedidos se não se comportam como gerentes. Longe de representar um argumento sem base teórica, defende-se que o modelo de liderança transformacional pode ser considerado a partir do ponto de vista de teorias sociais mais complexas como a Teoria da Ação Comunicativa, de Habermas. Essa é a proposta deste trabalho, que, considerando a dicotomia entre a ação estratégica e a ação comunicativa, observou os fundamentos ontológicos para a diferenciação entre gerentes e líderes transformacionais. Nesse sentido, reconhecemos que a Teoria da Ação Comunicativa provê análise crítica da liderança transformacional, pois permite uma melhor compreensão de alguns de seus elementos, ao mesmo tempo que questiona outros, provendo um entendimento menos ingênuo sobre o fenômeno da liderança, tal qual aquele apresentado pela visão gerencialista nos estudos da liderança. Uma dessas contribuições é a concepção da liderança transformacional como um fenômeno contextualizado pela liberdade do discurso, propiciando a ação comunicativa a partir de mecanismos organizacionais que são livres de constrangimentos à interação comunicativa...

‣ Los mercados y el Estado en la evolución del "manifiesto" de Prebisch

Dosman, Edgar
Fonte: CEPAL - Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe Publicador: CEPAL - Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe
Português
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Ensayo presentado en homenaje a Raúl Prebisch; Incluye Bibliografía; Introducción Cuando Raúl Prebisch murió en 1986 sus ideas estaban pasadas de moda en el Washington de Ronald Reagan y en las capitales latinoamericanas, desechadas por la mayoría de los economistas occidentales como anticuadas --o incluso peligrosamente equivocadas en la nueva cruzada por la globalización. Sólo los círculos de las Naciones Unidas y un pequeño grupo de partidarios insistían en su contribución permanente. Era como si su vida hubiera sido el mero reflejo de la turbulencia de un siglo breve y violento --como lo denominó Hosbawn (1994);--; ahora que había concluido, con la guerra fría relegada a la historia, también lo estaba (al parecer); el legado de Prebisch. Ha ocurrido exactamente lo contrario. La vida y obra de Prebisch conservan una importancia contemporánea notable. Su estatura como economista y formulador de políticas ha crecido en vez de disminuir; y el reconocimiento de la magnitud de su aporte sigue expandiéndose a medida que los académicos recopilan fuentes y manuscritos inéditos. Resulta que Prebisch se conserva muy bien. El tema central de sus preocupaciones desde los años veinte hasta el diálogo Norte-Sur era la relación entre los mercados y el Estado; hoy la globalización y los descontentos con ella (o la "globalización civilizadora"...