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‣ O papel do farmacêutico na implementação de estudos de farmacogenómica

Batalha, Ana Rita Coelho
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 Português
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37.970752%
Projeto de Pós-Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas; Nos dias de hoje existe uma preocupação acrescida de aumentar a segurança, efetividade e racionalização dos fármacos, pretendendo com isto otimizar as terapêuticas. Muitas vezes utiliza-se erradamente a Farmacogenómica como sinónimo de Farmacogenética. A Farmacogenómica é uma ciência promissora e em expansão, tendo como objetivo a terapêutica individualizada, diminuindo o risco das RAMs e da ineficácia do tratamento. Devido à sua formação, o papel do farmacêutico poderá ser uma mais-valia para esta área da terapia personalizada, prestando o seu conhecimento em fármacos. Esta dissertação divide-se em parte teórica e parte prática. Esta última consiste num estudo realizado através de um inquérito via-online, cujo objetivo é apurar o conhecimento de estudantes universitários sobre a Farmacogenómica. Nowadays there is a heightened concern of increasing safety, effectiveness and rationalization of drugs, intending to optimize this therapeutic. Often it is used incorrectly as a synonym for the Pharmacogenomics Pharmacogenetics. The Pharmacogenomics is a science promising and expanding...

‣ Farmacogenómica/farmacogenética : realidades e perspectivas na prática clínica

Gouveia, Nélia
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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38.3214%
A saúde pública abrange várias preocupações actuais, entre elas, o uso racional do medicamento com a consequente optimização das terapêuticas. Esta optimização assenta em dois grandes focos: a segurança e a efectividade, sendo intervenções prioritárias a anulação de problemas relacionados com a segurança (reacções adversas) e a maximização de questões relacionadas com a efectividade. Neste contexto, a Farmacogenómica é hoje uma área em expansão e poderá deter as ferramentas necessárias que possibilitam a construção de respostas terapêuticas dirigidas ao perfil genético dos indivíduos, permitindo respeitar a variabilidade intra e inter-individual. Este trabalho tem como objectivos: avaliar a utilização da Farmacogenómica na prática clínica hospitalar em Portugal Continental; identificar as competências necessárias a desenvolver para aplicação de técnicas de Farmacogenómica - Médico/Farmacêutico; analisar quais as futuras áreas potenciais de aplicação da Farmacogenómica na prática clínica. Para dar resposta aos objectivos definidos foram realizados dois sub-estudos distintos. O sub-estudo 1, um estudo transversal descritivo, cuja informação foi recolhida junto de serviços hospitalares previamente definidos; e o sub-estudo 2...

‣ Variação genética do gene CYPD6 na analgesia do parto : abordagem farmacogenómica

Raposo, Ana Cristina Baptista
Fonte: Universidade de Coimbra Publicador: Universidade de Coimbra
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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27.302334%
Nas parturientes, a dor, moderada ou severa, é comum após o trabalho de parto por cesariana. A administração intravenosa de morfina no período imediato à operação é um procedimento usual para o alívio da dor. Contudo, verifica-se uma grande variabilidade inter-individual na sua eficácia, conduzindo a perfis de tolerância e diversidade de aparecimento de efeitos secundários, como o prurido, náuseas e vómitos. A grande variabilidade inter-individual é devida a variações genéticas que influenciam a metabolização e/ou a acção dos fármacos, ou seja, está relacionado com a farmacogenómica. A enzima CYP2D6 tem uma elevada importância neste processo, por ser responsável pela metabolização oxidativa de vários fármacos e substâncias endógenas. O precursor da dopamina e da serotonina, dois neurotransmissores, são um exemplo de substâncias endógenas metabolizadas pela CYP2D6. A morfina promove a actividade dos neurónios dopaminérgicos, levando a um aumento na libertação de dopamina, responsável pelo controlo da dor. O gene CYP2D6 responsável pela codificação desta enzima é altamente polimórfico, resultando numa grande variabilidade de fenótipos de metabolização. A combinação de vários SNPs resulta em diferentes haplótipos que estão associados igualmente a diferentes perfis de metabolização. O presente estudo é pioneiro ao relacionar os três haplótipos (CYP2D6*4A...

‣ Farmacogenómica e Ensaios Clínicos

Reis, Lesseps dos
Fonte: Edições Universitárias Lusófonas Publicador: Edições Universitárias Lusófonas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 1219566 bytes; application/pdf
Português
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37.631238%
Aproximadamente 40% da metabolização de fármacos pelas enzimas P450 é catalisada por enzimas polimórficas que podem conduzir a metabolismo nulo, diminuido (qualitativa ou quantitativamente) ou aumentado. O recente desenvolvimento da tecnologia de matrizes de oligonucleótidos em microchips para detecção dum elevado número de mutações nos genes pode ser útil na selecção e posologia de medicamentos mais adequados ao perfil genético dos doentes. Contudo, antes da aplicação na prática clínica destes progressos é necessário testar a validação dos pressupostos mediante a realização de ensaios clínicos. No âmbito da terapêutica medicamentosa os ensaios clínicos continuam a ser o suporte da medicina baseada na evidência. Por consequência, sempre que justificado, a investigação e desenvolvimento de novos medicamentos deve incluir a informação farmacogenómica obtida dos estudos pré-clínicos (in vitro, in vivo e in silico) de modo a que os ensaios clínicos possam confirmar a relação entre o perfil genético dos doentes e a respectiva resposta terapêutica.; Revista Lusófona de Ciências e Tecnologias da Saúde

‣ Correlação entre a genotipagem dos alelos mais comuns do gene MDR1 e a farmacocinetica da droga dextromethorphan em voluntarios sadios; Influence of MDR1 polymorphisms on dextromethorphan pharmacokinetics in health Brazilian subjects

Fernanda Marconi Roversi
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 29/10/2007 Português
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27.631238%
A farmacogenômica utiliza informações genéticas para orientar a escolha da terapia farmacológica em uma base individual, pressupondo que se podem prever diferenças na resposta a agentes terapêuticos entre indivíduos, a partir de sua constituição genética. Os estudos atuais de farmacogenômica objetivam otimizar a eficácia de uma droga e diminuir os efeitos colaterais e a toxicidade. Os estudos de polimorfismos genéticos podem ter um impacto nos ajustes individuais da dose de um determinado fármaco. Os polimorfismos de genes que codificam transportadores de drogas, como o gene MDR1; das enzimas metabolizadoras de fármacos, como a isoforma 2D6 do citocromo P450 (CYP2D6), e de receptores para drogas, relacionam-se às alterações funcionais no fenótipo, contribuindo na resposta a uma droga. O dextromethorphan é um agente antitússico que atua no centro da tosse. Este fármaco é metabolizado, principalmente pela CYP2D6, no metabólito ativo Dextrorphan e sua absorção sofre interferência da proteína codificada pelo gene MDR1. O presente trabalho teve como objetivo a avaliação do genótipo de uma população de voluntários sadios através da análise dos polimorfismos dos exons mais freqüentes (12, 21, e 26) do gene MDR1...

‣ Coriandrum sativum L. (coriander) essential oil : antifungal activity and mode of action on Candida spp., and molecular targets affected in the human whole whole-genome expression = Atividade antifúngica e modo de ação do óleo essencial de Coriandrum sativum L. (coentro) sobre Candida spp. e alvos moleculares afetados na expressão do genoma humano; Atividade antifúngica e modo de ação do óleo essencial de Coriandrum sativum L. (coentro) sobre Candida spp. e alvos moleculares afetados na expressão do genoma humano

Irlan de Almeida Freires
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 26/02/2014 Português
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27.83364%
Introdução: A candidíase oral é uma infecção fúngica oportunista da cavidade oral, cujas taxas de prevalência e incidência vêm aumentando significativamente em todo o mundo. Assim, novas estratégias orientadas para gerir esta doença têm sido propostas, dentre as quais está o uso de óleos essenciais (OE) com propriedades antifúngicas. Evidências indicam que o OE de Coriandrum sativum L. (coentro) é um forte agente antifúngico contra Candida e, portanto, investigações devem dar continuidade ao conhecimento gerado. Objetivo: Este estudo buscou avaliar a atividade antifúngica e modo de ação do OE de C. sativum sobre Candida spp., e determinar os alvos moleculares afetados na expressão global do genoma humano. Material e Métodos: C. sativum foi obtido a partir do Banco de Germoplasmas do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas (Universidade Estadual de Campinas, SP, Brasil) cujo OE e fração ativa tiveram o perfil fitoquímico determinado por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massa. Posteriormente, foram realizados testes com cinco cepas de referência de Candida: Determinação da Concentração Inibitória e Fungicida Mínima (CIM/CFM); modo de ação antifúngica (ensaio do sorbitol e ergosterol); Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) de biofilmes de Candida e testes de inibição de aderência em biofilme. Utilizou-se nistatina...

‣ Influência da farmacogenòmica na terapêutica antidislipidémica

Rodrigues, Catarina Silvestre
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2010 Português
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37.631238%
Dissertação de mest., Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2010; As doenças cardiovasculares apresentam-se como uma das principais causas de óbito na maioria das sociedades modernas actuais. Factores como a idade, antecedentes familiares, sedentarismo, dietas ricas em gorduras e sal, hipertensão arterial, tabagismo, excesso de bebidas alcoólicas e as dislipidémias aumentam o risco de desenvolver este tipo de doenças. As dislipidémias são distúrbios metabólicos associados a alterações dos níveis de lipoproteínas no sangue e pertencem ao grupo de factores que, através da adopção de estilos de vida saudáveis ou, se necessário, de terapêutica farmacológica, são possíveis de manter dentro dos valores considerados ideais. No entanto, quando se recorre à terapêutica farmacológica, os resultados têm demonstrado que a resposta à terapêutica está sujeita a uma grande variabilidade interindividual. Esta pode estar relacionada com factores como a idade, o sexo, doenças concomitantes e determinantes genéticos. A farmacogenómica tem demonstrado ser fundamental no estudo da terapêutica antidislipidémica, uma vez que permite uma melhor compreensão de como os diferentes polimorfismos...

‣ Diabetes Mellitus do tipo 2: influência da farmacogenómica na terapêutica oral

Pereira, Liliana Sofia Rodrigues
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 Português
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37.631238%
Dissertação de mest., Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2011; A Diabetes Mellitus do tipo 2 (DM2) é uma doença crónica cada vez mais frequente na nossa sociedade. A sua prevalência aumenta com a obesidade e com uma alimentação desequilibrada, atingindo ambos os sexos e cada vez afecta idades mais jovens. [2] Esta doença representa um grupo de distúrbios metabólicos que se caracteriza essencialmente por um excesso de açúcar no sangue (hiperglicemia crónica), provocado por uma deficiência na produção/utilização da insulina. [2; 5; 11] Na maioria das vezes, o tratamento desta doença passa pela terapêutica não farmacológica (cuidados com a alimentação e exercício físico) aliada à terapêutica farmacológica, na qual constam: sulfonilureias, meglitinidas, biguanidas, inibidores da α-glicosidade intestinal, tiazolidinedionas e inibidores da dipeptidil-peptidase. A resposta a estes fármacos tem-se demonstrado variada, pelo que prever a resposta do fármaco num determinado paciente é uma mais-valia para melhorar a capacidade de oferecer ao doente o tratamento mais eficaz e seguro. [2; 4; 5] Até ao momento, são poucos os estudos que relacionam a farmacogenómica com a resposta à terapêutica anti-diabética. No entanto a investigação nesta área tem-se mostrado promissora...

‣ A farmacogenómica no tratamento da depressão major com inibidores selectivos da recaptação da 5-hidroxitriptamina

Borges, Salomé Rodrigues
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2011 Português
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37.631238%
Dissertação de mest., Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Univ. do Algarve, 2011; A Depressão major é uma patologia de elevada prevalência, cujo tratamento, na maior parte dos casos, é realizado com Inibidores Selectivos da Recaptação da 5-Hidroxitriptamina. Contudo, a elevada taxa de insucesso terapêutico com esta classe de antidepressivos leva a crer que existem factores genéticos podem influenciar os resultados clínicos. Desta forma, este trabalho de revisão visa a recolha de informação científica acerca da influência da farmacogenómica no tratamento da Depressão major com Inibidores Selectivos da Recaptação da 5-Hidroxitriptamina. Foram analisados os vários polimorfismos genéticos existentes em alvos farmacodinâmicos (gene transportador da serotonina e genes receptores da serotonina 1A, 1B, 2A, 3A e 3B) e em alvos farmacocinéticos (genes das enzimas dos citocromos P450 2D6, 2C9, 2C19 e 1A2), sendo por fim também enumerados alguns polimorfismos genéticos existentes em outros alvos de interesse que têm sido estudados nesta área. De modo geral, existe evidência científica de que os polimorfismos genéticos existentes nos genes estudados têm repercussões nos resultados da terapêutica da Depressão major com Inibidores Selectivos da Recaptação da 5-Hidroxitriptamina e que os testes farmacogenómicos podem ser fundamentais para uma terapia personalizada...

‣ Farmacogenómica do eixo renina angiotensina: relevância na suscetibilidade e terapêutica da hipertensão arterial

Fernandes, Joana Teresa Ribeiro Gaurim
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 Português
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37.631238%
As doenças cardiovasculares (DCVs) apresentam-se como uma das principais causas de morte e incapacidade na maioria dos países desenvolvidos. A hipertensão arterial (HTA) é um fator de risco que contribui grandemente para o desenvolvimento destas doenças, tendo estado associado, em 2004, a aproximadamente 51% das mortes por doença cerebrovascular, 45% das mortes por doença coronária e 7.5 milhões de mortes prematuras no mundo. Em Portugal, a prevalência de HTA ultrapassa os 40% na população adulta. A terapêutica farmacológica, como os inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs) e os antagonistas dos recetores da angiotensina II (ARAs), apesar de serem utilizados como fármacos de 1ª linha e de serem determinantes na evolução positiva das DCV, continuam longe dos efeitos desejados de controlo e tratamento. A variada etiologia da HTA contribui para o difícil tratamento. A farmacogenómica tem vindo a tornar-se uma ferramenta extremamente útil na deteção de grupos populacionais em risco e com fraca resposta ao tratamento, pelo que a sua prática no meio clínico deve ser privilegiada. Deste modo, este estudo incidirá sobre os polimorfismos em genes que integram o eixo renina angiotensina (ERA) – farmacodinâmica (PD) - e também sobre as alterações nos genes que podem estar envolvidos na metabolização e transporte dos fármacos anti-hipertensivos – farmacocinética (PK). Exemplos de algumas destas alterações genéticas foram já descritas na literatura. Um polimorfismo do tipo inserção/deleção (I/D) no gene que codifica a enzima de conversão da angiotensina (ECA)...

‣ A arte da farmacogenómica

Cordeiro, António Pedro Fernandes
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 Português
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38.203245%
Projeto de Pós-Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas; A medicina personalizada tem, como objetivo principal, a maximização da eficácia e a minimização dos riscos de toxicidade das drogas farmacêuticas para cada indivíduo. Atualmente, uma das maiores contribuições para esta individualização das terapêuticas advém da farmacogenómica, vertente científica que estuda a forma como os genes interferem nas respostas dos organismos a uma determinada droga. Um dos grandes estímulos para o avanço da farmacogenómica foi a sequencição do genoma humano, facilitando o estudo do efeito das variações genéticas na formação das enzimas e proteínas correlacionadas com a metabolização e transporte pelo organismo das substâncias presentes nos medicamentos. A presente revisão bibliográfica tem como objetivo principal uma visão geral sobre o estado da arte da farmacogenómica, com a introdução dos seus conceitos básicos, exemplificação de como os polimorfismos genéticos podem modular a suscetibilidade do indivíduo a determinadas patologias ou influenciar a eficácia e a segurança terapêutica das mesmas e...

‣ Farmacogenómica na terapêutica das leucemias agudas

Machado, Tatiana Isabel Silvestre
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 Português
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37.631238%
As leucemias agudas são doenças raras, quando comparadas com outros tipos de neoplasias constituindo, no entanto, a doença maligna mais comum na infância. São responsáveis por 30% de todos os tipos de cancros diagnosticados em crianças menores de 15 anos em países industrializados. Enquanto que a leucemia linfoblástica aguda apresenta uma taxa de incidência superior em crianças até aos 15 anos, correspondendo a cerca de 80% das leucemias em crianças e adolescentes, a leucemia mieloide aguda é rara abaixo dos 40 anos, sendo que a sua incidência aumenta progressivamente com a idade. As estratégias atuais de tratamento dividem a terapêutica em duas etapas: a primeira possui como objetivo induzir a remissão da doença e a segunda consiste numa terapêutica de pós-remissão com o objetivo de erradicar a doença residual mínima, evitar recidivas e promover a cura. Após anos de pesquisa na área da farmacogenómica, observa-se que as diferenças genéticas entre indivíduos podem explicar alguma da variabilidade observada na farmacocinética, eficácia e toxicidade de alguns fármacos. Embora muitos estudos relacionem diferentes respostas farmacológicas com a variabilidade genética, a maioria daqueles aplicam-se à população adulta pelo que a atenção dada à população pediátrica tem sido muito menor. Assim...

‣ Farmacogenómica

Fonseca, Filipa Alexandra Ponte
Fonte: [s.n.] Publicador: [s.n.]
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 Português
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37.83364%
Projeto de Pós-Graduação/Dissertação apresentado à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas; Diferenças inter-individuais na eficácia e toxicidade da medicação são comuns entre os pacientes. Estima-se que a genética possa explicar entre 20 a 95 por cento da variabilidade na resposta aos fármacos. Porém associados à genética, existem fatores tais como, a idade, sexo, doenças secundárias e outros fatores ambientais que afetam a absorção, distribuição, metabolização e excreção dos fármacos podendo levar, habitualmente, à ocorrência de reações adversas. Estas reações são responsáveis por milhões de hospitalizações e milhares de mortes por ano apenas nos Estados Unidos. Identificação e caracterização de um grande número de polimorfismos genéticos (biomarcadores) nas enzimas metabolizadoras e transportadoras dos fármacos pode fornecer um conhecimento aprofundado sobre os mecanismos de diferenças inter- individuais na resposta à droga. O uso de novas tecnologias moleculares, nomeadamente de sequenciação do genoma, e de diagnóstico para avaliar o perfil genético e os biomarcadores das doenças abrem novos caminhos para permitir a cada doente o esquema de tratamento que lhe pode trazer os melhores resultados. Este esquema de tratamento...

‣ A importância da farmacogenómica na terapêutica da diabetes mellitus tipo 2 e de comorbilidades associadas (hipertensão e dislipidemia)

Costa, Filipe André Santos
Fonte: Universidade do Algarve Publicador: Universidade do Algarve
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2013 Português
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37.83364%
Dissertação de mestrado, Ciências Farmacêuticas, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve, 2013; A diabetes mellitus do tipo 2 (DM2) é uma doença metabólica que resulta de um processo de resistência à ação da insulina e da incapacidade de secreção compensatória de insulina pelas células β do pâncreas. Por conseguinte, a hiperglicemia é a principal manifestação clínica desta patologia. Representado cerca de 85 a 90% dos casos totais de diabetes, a DM2 é uma verdadeira pandemia de prevalência progressivamente aumentada nestas últimas décadas sobretudo devido ao sedentarismo e aos maus hábitos alimentares. Por vezes, outras patologias, tais como a hipertensão arterial (HTA) e a dislipidemia, associam-se à DM, sendo também estas comorbilidades um importante fator de risco de doenças cardiovasculares. Assim, é igualmente importante não só tratar a DM nestes doentes, mas também a hipertensão arterial e/ou a dislipidemia caso sofram destas comorbilidades. As principais diretrizes terapêuticas recomendam a utilização dos inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs) ou dos antagonistas do recetor da angiotensina II (ARAs) para o tratamento da HTA e de estatinas ou fibratos para o tratamento da dislipidemia. No entanto...

‣ La farmacogenómica y el camino hacia la medicina personalizada

Belloso,Waldo H.; Redal,María A.
Fonte: Medicina (Buenos Aires) Publicador: Medicina (Buenos Aires)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 Português
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La variabilidad interindividual de la respuesta a fármacos reconoce a los aspectos genéticos como su principal explicación. El estudio de polimorfismos asociados con una alteración de la actividad o expresión de las proteínas que metabolizan, transportan o son blancos de acción de drogas, constituye la base de la farmacogenómica. Si bien se encuentra en sus etapas iniciales de desarrollo, en varias áreas terapéuticas el análisis farmacogenético contribuye significativamente a la selección de drogas y de dosis apropiadas para pacientes individuales, y es ya reconocido y recomendado tanto por sociedades científicas como por agencias regulatorias y organismos de políticas sanitarias. La capacidad de maximizar la eficacia y prevenir efectos adversos de fármacos mediante el estudio genético del huésped abre la puerta para la terapéutica personalizada del futuro.

‣ Nuevas perspectivas en el tratamiento del cáncer de pulmón no microcítico: farmacogenómica

Cobo Dols,M.; Gil Calle,S.; Villar Chamorro,E.; Alés Díaz,I.; Montesa Pino,A.; Alcaide García,J.; Gutiérrez Calderón,V.; Carabante Ocón,F.; Bretón García,J. J.; Benavides Orgaz,M.
Fonte: Oncología (Barcelona) Publicador: Oncología (Barcelona)
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; journal article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion Formato: text/html; application/pdf
Publicado em 01/02/2006 Português
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37.631238%
La estrategia de tratamiento más utilizada en el cáncer de pulmón no microcítico (CPNM) avanzado es la quimioterapia, concretamente la combinación de dos drogas, principalmente cisplatino con gemcitabina, vinorelbina, taxanos, irinotecan. En el pasado se han hecho intentos en vano de revertir la resistencia a la quimioterapia. La supervivencia en este estadio no suele superar los 8-10 meses con el tratamiento convencional. En el presente, intentos para superar estos resultados se focalizan en la farmacogenómica, con el objetivo de individualizar la quimioterapia basado en aspectos de biología molecular, como los polimorfismos, mutaciones genéticas, y sobreexpresión de genes que pueden funcionar como dianas de los fármacos. La evidencia indica que algunos marcadores genéticos pueden ser predictivos de resistencia a la quimioterapia. Uno de los objetivos en investigación translacional es investigar la aplicación clínica de los sistemas de reparación del DNA. Algunos genes como ERCC1, XPD polymorphisms. RRM1, BCRA1, etc, se relacionan con resistencia a cisplatino y otras drogas.

‣ Farmacogenómica cardiovascular

Scibona,Paula; Angriman,Federico; Simonovich,Ventura; Heller,Martina M.; Belloso,Waldo H.
Fonte: Elsevier Publicador: Elsevier
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 Português
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37.631238%
La enfermedad cardiovascular representa la primera causa de morbimortalidad a nivel mundial. Actualmente, la evidencia que sustenta la implementación de determinadas intervenciones terapéuticas se origina a partir de datos provenientes de grupos poblacionales. Sin embargo, los pacientes presentan variaciones interindividuales relacionadas tanto con la eficacia como con la toxicidad ante un mismo tratamiento farmacológico. Estas variaciones pueden ser explicadas principalmente por diferencias en la adherencia, interacciones no reconocidas y diferencias genéticas. Las alteraciones en el genoma explican entre un 20 y un 95% de la variabilidad interindividual tanto en la disponibilidad como en la respuesta a fármacos. En el tratamiento de las enfermedades cardiovasculares existen diversos ejemplos de dicha variabilidad genética interindividual y su impacto en la eficacia o toxicidad de diferentes fármacos. La variabilidad genética que determina la respuesta al clopidogrel radica fundamentalmente en el polimorfismo del citocromo (CYP) 2C19. Los polimorfismos en los genes CYP 2C9 y VKORC1 explican gran parte de la variabilidad en la respuesta a los anticoagulantes dicumarínicos. Con respecto al tratamiento hipolipidemiante, el polimorfismo del gen SLCO1B1 se ha asociado a la aparición de miopatía en pacientes tratados con simvastatina. Muchos otros polimorfismos han sido postulados pero sin un impacto clínico definido hasta la fecha. La utilización de la farmacogenómica en la práctica cotidiana ofrece la oportunidad de poder predecir toxicidad o eficacia terapéutica.

‣ Aspectos metodológicos y éticos de la farmacogenómica en los ensayos clínicos aleatorizados

Castillejos-López,Manuel de Jesús; García-Sancho,Ma. Cecilia; Torres-Espíndola,Luz Ma.; Pérez-Padilla,José Rogelio
Fonte: Instituto Nacional de Ciencias Médicas y Nutrición Salvador Zubirán Publicador: Instituto Nacional de Ciencias Médicas y Nutrición Salvador Zubirán
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 Português
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37.970752%
Uno de los mayores avances de la medicina moderna se ha dado con el reporte en borrador de la secuencia del genoma humano. Esto ha traído como consecuencia nuevas opciones en el diseño de la investigación clínica, en especial en los ensayos clínicos aleatorizados (ECAs). La farmacogenómica que ha emergido como una herramienta poderosa para la predicción de efectos farmacológicos basados en el genotipo de los sujetos estudiados, promete ser de gran utilidad en los próximos años para el desarrollo de la industria farmacéutica. Cabe destacar que la integración actual de los métodos de la farmacogenómica a la investigación y desarrollo (I&D) de nuevos medicamentos, ofrece la perspectiva de una nueva era en la prescripción médica, con terapias más individualizadas, disminución de eventos adversos en los pacientes y además un desarrollo más rápido y costo-efectivo de nuevos medicamentos. Sin embargo, la aplicación de la farmacogenómica a la investigación clínica representa nuevas interrogantes metodológicas, éticas y sociales que tendrán que desarrollarse de igual manera, para permitir un uso legal de la información generada por los ECAs que incorporan información genética.

‣ Farmacogenómica del tratamiento de primera línea en el cáncer gástrico: avances en la identificación de los biomarcadores genómicos de respuesta clínica

Castro-Rojas,Carlos; Ortiz-López,Rocío; Rojas-Martínez,Augusto
Fonte: Universidad del Zulia Publicador: Universidad del Zulia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2014 Português
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37.83364%
Debido a la inespecificidad de los síntomas, el cáncer gástrico (CG) es diagnosticado frecuentemente en etapas avanzadas, lo que da cuenta de los altos índices de mortalidad debido a esta neoplasia a nivel mundial. El esquema de tratamiento adyuvante o neoadyuvante en los países occidentales incluye el uso de fluoropirimidinas citotóxicas y compuestos de platino formadores de aductos en el ADN. La respuesta clínica al tratamiento con estos fármacos depende principalmente de la sensibilidad del tumor, la cual a su vez está condicionada por el nivel de expresión de los blancos terapéuticos y de las enzimas de reparación del ADN. Sumado a esto, algunos polimorfismos de línea germinal en genes asociados al metabolismo y a la respuesta a estos fármacos, han mostrado asociación con respuestas pobres y con el desarrollo de eventos adversos, incluso con resultados fatales. La identificación de biomarcadores genómicos, en la forma de polimorfismos genéticos o la expresión diferencial de genes específicos asociados a la respuesta quimioterapeútica ha sido motivo de intensa investigación como base para la aplicación de la farmacogenómica en el establecimiento de una terapia farmacológica racional y personalizada del CG. Sin embargo...

‣ Rol de la farmacogenómica en el régimen de tratamiento de tuberculosis

Guio,Heinner; Levano,Kelly S; Sánchez,Cesar; Tarazona,David
Fonte: Instituto Nacional de Salud Publicador: Instituto Nacional de Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2015 Português
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27.631238%
La tuberculosis es un problema de salud Pública a nivel mundial con un tercio de la población infectada por el bacilo Mycobacterium tuberculosis. El tratamiento de primera línea incluye a las drogas isoniazida (INH) y rifampicina (RIF) metabolizadas en el hígado. La metabolización de drogas está directamente relacionada con la variación genética de NAT2 y CYP2E1 (asociados a metabolismo de INH) y AADAC (asociados a metabolismo de RIF), y los efectos pueden producir que un individuo sea metabolizador rápido, intermedio o lento. Los polimorfismos en genes de personas con tratamiento estándar de tuberculosis pueden ocasionar efectos en el metabolismo de drogas con consecuencias de hepatoxicidad e, incluso, posible drogorresistencia. Algunos países han empezado ensayos clínicos enfocados en la personalización del tratamiento a tuberculosis para reducir las consecuencias en pacientes en tratamiento. En países como el Perú, donde se registran altos índices de tuberculosis y, por consiguiente, más población en tratamiento, la farmacogenómica de individuos se convierte en una herramienta crucial para un óptimo tratamiento. La presente revisión destaca la importancia de tener estudios en farmacogenómica e identificar los polimorfismos asociados al metabolismo de las drogas antituberculosas en nuestra población peruana