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‣ Restrição de crédito e decisão de investimento : a experiência do setor informal no Brasil; Credit constraints and investment decisions : the experience of the Brazilian informal sector

Pinto, Arthur de Rezende; Chein, Flávia; Pinto, Cristine Campos de Xavier
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
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O artigo investiga a existência de racionamento de crédito aos empreendimentos informais da economia brasileira. Para tanto, adapta um modelo de escolha ocupacional desenvolvido em Evans e Jovanovic (1989) para a decisão de investimento da firma condicional à sua restrição orçamentária. Um dos resultados desse modelo é que as firmas restritas ao crédito são mais dependentes da sua riqueza inicial para realizar investimentos. Tal resultado motiva a estratégia empírica adotada, que utiliza a relação entre riqueza e investimento para identificar se há ou não restrição de crédito para os empreendimentos informais urbanos. Utilizando dados da Pesquisa de Economia Informal Urbana (ECINF), para o ano de 2003, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), encontram-se evidências de que a riqueza tem um impacto significativo sobre diferentes decisões de investimentos. Além disso, no que se refere a investimentos em capital físico, os resultados indicam que os empreendimentos caracterizados por trabalhadores por conta própria enfrentam maior restrição de crédito quando comparados aos empregadores.; p. 7-47 : il.

‣ Determinantes do capital excedente na indústria bancária brasileira; The determinants of Brazilian banks’ capital buffers

Silva, Marcos Soares da; Divino, José Angelo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
Português
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O presente estudo tem como referência o modelo teórico desenvolvido por Estrella (2004), segundo o qual os bancos mantêm capital próprio em virtude da existência de custos de ajustamento de capital. Por conseguinte, propõe-se que o capital excedente dos bancos seja determinado pelo risco das operações ativas e pelo custo de captação de recursos de terceiros. Com o objetivo de testar essas hipóteses para a indústria bancária brasileira, foi estimado um modelo de painel dinâmico com 68 conglomerados financeiros no período de 2000 a 2008. O modelo econométrico estimado inclui ainda variáveis de controle para avaliar o comportamento do capital excedente ao longo dos ciclos de negócios, bem como para verificar de que maneira o perfil da organização financeira quanto a porte e controle de capital afeta a sua política de capitalização. Os resultados obtidos mostram uma persistência no processo de ajustamento de capital excedente do sistema financeiro brasileiro, o que indica a presença de custos de ajustamento de capital.; p. 261-293

‣ Modelos VaRs e a nova fórmula da exigência de capital da carteira trading : uma análise no mercado brasileiro; VaR Models and the new capital requirement formula for trading portfolio : a Brazilian market analysis

Vieira, Cleysson Ribeiro; Silva Filho, Osvaldo Candido
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) - Artigos
Português
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Neste artigo, tendo em vista a mudança na fórmula de cálculo da exigência de capital da carteira trading trazida pelo conjunto de alterações no arcabouço regulamentar motivadas pela crise do subprime e o início do processo de autorização para uso de modelos internos no Brasil, montamos uma carteira teórica composta de títulos públicos, ações e moedas baseada no perfil de carteira dos principais bancos em operação no Brasil com o objetivo de analisarmos duas questões intimamente interligadas: i ) a acurácia dos modelos Valor em Risco (VaR) utilizados por esses bancos no cálculo do risco de mercado; e ii ) a suficiência da nova regra em suportar perdas reais e hipotéticas do portfólio. Encontramos que apesar dos modelos VaR, em geral, subestimarem o risco, as alocações de capital geradas por esses modelos, quando usamos a nova fórmula, foram excessivamente conservadoras em todos os testes realizados. Adicionalmente, propomos duas modificações na regra dessa exigência de modo a torná-la menos punitiva aos bancos, mas sem perda da confiabilidade.; p. 137-183 : il.

‣ Identificando a demanda e a oferta de crédito bancário no Brasil; Identifying the demand and supply of bank credit in Brazil

Mendonça, Mário Jorge; Sachsida, Adolfo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Carta de Conjuntura - Artigos
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Esta nota técnica tem como objetivo estimar um sistema de oferta e demanda de crédito bancário no Brasil. Isso é feito a partir do emprego de dados agregados entre junho de 2000 e agosto de 2012, para os segmentos de crédito de pessoa física (PF) e pessoa jurídica (PJ). O entendimento de como se dá o equilíbrio neste mercado é fundamental, pois somente a partir disso é possível avançar na discussão sobre a importância do canal do crédito sobre outras variáveis macroeconômicas.; p. 73-77

‣ Operacionalização da política de garantia de preços mínimos para produtos de sociobiodiversidade 2009-2013 : há espaço para crescer; Texto para Discussão (TD) 2104 : Operacionalização da política de garantia de preços mínimos para produtos de sociobiodiversidade 2009-2013 : há espaço para crescer

Viana, João Paulo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Texto para Discussão (TD)
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A Política de Garantia de Preços Mínimos para Produtos da Sociobiodiversidade (PGPMBIO) tem como objetivos reduzir variações na renda dos extrativistas e apoiar a valorização de seus produtos. A operacionalização da PGPMBIO é de responsabilidade da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a qual determina o preço mínimo para certos produtos oriundos de extrativismo, e paga um benefício correspondente à diferença entre o preço mínimo definido pelo governo e o preço de venda dos produtos, na forma de subsídio. Após quatro anos e meio de execução, a PGMBIO alcançou pouco mais de 12 mil extrativistas em onze estados e 84 municípios, pagando R$ 16,1 milhões em subsídios. Extrativistas da Bahia, do Maranhão e do Amazonas receberam R$ 6,1 milhões (38%), R$ 4,7 milhões (29%) e R$ 2,2 milhões (14%), respectivamente. A Conab alocou no período aproximadamente R$ 64 milhões para o pagamento de subsídios. Entretanto, apenas 25% do montante foram efetivamente executados no pagamento de subsídios para apenas seis dos catorze produtos apoiados pela política. Aproximadamente 38% do valor total foi pago em subsídios para a fibra de piaçava, seguindo-se os pagamentos para amêndoas de babaçu (30%), borracha (27%)...

‣ Microcrédito

Machado, Tânia
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
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A grande maioria das instituições que hoje atuam como microcrédito utiliza recursos, ou oriundos do sistema bancário formal, ou oriundos, como mandatários, de recursos disponibilizados via BNDES ou bancos de desenvolvimento locais. Quando utilizamos esses recursos, temos também de seguir as mesmas regras que os bancos formais são obrigados, ou seja, temos de verificar ficha cadastral, pedir fiador e confirmar se a utilização dos recursos foi feita dentro do objetivo proposto.; p. 11-13

‣ Microcrédito como instrumento de desenvolvimento econômico e social

Valente, Rita
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
Português
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A experiência do Banco do Nordeste com o programa de crédito popular CrediAmigo, implementado em parceria com o governo federal, tem revelado que é possível prestar serviços financeiros ao segmento microempresarial de forma sustentável, independentemente de subsídios. A proposta baseou-se na constatação de que a atividade produtiva informal de pequeno porte, centrada no núcleo familiar e notadamente nas pequenas propriedades, não estava sendo plenamente atendida pela ação de financiamento do banco, em função principalmente das restrições da regulamentação do sistema bancário brasileiro para operações dessa natureza.; p. 15-20 : il.

‣ Você tem sede de quê? : microcrédito e garantias

Neri, Marcelo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
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O mercado de crédito brasileiro visa mais ao consumidor do que ao produtor; é mais de curto do que de longo prazo; atinge mais a alta do que a baixa renda. Esses vieses podem ser sintetizados no que Cláudio Vega chamou de misterio brasileño: por que o crédito produtivo popular pouco se desenvolveu nesse país? A resposta aqui explorada é a falta de garantias ou insuficiência de colateral dos pobres.; p. 27-29 : il.

‣ Microcrédito : alternativas em evidência no país

Paiva, Luis Henrique; Galiza, Marcelo
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Mercado de trabalho: conjuntura e análise - Artigos
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Os objetivos deste artigo são relativamente simples, e envolvem a apresentação: a) dos pilares do microcrédito, de maneira simplificada; b) das questões mais destacadas pela literatura internacional; e c) da experiência brasileira, a partir dos modelos hoje existentes, vis-à-vis a experiência internacional.; p. 43-50

‣ China em transformação : dimensões econômicas e geopolíticas do desenvolvimento; China in transformation :economic and geopolitical dimensions of development

Cintra, Marcos Antonio Macedo (Organizador); Silva Filho, Edison Benedito da (Organizador); Pinto, Eduardo Costa (Organizador)
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Livros
Português
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Este livro, elaborado pela equipe do Ipea em parceria com pesquisadores de diversas universidades e instituições brasileiras, procura identificar as políticas e as estratégias que possibilitaram o desenvolvimento extraordinário em um período de tempo tão estreito. Busca ainda explicitar a dinâmica do novo centro nacional de acumulação de capital e de poder militar – a China e seu entorno asiático. Visa também avançar na compreensão dos movimentos mais recentes criados exatamente pela dimensão adquirida por sua economia – “fábrica do mundo” –, pela introdução crescente do progresso técnico e pela modernização do aparelho militar, que permitem ao país estender sua liderança na produção, no comércio e nas finanças internacionais, desencadeando uma mudança estrutural no funcionamento da economia mundial, mas também na geopolítica regional e global. Os capítulos foram agrupados em quatro blocos temáticos. O primeiro discute a natureza da inserção produtiva, com ênfase nas conexões das cadeias globais e regionais de valor. O segundo analisa as políticas de investimento, e de suprimento de petróleo e gás natural, bem como o processo de concentração da riqueza na sociedade chinesa. O terceiro detalha diversos aspectos da dinâmica e da lógica de funcionamento das finanças da China. O quarto debate a trajetória das políticas de inovação tecnológica...

‣ Microcrédito : notas sobre as características da demanda

Santos, Carlos A.
Fonte: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Publicador: Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
Tipo: Políticas Sociais: acompanhamento e análise - Artigos
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Analisa as características bastante peculiares do público-alvo do microcrédito a partir de diferentes perspectivas. Para tanto, é realizada primeiramente uma breve discussão sobre os motivos da segmentação do mercado de crédito bancário. Em seguida, discute-se um dos aspectos mais polêmicos, mais politizados e mais sujeito a equívocos no debate sobre as microfinanças: o papel das taxas de juros do microcrédito. Na seqüência, é sugerido que as imprecisões e dificuldades metodológicas inerentes ao conceito “setor informal” sejam superadas com a utilização da categoria “economia familiar” na caracterização do cliente típico do microcrédito. Complementarmente, propõe-se uma tipologia que reflita as diferentes características e motivações intrínsecas presentes no heterogêneo público-alvo do microcrédito.; p. 119-124