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‣ Tolerância da soja ao desfolhamento em função da redução do espaçamento entre fileiras

Parcianello, Geovano
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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27.34601%
A redução do espaçamento entre fileiras, de 40 para 20 cm, resulta em fechamento mais rápido da área, aumentando a interceptação da radiação, índice de área foliar, taxa de crescimento da cultura e, como conseqüência, o rendimento. Nestas condições, poderia haver aumento da tolerância da soja ao desfolhamento. O objetivo do trabalho foi avaliar se a redução do espaçamento entre fileiras, em semeadura direta, influenciaria a tolerância da soja a perda de área fotossintética. O experimento foi conduzido na Estação Experimental Agronômica da UFRGS, em Eldorado do Sul, RS, em 2000/2001. O delineamento foi de blocos ao acaso, com quatro repetições, em parcelas sub-subdivididas. Os tratamentos foram desfolhamentos em três estádios de desenvolvimento (V9-nono nó, R2-florescimento pleno e R5-início do enchimento de grãos), dois espaçamentos entre fileiras (20 e 40 cm) e três níveis de desfolhamento (33, 67 e 100%) e uma testemunha. Foi utilizada a cultivar FT-Abyara (semi-tardia). O rendimento de grãos variou dependendo do tratamento aplicado. O desfolhamento no período vegetativo não reduziu o rendimento. Já no período reprodutivo os desfolhamentos resultaram em decréscimo do rendimento, sendo o estádio R5 o mais crítico...

‣ Competitividade de dois genótipos de milho (Zea mays) com plantas daninhas sob diferentes espaçamentos entre fileiras; Competitivity between weeds and two corn (Zea mays) genotypes grown under different row widths

Balbinot Júnior, Alvadi Antonio; Fleck, Nilson Gilberto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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27.424211%
As relações de competição entre culturas e plantas daninhas são influenciadas pelas características morfofisiológicas e pelo arranjo espacial das plantas cultivadas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do espaçamento entre fileiras, em dois genótipos de milho, sobre a habilidade da cultura em competir com plantas daninhas. Foi conduzido um experimento em campo, em Canoinhas-SC. Os tratamentos foram dispostos segundo o delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial (2x4x2), com quatro repetições. Dois genótipos de milho, com características morfológicas distintas, foram cultivados em quatro espaçamentos entre fileiras (0,4; 0,6; 0,8; e 1,0 m), com e sem a presença de plantas daninhas. Determinaram-se a massa seca da parte aérea das plantas daninhas, as características de plantas de milho, a produtividade e os componentes da produtividade de grãos do milho. Para os dois genótipos, a redução do espaçamento entre fileiras diminuiu a massa produzida pelas plantas daninhas, porém o efeito desse fator foi mais intenso com o híbrido do que com a variedade. À medida que o espaçamento entre fileiras foi reduzido, houve aumento da produtividade de grãos do híbrido ‘AS-1544’...

‣ Desempenho da mamoneira IAC 2028 em função do espaçamento entre fileiras e população de plantas na safrinha

Souza-Schlick, Genivaldo David de; Soratto, Rogério Peres; Pasquali, Coralie Bussamra; Fernandes, Adalton Mazetti
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 519-528
Português
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27.48334%
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP); Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Com o lançamento de novas cultivares de mamona de porte baixo e frutos indeiscentes, adequadas para o cultivo mecanizado, faz-se necessário estabelecer adequados espaçamentos e populações de plantas para esses materiais, também em condições de safrinha. Assim, objetivou-se avaliar a influência do espaçamento entre fileiras e da população de plantas no desempenho da cultivar de mamona IAC 2028, no período de safrinha. O experimento foi realizado durante 2008 e 2009, em Latossolo Vermelho distroférrico, em Botucatu (SP). O delineamento foi de blocos casualizados com parcelas subdivididas e quatro repetições. As parcelas foram constituídas por quatro espaçamentos entre fileiras (0,45, 0,60, 0,75 e 0,90 m) e as subparcelas por quatro populações iniciais de plantas (25.000, 40.000, 55.000 e 70.000 plantas ha-1). Nos espaçamentos entre fileiras mais largos constatou-se menor crescimento das plantas e valores reduzidos de número de racemos por planta, número de frutos por racemo, produtividade de grãos e produtividade de óleo. Nas populações de plantas mais elevadas foram contatadas menor produção de matéria seca da parte aérea...

‣ Sôbre a necessidade de fileiras de bordadura, em experiências de campo

Arruda,Hermano Vaz de
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1959 Português
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27.622917%
No presente trabalho é apresentado um método de pesquisar a necessidade de fileiras de bordaduras, num ensaio de variedades de feijão. O método baseou-se na concordância das análises parciais (fileiras úteis e fileiras de bordaduras) com a análise do total (úteis mais bordaduras), verificada através dos valores de F e dos coeficientes de variação. A concordância das três análises, para os citados valores, indica uma correlação entre as produções das fileiras centrais e de bordaduras e, portanto, a dispensa destas últimas. Como complemento da análise anterior aplicou-se a análise da covariância, considerando x a produção das fileiras de bordadura e y a das fileiras centrais. Com base nesta análise calcularam-se os coeficientes de correlação entre as médias das variedades e dentro das variedades. Ambos foram altamente significativos, indicando alta correlação entre as produções parciais (fileiras úteis e de bordaduras), já deduzidas pela primeira análise. Conclui-se que o uso das fileiras de bordaduras em experiências de campo, principalmente nas de competição de variedades, só deve ser feito quando houver qualquer razão para se suspeitar da concorrência entre as linhas adjacentes dos diversos canteiros. Quando forem incluídas as fileiras de bordaduras...

‣ Desempenho da mamoneira IAC 2028 em função do espaçamento entre fileiras e população de plantas na safrinha

Souza-Schlick,Genivaldo David de; Soratto,Rogério Peres; Pasquali,Coralie Bussamra; Fernandes,Adalton Mazetti
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2011 Português
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27.48334%
Com o lançamento de novas cultivares de mamona de porte baixo e frutos indeiscentes, adequadas para o cultivo mecanizado, faz-se necessário estabelecer adequados espaçamentos e populações de plantas para esses materiais, também em condições de safrinha. Assim, objetivou-se avaliar a influência do espaçamento entre fileiras e da população de plantas no desempenho da cultivar de mamona IAC 2028, no período de safrinha. O experimento foi realizado durante 2008 e 2009, em Latossolo Vermelho distroférrico, em Botucatu (SP). O delineamento foi de blocos casualizados com parcelas subdivididas e quatro repetições. As parcelas foram constituídas por quatro espaçamentos entre fileiras (0,45, 0,60, 0,75 e 0,90 m) e as subparcelas por quatro populações iniciais de plantas (25.000, 40.000, 55.000 e 70.000 plantas ha-1). Nos espaçamentos entre fileiras mais largos constatou-se menor crescimento das plantas e valores reduzidos de número de racemos por planta, número de frutos por racemo, produtividade de grãos e produtividade de óleo. Nas populações de plantas mais elevadas foram contatadas menor produção de matéria seca da parte aérea, diâmetro do caule, componentes da produção e maiores alturas de inserção do primeiro racemo. A produtividade de grãos foi pouco influenciada pelas populações de plantas estudadas...

‣ Sistema de plantio de milho em fileiras duplas e simples em consórcio com o feijoeiro comum

PEREIRA FILHO,ISRAEL ALEXANDRE; OLIVEIRA,ANTÔNIO CARLOS DE; CRUZ,JOSÉ CARLOS
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2000 Português
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27.48334%
Este trabalho teve por objetivo identificar sistemas de semeadura do milho em fileiras duplas e simples que permitam melhores condições de rendimento ao feijoeiro em cultivo consorciado. Os experimentos foram instalados na área experimental da Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo (CNPMS), nos anos de 1988/89 e 1989/90. As cultivares de milho precoce BR 201, Cargill 606 e CMS 350 foram semeadas em fileiras duplas de 50 cm com 60.000 e 40.000 plantas por hectare. O espaçamento entre fileiras duplas foi de 150 cm, e de 100 cm entre as fileiras simples com 40.000 plantas por hectare. A densidade 120.000 plantas por hectare do feijão cultivar Carioca foi constante em todos os sistemas de cultivo. O rendimento do milho não foi influenciado por esses sistemas. A produtividade do feijoeiro foi menor quando consorciado com os milhos Cargill 606 e CMS 350 em fileiras duplas. O híbrido Cargill 606 em fileiras simples proporcionou maiores rendimentos de grãos à leguminosa. O BR 201 foi o milho mais eficiente para o consórcio, por ser, na média, o mais produtivo, e por permitir, em média, maiores rendimentos do feijoeiro. As produtividades de grãos do consórcio variaram de acordo com os sistemas de cultivo e com as condições climáticas.

‣ Produção do maxixeiro em função de espaçamentos entre fileiras e entre plantas

Oliveira,Ademar P de; Silva,Jandiê A da; Oliveira,Arnaldo Nonato P de; Silva,Damiana F da; Santos,Rodolfo R; Silva,Natália V da
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 Português
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27.48334%
Avaliou-se o rendimento do maxixeiro, cultivar Nordestino, em diferentes espaçamentos entre fileira e entre plantas, em experimento na UFPb, em Areia-PB, de agosto/2007 a janeiro/2008. O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualizados sendo os tratamentos dispostos no esquema fatorial 3 x 4, compreendendo três espaçamentos entre fileiras (1; 2 e 3 m) e quatro espaçamentos entre plantas (0,5; 1,0; 1,5; e 2,0 m), em quatro repetições. A parcela experimental foi composta de quatro fileiras de dez plantas totalizando 40 plantas, com uma planta por cova, sendo as duas fileiras centrais consideradas como área útil. Foram avaliados a massa média de frutos comerciais, o número e a produção de frutos comerciais por planta e a produtividade comercial de frutos. No espaçamento de 0,5 m entre plantas, houve redução em todas as características avaliadas com incremento dos espaçamentos entre fileiras. Os valores mais elevados para a massa média de frutos (38 g), número (78 frutos) e produção de frutos por planta (36 e 34 kg) foram obtidos, respectivamente, nos espaçamentos de 2,0 e 3,0 m entre fileiras e 1,0 m entre plantas. As maiores produtividades comerciais de frutos, 16 e 12,9 t ha-1, ocorreram nos espaçamentos de 1...

‣ INFLUENCIA DA DISPOSIÇÃO DAS FILEIRAS E ESPAÇAMENTO ENTRE PLANTAS NO RENDIMENTO DE ALHO

Garcia,Danton Camacho; Barni,Valmor; Dettmann,Luiz Augusto
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/1992 Português
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37.48334%
Com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes espaçamentos e disposição das fileiras em canteiros de alho (Allium sativum L.), cultivar Quitéria, conduziu-se um experimento no município de Rio Grande-RS. O plantio foi realizado, em 23 de julho e a colheita dos bulbos em 15 de Dezembro de 1987. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições. Os tratamentos foram constituídos de diferentes disposição das plantas nas parcelas, variando o espaçamento e a disposição das fileiras em relação a maior distância da parcela, cujas dimensões foram de 4 x 1,20m. As maiores produções comerciais de bulbos foram obtidas nos tratamentos: espaçamento de 25 x Bem e fileiras longitudinais (6,76t/ha); sistema de fileiras duplas espaçadas de 50cm (6,51 t/ha) e espaçamento de 25 x 8cm, fileiras transversais (6,13t/ha).

‣ Respostas produtivas do alho a diferentes densidades de plantas e peso de bulbilhos-semente

Reghin,Marie Yamamoto; Otto,Rosana Fernandes; Zagonel,Jeferson; Dalla Pria,Maristella; Vinne,Jhony Van Der
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 Português
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27.48334%
Este experimento foi conduzido em Ponta Grossa (PR), localizada à altitude de 880 m. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com quatro repetições; os tratamentos foram distribuídos em fatorial 2 x 4, sendo 2 pesos de bulbilhos-sementes (P1 = 3,0 - 3,5 g e P2 = 2,0 - 2,9 g) e 4 densidades de plantas m-2 (33,3, 50,0, 66,6 e 100). Para obter essas densidades, trabalhou-se com o arranjo de plantas em fileiras simples e fileiras duplas. Nas simples, usaram-se quatro fileiras dispostas no sentido longitudinal do canteiro com 1,20 m de largura, no espaçamento de 0,30 m entre fileiras e 0,10 e 0,05 m entre plantas, obtendo-se 40 e 80 plantas m-2, respectivamente. Nas fileiras duplas, usaram-se três linhas duplas espaçadas 0,30 m entre si e, dentro da fileira, 0,10 e 0,05 m, respectivamente, obtendo-se densidades de 60 e 120 plantas m-2. Os bulbos-semente da cultivar Roxo Pérola de Caçador foram vernalizados por 40 dias a 4°C antes do plantio. Após a vernalização, os bulbos foram debulhados e separados por peso. O plantio foi realizado em 14/05/2002, usando-se marcadores de madeira para os diferentes arranjos de plantas. Após a colheita, realizada em 03/10/2002, fez-se a cura e, posteriormente, a toalete. Avaliou-se a produção de bulbos por m-2 classificando-os com pseudoperfilhamento...

‣ Tamanho de rizomas-semente e fileiras de plantas no canteiro na produção do mangarito cv. Comum

Zárate,Néstor Antônio Heredia; Vieira,Maria do Carmo; Helmich,Marcelo; Maria,Márcio Antonio
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2006 Português
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27.529614%
O objetivo do trabalho foi avaliar a capacidade produtiva do mangarito, cv. Comum (Xanthosoma mafaffa Schott), proveniente de rizomas-semente secundários de tamanhos diferentes, cultivados sob três ou quatro fileiras de plantas no canteiro. Os tratamentos foram constituídos pela combinação do número de fileiras de plantas no canteiro e do plantio de quatro tamanhos de rizomas-semente secundários (massa fresca, em grama, e diâmetro, em milímetro, respectivamente, de T1= 2,96 e 8,77, T2= 1,33 e 6,05, T3= 1,13 e 5,68 e T4= 0,78 e 4,83, médias de 300 rizomas de cada tamanho), como fatorial 2 x 4, no delineamento experimental de blocos casualizados, com quatro repetições. A colheita foi realizada aos 300 dias após o plantio. As produções de massa fresca dos rizomas, total, rizomas-mãe e rizomas-filho, foram influenciadas significativamente pela interação número de fileiras de plantas no canteiro e tamanho dos rizomas-semente. As médias dos diâmetros, comprimentos e massas frescas dos rizomas-mãe (43,13 mm; 21,36 mm e 13,21 g) e dos rizomas-filho, nas classes grande (37,15 mm; 18,57 mm e 9,60 g), média (30,71 mm; 14,18 mm e 4,14 g) e pequena (19,72 mm; 9,46 mm e 1,07 g), apresentaram variações significativas dependentes da interação entre número de fileiras no canteiro e tamanho de rizomas-semente...

‣ Consórcio sorgo-feijão: efeito de arranjos de fileiras no rendimento de grãos.

DOMINGOS, M.; SILVA, R.F.da; SANTOS, F.G. dos; CARDOSO, A.A.; FONTES, L.A.N.
Fonte: Revista Ceres, Viçosa, v. 44, n. 255, p. 520-532, 1997. Publicador: Revista Ceres, Viçosa, v. 44, n. 255, p. 520-532, 1997.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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27.59737%
Com o objetivo de estudar os efeitos de arranjos de fileiras no consorcio sorgo-feijao, instalou-se um experimento (marco de 1992) no CNPMS/EMBRAPA, Sete Lagoas, MG, Brasil. usaram-se duas linhagens de sorgo granifero (BR 007B e CMSXS 210B) em monocultura e em tres arranjos de fileiras (plantio na mesma fileira, plantio em fileiras alternadas e duas fileiras de feijao nas entrelinhas do sorgo), mais um tratamento adicional (feijao em monocultura), no esquema fatorial (2 x 4) + 1 e delineamento de blocos inteiramente casualizados, com quatro repeticoes. Foi utilizado cultivar de feijao Ouro, de habito de crescimento indeterminado (tipo II). Os rendimentos individuais das culturas foram maiores no arranjo em fileiras alternadas, mas suas medias nao diferiram das obtidas nos seus respectivos monocultivos. Independentemente da linhagem, os maiores rendimentos totais foram obtidos nos arranjos de fileiras alternadas e de duas fileiras de feijao nas entrelinhas do sorgo. Quando o consorcio foi feito usando a CMSXS 210B no arranjo de duas fileiras de feijao nas entrelinhas do sorgo, houve reducao do rendimento de feijao e dos indices de equivalencia de area (IEAs), devido a reducao do numero de vagens por planta. Concluiu-se que os arranjos em fileira alternadas e de duas fileiras de feijao nas entrelinhas do sorgo podem ser usados no consorcio sorgo-feijao...

‣ Sistema de plantio de milho em fileiras duplas e simples em consorcio com o feijoeiro comum.

PEREIRA FILHO, I.A.; OLIVEIRA, A.C. de; CRUZ, J.C.
Fonte: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.35, n.5, p.951-957,maio 2000. Publicador: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.35, n.5, p.951-957,maio 2000.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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27.48334%
Este trabalho teve por objetivo identificar sistemas de semeadura do milho em fileiras duplas e simples que permitam melhores condições de rendimento ao feijoeiro em cultivo consorciado. Os experimentos foram instalados na área experimental da Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo (CNPMS), nos anos de 1988/89 e 1989/90. As cultivares de milho precoce BR 201, Cargill 606 e CMS 350 foram semeadas em fileiras duplas de 50 cm com 60.000 e 40.000 plantas por hectare. O espaçamento entre fileiras duplas foi de 150 cm, e de 100 cm entre as fileiras simples com 40.000 plantas por hectare. A densidade 120.000 plantas por hectare do feijão cultivar Carioca foi constante em todos os sistemas de cultivo. O rendimento do milho não foi influenciado por esses sistemas. A produtividade do feijoeiro foi menor quando consorciado com os milhos Cargill 606 e CMS 350 em fileiras duplas. O híbrido Cargill 606 em fileiras simples proporcionou maiores rendimentos de grãos à leguminosa. O BR 201 foi o milho mais eficiente para o consórcio, por ser, na média, o mais produtivo, e por permitir, em média, maiores rendimentos do feijoeiro. As produtividades de grãos do consórcio variaram de acordo com os sistemas de cultivo e com as condições climáticas.; 2000

‣ Respostas produtivas do alho a diferentes densidades de plantas e peso de bulbilhos-semente

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Português
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27.48334%
Este experimento foi conduzido em Ponta Grossa (PR), localizada à altitude de 880 m. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados com quatro repetições; os tratamentos foram distribuídos em fatorial 2 x 4, sendo 2 pesos de bulbilhos-sementes (P1 = 3,0 - 3,5 g e P2 = 2,0 - 2,9 g) e 4 densidades de plantas m-2 (33,3, 50,0, 66,6 e 100). Para obter essas densidades, trabalhou-se com o arranjo de plantas em fileiras simples e fileiras duplas. Nas simples, usaram-se quatro fileiras dispostas no sentido longitudinal do canteiro com 1,20 m de largura, no espaçamento de 0,30 m entre fileiras e 0,10 e 0,05 m entre plantas, obtendo-se 40 e 80 plantas m-2, respectivamente. Nas fileiras duplas, usaram-se três linhas duplas espaçadas 0,30 m entre si e, dentro da fileira, 0,10 e 0,05 m, respectivamente, obtendo-se densidades de 60 e 120 plantas m-2. Os bulbos-semente da cultivar Roxo Pérola de Caçador foram vernalizados por 40 dias a 4°C antes do plantio. Após a vernalização, os bulbos foram debulhados e separados por peso. O plantio foi realizado em 14/05/2002, usando-se marcadores de madeira para os diferentes arranjos de plantas. Após a colheita, realizada em 03/10/2002, fez-se a cura e, posteriormente, a toalete. Avaliou-se a produção de bulbos por m-2 classificando-os com pseudoperfilhamento...

‣ Tamanho de rizomas-semente e fileiras de plantas no canteiro na produção do mangarito cv. Comum

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Português
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27.529614%
O objetivo do trabalho foi avaliar a capacidade produtiva do mangarito, cv. Comum (Xanthosoma mafaffa Schott), proveniente de rizomas-semente secundários de tamanhos diferentes, cultivados sob três ou quatro fileiras de plantas no canteiro. Os tratamentos foram constituídos pela combinação do número de fileiras de plantas no canteiro e do plantio de quatro tamanhos de rizomas-semente secundários (massa fresca, em grama, e diâmetro, em milímetro, respectivamente, de T1= 2,96 e 8,77, T2= 1,33 e 6,05, T3= 1,13 e 5,68 e T4= 0,78 e 4,83, médias de 300 rizomas de cada tamanho), como fatorial 2 x 4, no delineamento experimental de blocos casualizados, com quatro repetições. A colheita foi realizada aos 300 dias após o plantio. As produções de massa fresca dos rizomas, total, rizomas-mãe e rizomas-filho, foram influenciadas significativamente pela interação número de fileiras de plantas no canteiro e tamanho dos rizomas-semente. As médias dos diâmetros, comprimentos e massas frescas dos rizomas-mãe (43,13 mm; 21,36 mm e 13,21 g) e dos rizomas-filho, nas classes grande (37,15 mm; 18,57 mm e 9,60 g), média (30,71 mm; 14,18 mm e 4,14 g) e pequena (19,72 mm; 9,46 mm e 1,07 g), apresentaram variações significativas dependentes da interação entre número de fileiras no canteiro e tamanho de rizomas-semente...

‣ Número de fileiras no canteiro na produção e na rentabilidade de quatro clones de taro (Colocasia esculenta (L.) Schott

Helmich, Marcelo
Fonte: Universidade Federal da Grande Dourados Publicador: Universidade Federal da Grande Dourados
Tipo: Dissertação
Português
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27.622917%
RESUMO - O objetivo do trabalho foi avaliar a produção e a rentabilidade dos clones de taro Cascudo, Japonês, Chinês e Macaquinho, cultivados sob duas e três fileiras de plantas no canteiro, em um Latossolo Vermelho Distroférrico nas condições ambientes de Dourados-MS, no período de setembro de 2007 a março de 2008. Os tratamentos foram arranjados em esquema fatorial 4x2, no delineamento experimental de blocos casualizados, com quatro repetições. O plantio foi realizado com mudas compostas de rizomas-filho inteiros. A partir de 30 dias após o plantio e a cada 30 dias realizaram-se medições de altura das plantas. Na colheita, realizada aos 180 dias após o plantio-DAP, foram avaliadas as massas frescas e secas das folhas (limbo + pecíolo), dos rizomas-mãe-RM, dos rizomas-filho comerciais-RFC e dos rizomas-filho não comerciais-RFNC, além dos diâmetros e comprimentos dos rizomas-filho comerciais-RFC. A análise econômica dos tratamentos foi efetivada através da relação da produção obtida com os fatores em estudo e os prováveis retornos econômicos. As curvas de crescimento de altura das plantas de taro não foram influenciadas pela interação clones e número de fileiras no canteiro, mas foram influenciadas pela interação entre clones e épocas de avaliação...

‣ Espaçamento entre fileiras e entre plantas na produção da mandioquinha-salsa 'Branca'

Graciano,João Dimas; Zárate,Néstor Antonio Heredia; Vieira,Maria do Carmo; Rosa,Yara Brito Chaim Jardim; Sediyama,Maria Aparecida Nogueira
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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27.424211%
Conduziu-se este trabalho, com o objetivo de avaliar a produtividade, a renda bruta e a composição bromatológica dos diferentes órgãos da planta da mandioquinha-salsa 'Branca', cultivada em dois espaçamentos entre fileiras dentro do canteiro (50 cm e 60 cm) e três espaçamentos entre plantas (15, 20 e 25 cm entre plantas). A colheita foi efetuada aos 238 dias após o plantio. As plantas que foram cultivadas com espaçamento de 25 cm dentro da fileira, independente do espaçamento entre fileiras, apresentaram maior produção de massa fresca (52,16 t ha-1) e seca (5,43 t ha-1) de folhas. Por outro lado, as cultivadas sob 20 cm entre plantas, independente do espaçamento entre fileiras, resultaram em maiores massas frescas e secas, respectivamente, de 0,62 t ha-1 e 0,24 t ha-1 de rebentos, 1,08 t ha-1 e 0,36 t ha-1 de coroas e 15,14 e 2,36 t ha-1 de raízes comercializáveis, em relação às produções das plantas sob 25 cm. Pelos valores obtidos com os cálculos relativos à renda bruta conclui-se que o produtor de mandioquinha-salsa pode cultivar o clone Branca, utilizando espaçamentos de 50 cm ou 60 cm entre fileiras dentro do canteiro e 20 cm entre plantas dentro das fileiras, o que lhe permitiria obter renda bruta de R$ 83.940...

‣ Espaçamentos entre plantas e número de fileiras no canteiro na produção de ervilha

Gassi,Rosimeire P; Zárate,Néstor Antonio Heredia; Vieira,Maria do Carmo; Gomes,Hellen Elaine; Munarin,Elaine Eva O; Rech,Jerusa
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2009 Português
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A ervilha é consumida na forma de grãos verdes ou enlatados, sendo considerada uma opção de produção para atender às novas demandas do mercado, principalmente de produtos supergelados. O presente trabalho teve por objetivo avaliar o crescimento e a produção da ervilha de grãos verdes 'Luciana nº 50', cultivada sob quatro e cinco fileiras no canteiro e três espaçamentos entre plantas dentro da fileira (5,0; 7,5 e 10,0 cm), em Dourados-MS. Os tratamentos foram arranjados como fatorial 2x3, no delineamento experimental de blocos casualizados, com cinco repetições. A altura das plantas não foi influenciada significativamente pela interação número de fileiras no canteiro e espaçamentos entre plantas nem pelos fatores isoladamente, sendo a média de 105,6 cm. Houve interação significativa para as produções de massas frescas e secas da parte aérea, sendo as maiores (10,49 t ha-1 e 2,31 t ha-1) das plantas cultivadas sob quatro fileiras e 7,5 cm entre plantas e as menores (7,52 t ha-1 e 1,98 t ha-1, respectivamente), daquelas sob cinco fileiras e 5,0 cm entre plantas para massa fresca e quatro fileiras e 10,0 cm entre plantas para massa seca. A produção de vagem comercial obtida sob quatro fileiras de plantas superou em 1...

‣ Avaliação técnica e econômica do espaçamento de gotejadores em tomateiro para processamento cultivado em fileiras simples e duplas

Marouelli,Waldir A.; Sant'Ana,Rafael R.; Silva,Washington L. C.; Moretti,Celso L.; Vilela,Nirlene J.
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2003 Português
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Avaliou-se o efeito de espaçamentos entre gotejadores (10 cm e 30 cm) e sistemas de plantio (fileiras simples e duplas, com uma linha de gotejo) sobre o rendimento físico e econômico e a qualidade de frutos de tomateiro para processamento, na região do Cerrado do Brasil. Um tratamento de controle, com plantio em fileiras simples, foi irrigado por aspersão. A produtividade comercial para o espaçamento de 10 cm foi 10% maior que para o de 30 cm. O plantio em fileiras simples produziu 9% mais frutos do que o em fileiras duplas. A produtividade do tratamento por aspersão não diferiu do tratamento com gotejadores a 30 cm e fileiras duplas, mas foi pelo menos 15% menor do que nos demais tratamentos. A porcentagem de frutos podres não foi afetada pelo fator espaçamento entre gotejadores, mas foi maior no plantio em fileiras duplas. Na aspersão, a porcentagem de podres foi pelo menos 68% maior que nos tratamentos por gotejamento. Maior eficiência econômica foi obtida no tratamento com espaçamento entre gotejadores de 10 cm e plantio em fileiras simples (12,7%), seguido do espaçamento de 10 cm e fileiras duplas (7,5%). As taxas de retorno para estes tratamentos foram de 1,42 e 1,39, respectivamente.

‣ Competitividade de dois genótipos de milho (Zea mays) com plantas daninhas sob diferentes espaçamentos entre fileiras

Balbinot Jr.,A.A.; Fleck,N.G.
Fonte: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas Publicador: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 Português
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As relações de competição entre culturas e plantas daninhas são influenciadas pelas características morfofisiológicas e pelo arranjo espacial das plantas cultivadas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do espaçamento entre fileiras, em dois genótipos de milho, sobre a habilidade da cultura em competir com plantas daninhas. Foi conduzido um experimento em campo, em Canoinhas-SC. Os tratamentos foram dispostos segundo o delineamento experimental inteiramente casualizado, em esquema fatorial (2x4x2), com quatro repetições. Dois genótipos de milho, com características morfológicas distintas, foram cultivados em quatro espaçamentos entre fileiras (0,4; 0,6; 0,8; e 1,0 m), com e sem a presença de plantas daninhas. Determinaram-se a massa seca da parte aérea das plantas daninhas, as características de plantas de milho, a produtividade e os componentes da produtividade de grãos do milho. Para os dois genótipos, a redução do espaçamento entre fileiras diminuiu a massa produzida pelas plantas daninhas, porém o efeito desse fator foi mais intenso com o híbrido do que com a variedade. À medida que o espaçamento entre fileiras foi reduzido, houve aumento da produtividade de grãos do híbrido 'AS-1544', tanto na presença quanto na ausência de plantas daninhas; contudo...

‣ Número de fileiras no canteiro e espaçamento entre plantas na produção e na rentabilidade da beterraba em Dourados, estado do Mato Grosso do Sul

Zárate,Néstor Antonio Heredia; Vieira,Maria do Carmo; Rech,Jerusa; Graciano,João Dimas; Gomes,Hellen Elaine; Pontim,Bruno Cezar Álvaro
Fonte: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM Publicador: Editora da Universidade Estadual de Maringá - EDUEM
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 Português
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O trabalho teve como objetivo conhecer a produtividade, a renda bruta e a renda bruta menos o custo das sementes da beterraba 'Tall Top Early Wonder', em resposta ao uso de quatro e cinco fileiras no canteiro e dos espaçamentos de 5,0; 7,5 e 10,0 cm entre plantas. A colheita foi realizada aos 116 dias após a semeadura, quando se avaliaram a altura das plantas, a massa fresca das folhas, o diâmetro e o comprimento das raízes e as massas frescas de raízes comerciais e não- comerciais. A validação do trabalho foi realizada pela determinação das rendas bruta e da rendas bruta menos o custo das sementes obtidas por hectare cultivado. Nenhuma das características avaliadas foi influenciada significativamente pela interação número de fileiras no canteiro e espaçamento entre plantas. A melhor renda bruta (R$ 6.700,00) foi do tratamento com cinco fileiras no canteiro e 5,0 cm entre plantas, e a maior renda bruta menos o custo das sementes (R$ 5.654,00) foi do tratamento cinco fileiras no canteiro e 10,0 cm entre plantas. Concluiu-se que para obter maior produção da beterraba deve-se utilizar cinco fileiras de plantas no canteiro e 5,0 cm de espaçamento entre plantas, porém, para obter maior renda bruta menos o custo das sementes...