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‣ Estatuto de conservação das plantas vasculares endémicas dos Açores segundo os critérios da IUCN : implicações ao nível do ordenamento do território e do planeamento ambiental

Corvelo, Rodolfo Artur Ferreira
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 23/02/2010 Português
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48.63347%
Dissertação de Mestrado em Ordenamento do Território e Planeamento Ambiental; Apenas 7 plantas vasculares, entre as 72 referidas como endémicas para os Açores, foram alvo de avaliação segundo os critérios mais recentes estabelecidos pela IUCN. Mesmo para essas plantas, os dados em que se baseou a avaliação parecem algo desactualizados e restritos. Com o desenvolvimento dos projectos ATLÂNTICO e BIONATURA, existe hoje uma grande quantidade de informação disponível sobre a distribuição e a abundância das plantas vasculares endémicas dos Açores. Para além disso, muitas das plantas foram avaliadas no sentido de determinar qual a sua prioridade em termos de conservação durante o projecto BIONATURA, cujos resultados já foram publicados. Embora a classificação atribuída pela IUCN não seja o único sistema a considerar quando se definem prioridades em conservação, continua a ser utilizado a nível global para determinar o grau de ameaça a que as espécies se encontram sujeitas. Assim, estão reunidas as condições para que se proceda a uma análise global da situação de referência relativa às plantas vasculares endémicas dos Açores. Mesmo para as espécies cuja abundância e as ameaças são menos conhecidas...

‣ Actualização da malacofauna da Ilha Graciosa

Lourenço, Paula C.; Martins, António M. de Frias
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em /06/2005 Português
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48.02339%
XI Expedição Científica do Departamento de Biologia - Graciosa 2004.; De todas as ilhas do arquipélago dos Açores, a ilha Graciosa tem sido, a par do Corvo, a mais negligenciada em termos de estudo da sua fauna malacologica, provavelmente devido ao inferior número de espécies existentes e ao menor interesse uma vez que não são conhecidas, até ao momento, espécies endémicas da ilha. A primeira recolha de moluscos na ilha Graciosa foi efectuada por Morelet e Drouët, em 1857, durante a sua visita “às ilhas negligenciadas pelos seus precedentes” com o objectivo de “estudar a Fauna malacológica do arquipélago” (Morelet, 1860). Em 1919 a ilha Graciosa foi visitada por Augusto Nobre que procedeu a uma recolha de moluscos terrestres em sete das nove ilhas do arquipélago, tendo os resultados sido publicados em 1924 num artigo intitulado “Contribuições para a Fauna dos Açores”. Backhuys visitou o arquipélago em 1969 e recebeu material recolhido por Georg Visser e Jan Zoer em 1973; apesar de não ter efectuado recolhas nesta ilha, faz algumas referências a algumas espécies de moluscos identificadas a partir de material enviado por colaboradores (Backhuys, 1975). Em 1985 o Departamento de Biologia da Universidade dos Açores começou a promover expedições científicas às ilhas do arquipélago consideradas periféricas. A primeira expedição do Departamento à ilha Graciosa ocorreu em 1988...

‣ Contributo para o estudo das plantas vasculares endémicas da Ilha das Flores (Açores).

Oliveira, José N. B.; Furtado, Duarte; Almeida, José M.; Medeiros, Margarida C.
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em //1990 Português
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58.21452%
IV Expedição Científica do Departamento de Biologia – Flores 1989.; Conforme mostra MALATO-BELIZ (1988), o número de taxa vasculares endémicos nas ilhas dos Açores varia entre um máximo de 62 taxa (ilha de S. Miguel) e um mínimo de 11 taxa endémicos na ilha Graciosa. A pequena ilha das Flores com 51 taxa endémicos ultrapassa claramente neste particular as ilhas Graciosa (11), S. Maria (35) e Corvo (37) e quase iguala em número de espécies endémicas ilhas bastante maiores como a Terceira (55) e o Faial (55). Não admira pois que em termos da relação "nº taxa endémicos/unidade de superfície (Km2)" a ilha das Flores com 0,357 end./Km2, apenas seja ultrapassada por S. Maria (0,360 end./ Km2) e pelo Corvo (2,126 end./Km2), 0 valor médio para o arquipélago situa-se apenas nos 0,184 end./Km2. A explicação para esta relativa riqueza em espécies endémicas da ilha das Flores fica sem dúvida a dever-se à grande diversidade de biótopos que ela possui e à existência de algumas manchas vegetais menos alteradas pelo homem.

‣ Contribuição para o estudo das plantas vasculares da ilha de Santa Maria, Açores.

Pereira, Maria J.
Fonte: Universidade dos Açores Publicador: Universidade dos Açores
Tipo: Relatório
Publicado em //1991 Português
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47.684434%
V Expedição Científica do Departamento de Biologia – Santa Maria e Formigas 1990.; Integrada na expedição científica Santa Maria - 1990, foi realizada uma incursão a esta ilha com os objectivos principais de: aumentar a colecção do herbário da Universidade dos Açores e angariar informação sobre a localização e fenologia das espécies endémicas da Macaronésia.

‣ A perspectiva arquipelágica: Açores

Cardoso, Pedro; Borges, Paulo A. V.; Costa, Ana C.; Cunha, Regina Tristão da; Gabriel, Rosalina; Martins, António M. de Frias; Silva, Luís; Homem, Nídia; Martins, Mónica; Rodrigues, Pedro; Martins, Berta; Mendonça, Enésima
Fonte: Consejería de Medio Ambiente y Ordenación Territorial, Gobierno de Canarias Publicador: Consejería de Medio Ambiente y Ordenación Territorial, Gobierno de Canarias
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2008 Português
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47.91909%
"[…]. Dada a inexistência de um catálogo nacional ou regional de espécies ameaçadas, e considerando que muitas das espécies endémicas dos Açores, raras e sujeitas a várias ameaças, não se encontram abrangidas por directivas e convenções internacionais, nem foram alvo de avaliação por nenhum tipo de critérios (IUCN ou outros), houve necessidade de uma definição de prioridades em termos de acções de conservação baseada numa fundamentação tanto quanto possível clara e objectiva. Nesse sentido, a lista agora apresentada permite-nos realizar uma análise de prioridades para os Açores. Com base nos mesmos critérios e pontuações já referidos em capítulos anteriores, organizou-se o Top 100 dos Açores, listagem que permitirá a prioritização de esforços e recursos (humanos, financeiros ou outros) a nível regional de forma objectiva, previamente acordada entre os intervenientes (gestores e cientistas). Pretende-se assim diminuir a subjectividade que, mais frequentemente do que é em geral admitido, está inerente à atribuição de recursos para a conservação do nosso património natural." [da Introdução]

‣ A perspectiva Macaronésica

Martín, José L.; Arechavaleta, Manuel; Borges, Paulo A. V.; Faria, Bernardo F.
Fonte: Consejería de Medio Ambiente y Ordenación Territorial, Gobierno de Canarias Publicador: Consejería de Medio Ambiente y Ordenación Territorial, Gobierno de Canarias
Tipo: Parte de Livro
Publicado em //2008 Português
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48.44128%
"As 100 espécies seleccionadas como prioritárias para a gestão na Macaronésia europeia (i.e., Açores, Madeira, Selvagens e Canárias) são maioritariamente das Canárias (51 taxa), em segundo lugar do arquipélago da Madeira (26 taxa) e em terceiro lugar do arquipélago dos Açores (23 taxa). Esta distribuição é apenas mais ou menos concordante com a riqueza relativa das três regiões, já que estão registadas apenas 420 espécies endémicas para os Açores (Borges et al., 2005, 2008a), 1284 espécies endémicas para os arquipélagos da Madeira e Selvagens (Borges et al., 2008b) e 3572 espécies endémicas para as ilhas Canárias (Martín et al., 2005). A lista "Top 100" inclui taxa da flora e da fauna dos três arquipélagos macaronésicos acima referidos. O grupo dominante, ao nível do filo ou da divisão, é o das fanerogâmicas ou plantas com flor, no qual se incluem 66 taxa, seguido dos artrópodes, representados por 17 taxa. A distribuição por arquipélagos é desigual, e embora este padrão global se repita entre as espécies da Madeira e das Canárias, no caso dos Açores isso não sucede: o grupo mais numeroso é de longe o dos artrópodes, que compreende 12 dos 23 taxa selecionados".

‣ Aplicação de técnicas de conservação in vitro para a conservação de espécies ameaçadas

Fernandes, Laura
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2008 Português
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47.52486%
Dissertação mest., Engenharia Biológica, Universidade do Algarve, 2008; É cada vez maior o numero de espécies que se encontram ameaçadas de extinção no seu habitat natural, existinto uma necessidade crescente de elaborar estratégias para a sua conservação. Com os avanços na área da biotecnologia vegetal tal torna-se possível, recorrendo por exemplo a técnicas de cultura in vitro. Este trabalho focou-se em duas espécies endémicas algarvias, Tuberaria major e Plantago algarbiensis, que apesar de se saber que se encontram em perigo de extinção, nada foi feito no sentido de estabelecer métodos que visem a sua conservação. Relativamente à espécie T. major foi estudada a germinação in vitro de sementes e a partir dos rebentos originados estabeleceu-se um protocolo de micropropagação tendo em vista a produção em massa de plantas. O meio MS com 0,2 mg l-1 Zea demonstrou ser o meio mais eficaz para produzir elevada quantidade de rebentos. Na fase de enraizamento, a redução dos sais do meio basal foi o parâmetro que mais contribuiu para o sucesso desta fase. Após 6 semanas de aclimatização obteve-se um máximo de 97% de sobrevivência. Numa fase posterior foram estudadas duas vias de conservação de germoplasma desta espécie...

‣ Campo rupestre recém-queimado na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil: plantas de rebrota e sementes, com espécies endêmicas na rocha

Neves,Sâmia Paula Santos; Conceição,Abel Augusto
Fonte: Sociedade Botânica do Brasil Publicador: Sociedade Botânica do Brasil
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 Português
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48.056455%
O fogo é um distúrbio recorrente em muitas áreas da Chapada Diamantina, geralmente originado por ação antrópica e que ocasiona rápidas mudanças nas comunidades. Este trabalho objetiva conhecer a composição e estrutura da vegetação de uma área de campo rupestre recém-queimada no Parque Nacional da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil, situada entre 700 e 800 m acima do nível do mar, visando discussão das estratégias de regeneração das espécies mais conspícuas e das similaridades florísticas entre áreas com e sem distúrbio recente de fogo. Foi realizado um censo das espécies de plantas vasculares ocorrentes em 16 parcelas de 10x10 m, sendo as coberturas estimadas em cinco subparcelas de 2x2 m de cada parcela. Foram encontradas 85 espécies de 34 famílias, sendo 11 de monocotiledôneas, 22 de eudicotiledôneas e uma de monilófita. A espécie mais abundante foi Panicum trinii Kunth (Poaceae) e a mais frequente Periandra mediterranea (Vell.) Taub. (Fabaceae). O índice de Shannon foi 3,4. A área estudada agrupou-se com a área de afloramento rochoso em altitude menos elevada (38% de similaridade). É possível que o fogo seja mais frequente nessas áreas menos isoladas, em relação às dos topos de morros. As espécies dominantes se restabeleceram principalmente a partir de gemas de sistemas subterrâneos e aéreos. Uma das espécies mais frequentes...

‣ História evolutiva das espécies não-andinas de Scytalopus inferida através da variabilidade no DNA mitocondrial

Mata, Helena
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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47.72625%
Em decorrência da grande semelhança morfológica e da condição críptica de algumas de suas espécies o gênero Scytalopus representa um dos grupos de aves de taxonomia mais difícil. Até o presente, a identificação das espécies vinha sendo obtida basicamente através de sua distribuição geográfica e bioacústica, o que se mostrou pouco efetivo para o conhecimento mais detalhado das espécies e suas relações. Com este estudo pretende-se conhecer as relações filogenéticas das espécies brasileiras de Scytalopus, até então indefinidas, e colaborar para o reconhecimento de novas espécies. Foram estudadas as cinco espécies descritas atualmente: S iraiensis, S. novacapitalis, S. speluncae, S. indigoticus e S. psychopompus e duas espécies novas sendo descritas: S. sp. nov. 1 da Serra do Espinhaço e S. sp. nov. 2 do sul do Brasil. Foram analisados os segmentos dos genes mitocondrial ND2, citocromo b e da região controle utilizando-se métodos de Distância, Máxima Parcimônia e Máxima Verossimilhança, resultando em uma hipótese filogenética consistente. As espécies de Scytalopus brasileiras apresentam-se divididas em dois grandes grupos: (1) S. indigoticus/psychopompus; (2) S. speluncae lato sensu, compreendendo as espécies S. speluncae...

‣ Aplicación de los conceptos actuales de especies endémicas y áreas de endemismo a especies animales migratorias

Novoa Salamanca, Natalia María
Fonte: Pontifícia Universidade Javeriana Publicador: Pontifícia Universidade Javeriana
Tipo: bachelorThesis; Trabajo de Grado Formato: application/pdf
Português
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58.558857%
Morrone (2001) define área de endemismo, a partir de la superposición de las áreas de distribución de dos o más taxones diferentes. Aunque varios autores han planteado diferentes definiciones, no se ha tenido en cuenta si alguna puede ser aplicada a especies animales migratorias, siendo especies que dejan su hábitat viajando grandes distancias para obtener alimento, pareja o algún otro recurso y volviendo a su hábitat. Entre los objetivos, está establecer si se puede hablar de especies animales migratorias como especies endémica y si se puede aplicar alguna de las definiciones de áreas de endemismo a especies migratorias. Para cumplir con los objetivos, se realizaron tablas evidenciando las definiciones sobre especies endémicas, áreas de endemismo y migración, asimismo, se revisó bibliografía acerca de la migración y de los patrones que existen dentro de éste, dando ejemplos e identificando cuales especies son endémicas. Por último se revisaron si las especies utilizadas en algunos estudios recientes de biogeografía vicariante eran migratorias o no. Dentro de los resultados, se obtuvo que existen varias definiciones de áreas de endemismo, diferenciándose en si tener en cuenta o no la simpatría extensiva y si las unidades adecuadas para análisis biogeográficos son las áreas de endemismo o los elementos bióticos. Con respecto a los patrones de migración se obtuvieron ejemplos de cada uno mostrando las rutas de los viajes...

‣ State of the art in taxonomy of Chilean freshwater bivalves: Advances and difficulties

Fonte: Universidade Católica de Temuco Publicador: Universidade Católica de Temuco
Tipo: Artículo de Revista
Português
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48.12023%
An update of the Chilean freshwater bivalve taxonomy is presented. The bivalves described at present are adscribed to two families: Hyriidae represented only by the genus Diplodon with two species (D. chilensis and D. solidulus) and Sphaeriidae represented by three genera: Pisidium with seven species (P. chilense, P. magellanicum, P. lebruni, P. observationis, P. meierbrooki, P. huillichum and P. llanquihuense), Sphaerium with two species (S. lauricochae and S. forbesi), and Musculium with two species (M. argentinum and M. patagonicum). Sub-generic and sub-specific taxa are recognized for Hyriidae only. The present study includes the synonymy, type locality and geographic distribution where the species have been recorded. The most reliable diagnostic features for Hyriidae species identification are the hinge morphology in adult specimens, the presence or absence of the valve teeth, and their position and shape in larvae. At the generic level within Sphaeriidae, the most reliable taxonomic characters are the morphology and number of the siphons, and the size of both demibranchs. At the species level these characters are valve morphometry and morphology, which includes beak position, hinge features, shape and size of cardinal teeth, valve sculpture and pore density of the inner surface of valves. Results are discussed regarding advances and conflicts related to the taxonomic and systematic arrangement in both families...

‣ Estado de conocimiento de los bivalvos dulceacuicolas de Chile

Fonte: Universidade Católica de Temuco Publicador: Universidade Católica de Temuco
Tipo: Artículo de Revista
Português
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48.082334%
The current knowledge about the Chilean freshwater bivalves is presented. The bivalves described at present are adscribed to two families: Hyriidae represented only by the genus Diplodon with two species (D. chilensis and D. solidulus) and Sphaeriidae represented by three genera: Pisidium with seven species (P. chilense, P. magellanicum, P. lebruni, P. observationis, P. meierbrooki, P. huillichum and P. llanquihuense), Sphaerium with two species (S. lauricochae and S. forbesi), and Musculium with two species (M. argentinum and M. patagonicum). Subgeneric and subspecific taxa are recognized for Hyriidae only. Pisidium chilense, P. huillichum, P. llanquihuense P. lebruni and D. solidulus are proposed as endemic species for Chile. It is allocated the geographic distribution of the species, the taxonomic implications of the phenotypic variations exhibited by hyrids, the causes of the declination of the populations and the lack of knowledge in both families are analyzed. Specialists on the field and the available collections are listed.; Se presenta el estado actual del conocimiento de los bivalvos dulceacuícolas chilenos. Las especies descritas a la fecha, pertenecen a las familias Hyriidae, representada sólo por el género Diplodon con dos especies (D. chilensis y D. solidulus) y Sphaeriidae con tres géneros: Pisidium con siete especies (P. chilense...

‣ Monitoreo de las especies endémicas amenazadas Tingua bogotana Rallus semiplumbeus y el Cucarachero de Pantano Cistothorus apolinari en el Tercio Alto del Humedal Juan Amarillo Distrito Capital; Monitoring of the threatened endemic species Tingua bogotana Rallus semiplumbeus and the Cucarachero of Pantano Cistothorus apolinari in the upper third in the Capital District Juan Amarillo Wetland

Novoa Salamanca, Monica Andrea
Fonte: Universidad Militar Nueva Granada; Facultad de Ingeniería; Especialización en Planeación Ambiental y Manejo Integral de los Recursos Naturales Publicador: Universidad Militar Nueva Granada; Facultad de Ingeniería; Especialización en Planeación Ambiental y Manejo Integral de los Recursos Naturales
Tipo: bachelorThesis; Trabajo de grado Formato: pdf; pdf
Português
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47.97965%
Bogotá cuenta con trece humedales que hacen parte de la estructura ecológica principal del distrito capital y su región; estos constituyen el más importante centro de reproducción de aves al norte de los Andes, por lo que han sido declarados como áreas importantes para la conservación de las aves de Colombia y del mundo (AICAS). En los humedales de Bogotá se han registrado 166 especies y subespecies de aves reunidas en 40 familias, destacándose la presencia de tres especies endémicas de la altiplanicie cundiboyacense: La tingua Bogotana (Rallus semiplumbeus), el cucarachero de pantano (Cistothorus apolinari) y el chamicero (Synallaxis supbudica) las dos primeras encontrándose amenazadas. Al realizarse el monitoreo de éstas aves en el humedal no se encontraron registros de individuos en el tercio alto del humedal debido en gran parte al incremento de helófitas, contaminación de aguas y terrarización del humedal lo que trae como consecuencias extinciones locales de algunas especies particularmente de hábitat acuático. Lo que muestra la preocupante situación que presenta estas especies en los humedales de Bogotá especialmente en el Humedal Juan Amarillo, donde no se ha hallado recientemente ningún registro del cucarachero y se cree extinta y la observación de unos pocos individuos de la tingua bogotana en el sector 2 o tercio medio del humedal nombrado chucua de los curíes donde se han registrado muy pocos individuos en los últimos 2 años reportado por la organización ambiental Humedales Bogotá.; Bogotá has thirteen wetlands that are part of the main ecological structure of the district capital and its region; these are the most important bird breeding center north of the Andes...

‣ Espécies endêmicas do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais

ROMERO,ROSANA; NAKAJIMA,JIMI NAOKI
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 Português
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47.91909%
O Parque Nacional da Serra da Canastra localiza-se nos municípios de São Roque de Minas, Sacramento e Delfinópolis, sudoeste de Minas Gerais (20°00'-20°30' S e 46°15'-47°00' W), abrangendo uma área de 71.525 ha e com altitudes variando entre 800 e 1200 m, atingindo um máximo de 1496 m. Os tipos de vegetação são as florestas mesófilas de encosta, capões, cerradão, cerrado, campo cerrado, campo limpo e campo rupestre. As coletas foram realizadas ao longo da estrada principal que atravessa o Parque, bem como nas estradas abandonadas, de fevereiro de 1994 a dezembro de 1995, em intervalos de dois meses, totalizando 12 viagens. O levantamento florístico apresenta 101 famílias, das quais 73 foram identificadas, totalizando 768 espécies. Com base na distribuição de 45 espécies endêmicas, incluindo várias espécies novas, pertencentes a 11 famílias, foram delimitadas e descritas 17 áreas de endemismo, as quais são propostas como zonas de preservação permanente.

‣ Variabilidad genética espacial y ecología molecular en dos especies de roedores del Archipiélago de Tierra del Fuego: Ctenomys magellanicus, especie nativa y Castor canadensis, especie invasora; Spatial genetic variability and molecular ecology in two rodent species ot the Tierra del Fuego Arcipiélago: Ctenomys magellanicus, a native species and Castor canadensis, an invader species

Fasanella, Mariana
Fonte: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires Publicador: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires
Tipo: info:eu-repo/semantics/doctoralThesis; tesis doctoral; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em //2012 Português
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47.52486%
En esta tesis, se analizan a nivel molecular dos especies que habitan el Archipiélago de Tierra del Fuego (ATDF): una especie endémica (Ctenomys magellanicus) y una invasora (Castor canadensis). Ctenomys magellanicus se encuentra en estado Vulnerable según la UICN y es la única especie del género Ctenomys que se encuentra en Tierra del Fuego, mientras que el castor es la exótica más importante del ATDF y que genera mayores problemas a nivel ecológico y económico. Utilizando trampas de captura muerta, se capturaron 255 ejemplares de C. canadensis muestreados en todo el ATDF incluyendo Chile y Argentina, mientras que se capturaron 60 ejemplares de C. magellanicus de la zona norte de la Isla Grande de TDF (Argentina) utilizando trampas de captura viva. Utilizando marcadores moleculares (ADNmt y microsatélites), se estudió la variabilidad genética y la estructura genético poblacional de ambas especies. Para esto se subdividió a la población de castor en 5 subpoblaciones y a la de tucos en dos regiones (REGION NORTE y REGION SUR) según la forma cromosómica y dentro de cada una en 2 y 4 subpoblaciones respectivamente. Para C. magellanicus se detectaron 9 haplotipos de ADNmt, 3 exclusivos de la REGION NORTE y 6 exclusivos de la REGION SUR mientras que para castor se encontraron 7 haplotipos distribuidos en casi todas las subpoblaciones. Se encontró una significativa estructuración genética en la población de tucos (tanto con el marcador mitocondrial Φst=0...

‣ Características de las presas del Peuquito (Accipiter chilensis) en el Bosque Templado Austral; Prey characteristics of the chilean hawk (Accipiter chilensis) in the southern temperate forest

Figueroa Rojas, Ricardo A.; Orellana, Sergio A.; Bravo Vivanco, Carlos; Corales Stappung, E. Soraya; González, Benito A.; Ibarra-Vidal, Héctor
Fonte: Aves Argentinas / Asociación Ornitológica del Plata Publicador: Aves Argentinas / Asociación Ornitológica del Plata
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; artículo; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em /12/2004 Português
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48.320557%
De acuerdo a la literatura y a nuestras observaciones, al menos 37 taxa de vertebrados y 2 de insectos constituyen las presas del Peuquito (Accipiter chilensis) en el Bosque Templado Austral. Entre los vertebrados, la mayor parte de los taxa corresponde a aves (31 especies), seguido de roedores (4) y reptiles (2). De las 36 especies de vertebrados determinadas, el 44.4% son endémicas de la ecorregión del Bosque Templado Austral y el 47.2% son de distribución amplia. Sin embargo, cuando se consideran solamente a aquellas asociadas a ambientes boscosos (30 especies), la proporción de especies endémicas del Bosque Templado Austral alcanza al 53.3%. Entre éstas, 14 especies (46.7%) son especialistas de bosque. La mayor parte de las presas de bosque son especies especialistas de suelo y generalistas de microhábitat (i.e., que utilizan simultáneamente el suelo, troncos y el dosel). El 40% de las especies presa de bosque son consideradas sensibles a la destrucción del hábitat.; According to the literature and our observations, at least 37 taxa of vertebrates and 2 of insects are prey of the Chilean Hawk (Accipiter chilensis) in the Southern Temperate Forest. Among vertebrate prey, most taxa are birds (31 species), followed by rodents (4) and reptiles (2). Considering the 36 identified vertebrate prey species...

‣ Variabilidad genética espacial y ecología molecular en dos especies de roedores del Archipiélago de Tierra del Fuego: Ctenomys magellanicus, especie nativa y Castor canadensis, especie invasora; Spatial genetic variability and molecular ecology in two rodent species ot the Tierra del Fuego Arcipiélago: Ctenomys magellanicus, a native species and Castor canadensis, an invader species

Fasanella, Mariana
Fonte: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires Publicador: Facultad de Ciencias Exactas y Naturales. Universidad de Buenos Aires
Tipo: Tesis Doctoral Formato: text; pdf
Publicado em //2012 Português
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47.52486%
En esta tesis, se analizan a nivel molecular dos especies que habitan el Archipiélago de Tierra del Fuego (ATDF): una especie endémica (Ctenomys magellanicus) y una invasora (Castor canadensis). Ctenomys magellanicus se encuentra en estado Vulnerable según la UICN y es la única especie del género Ctenomys que se encuentra en Tierra del Fuego, mientras que el castor es la exótica más importante del ATDF y que genera mayores problemas a nivel ecológico y económico. Utilizando trampas de captura muerta, se capturaron 255 ejemplares de C. canadensis muestreados en todo el ATDF incluyendo Chile y Argentina, mientras que se capturaron 60 ejemplares de C. magellanicus de la zona norte de la Isla Grande de TDF (Argentina) utilizando trampas de captura viva. Utilizando marcadores moleculares (ADNmt y microsatélites), se estudió la variabilidad genética y la estructura genético poblacional de ambas especies. Para esto se subdividió a la población de castor en 5 subpoblaciones y a la de tucos en dos regiones (REGION NORTE y REGION SUR) según la forma cromosómica y dentro de cada una en 2 y 4 subpoblaciones respectivamente. Para C. magellanicus se detectaron 9 haplotipos de ADNmt, 3 exclusivos de la REGION NORTE y 6 exclusivos de la REGION SUR mientras que para castor se encontraron 7 haplotipos distribuidos en casi todas las subpoblaciones. Se encontró una significativa estructuración genética en la población de tucos (tanto con el marcador mitocondrial Φst=0...

‣ Características de las presas del Peuquito (Accipiter chilensis) en el Bosque Templado Austral; Prey characteristics of the chilean hawk (Accipiter chilensis) in the southern temperate forest

Figueroa Rojas, Ricardo A.; Orellana, Sergio A.; Bravo Vivanco, Carlos; Corales Stappung, E. Soraya; González, Benito A.; Ibarra-Vidal, Héctor
Fonte: Revista de Ornitología Neotropical; Aves Argentinas; Aves Argentinas / Asociación Ornitológica del Plata Publicador: Revista de Ornitología Neotropical; Aves Argentinas; Aves Argentinas / Asociación Ornitológica del Plata
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; artículo; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: application/pdf
Publicado em /12/2004 Português
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48.320557%
De acuerdo a la literatura y a nuestras observaciones, al menos 37 taxa de vertebrados y 2 de insectos constituyen las presas del Peuquito (Accipiter chilensis) en el Bosque Templado Austral. Entre los vertebrados, la mayor parte de los taxa corresponde a aves (31 especies), seguido de roedores (4) y reptiles (2). De las 36 especies de vertebrados determinadas, el 44.4% son endémicas de la ecorregión del Bosque Templado Austral y el 47.2% son de distribución amplia. Sin embargo, cuando se consideran solamente a aquellas asociadas a ambientes boscosos (30 especies), la proporción de especies endémicas del Bosque Templado Austral alcanza al 53.3%. Entre éstas, 14 especies (46.7%) son especialistas de bosque. La mayor parte de las presas de bosque son especies especialistas de suelo y generalistas de microhábitat (i.e., que utilizan simultáneamente el suelo, troncos y el dosel). El 40% de las especies presa de bosque son consideradas sensibles a la destrucción del hábitat.; According to the literature and our observations, at least 37 taxa of vertebrates and 2 of insects are prey of the Chilean Hawk (Accipiter chilensis) in the Southern Temperate Forest. Among vertebrate prey, most taxa are birds (31 species), followed by rodents (4) and reptiles (2). Considering the 36 identified vertebrate prey species...

‣ Características de las presas del Peuquito (Accipiter chilensis) en el Bosque Templado Austral

Figueroa Rojas,Ricardo A.; Alvarado Orellana,Sergio; Bravo Vivanco,Carlos; Corales Stappung,E. Soraya; González,Benito A.; Ibarra-Vidal,Héctor
Fonte: El hornero Publicador: El hornero
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 Português
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48.320557%
De acuerdo a la literatura y a nuestras observaciones, al menos 37 taxa de vertebrados y 2 de insectos constituyen las presas del Peuquito (Accipiter chilensis) en el Bosque Templado Austral. Entre los vertebrados, la mayor parte de los taxa corresponde a aves (31 especies), seguido de roedores (4) y reptiles (2). De las 36 especies de vertebrados determinadas, el 44.4% son endémicas de la ecorregión del Bosque Templado Austral y el 47.2% son de distribución amplia. Sin embargo, cuando se consideran solamente a aquellas asociadas a ambientes boscosos (30 especies), la proporción de especies endémicas del Bosque Templado Austral alcanza al 53.3%. Entre éstas, 14 especies (46.7%) son especialistas de bosque. La mayor parte de las presas de bosque son especies especialistas de suelo y generalistas de microhábitat (i.e., que utilizan simultáneamente el suelo, troncos y el dosel). El 40% de las especies presa de bosque son consideradas sensibles a la destrucción del hábitat.

‣ Especies vegetales en peligro, su distribución y estatus de conservación de los ecosistemas donde se presentan

Royo-Márquez,Mario Humberto; Melgoza-Castillo,Alicia; Quintana-Martínez,Gustavo
Fonte: Instituto Nacional de Investigaciones Forestales, Agrícolas y Pecuarias Publicador: Instituto Nacional de Investigaciones Forestales, Agrícolas y Pecuarias
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2014 Português
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En México, la norma oficial mexicana (NOM-059-SEMARNAT-2010) integra especies de flora y fauna silvestres en riesgo, pero no especifica su distribución geográfica. Como base para la realización de planes de conservación en el estado de Chihuahua es importante identificar las plantas incluidas en dicha norma, otras que deberían integrarse por su distribución restringida y rareza, así como el estado de conservación de los ecosistemas donde se presentan. En este contexto, se revisó una base de datos de alrededor de 4 000 especies de la flora de la entidad; se consultó la literatura disponible; y se realizaron visitas a diversos herbarios. En total se documentaron 195 taxa, 59 con estatus según la NOM-059, pertenecientes a 40 géneros y 21 familias, de los cuales, 19 especies son endémicas para México. Además, se proponen 31 taxa de 23 géneros y nueve familias, para ser estudiadas y evaluar su posible incorporación en la Norma, ya que son endemismos locales o registros únicos para México. Se sugieren 105 especies consideradas como raras, incluidas en 76 géneros y 37 familias. Los bosques y pastizales presentan el mayor número de especies con estatus y la más grande superficie con vegetación secundaria, lo que indica que esos ecosistemas presentan diversos grados de deterioro. Se requieren estudios poblacionales de las especies propuestas para plantear estrategias de conservación y manejo sustentable de los ecosistemas donde se desarrollan.