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‣ O liberalismo abrangente de Ronald Dworkin; Ronald Dworkin's comprehensive liberalism

Furquim, Lilian de Toni
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 29/09/2010 Português
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O presente trabalho discute o liberalismo abrangente de Ronald Dworkin, como alternativa ao liberalismo político de John Rawls. Dworkin interpreta o liberalismo como uma teoria contínua entre ética e moralidade, ou seja, sem uma separação entre as doutrinas abrangentes e nossas concepções políticas para justificação dos fundamentos constitucionais, respeitando o pluralismo razoável presente na sociedade democrática. O liberalismo abrangente se apresenta como uma teoria liberal na qual a liberdade, a igualdade e a comunidade fazem parte de um único ideal político.; The present study discusses Ronald Dworkins comprehensive liberalism as an alternative to John Rawlspolitical liberalism. Dworkin construes liberalism as a continuous theory between ethics and morality, that is, without a separation between comprehensive doctrines and our political conceptions so as to justify constitutional grounds, thus respecting the reasonable pluralism existing in democratic society. Comprehensive liberalism presents itself as a liberal theory in which freedom, equality and community merge into a single political ideal.

‣ Concepções de direito e justiça: a teoria do direito de Ronald Dworkin e o liberalismo político de John Rawls; Conceptions of law and justice: Ronald Dworkins legal theory and John Rawlss political liberalism

Pontes, André Luiz Marcondes
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 04/05/2011 Português
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Este trabalho discute a teoria do direito de Ronald Dworkin, desde sua gênese até seus desenvolvimentos mais recentes, com o objetivo específico de aferir a influência que esta sofreu da filosofia política de John Rawls e de sua concepção de justiça. Essa influência foi especialmente sentida na metodologia inicialmente concebida por Dworkin para responder às tradicionais questões de teoria geral do direito, já que estas teriam sido mal resolvidas pelos positivistas. O que se verifica é que tal método se baseia na idéia de equilíbrio reflexivo de Rawls. Essa intensa convergência que inicialmente se verifica é progressivamente afastada na medida em que Dworkin caminha rumo a um liberalismo abrangente, defendendo uma continuidade entre a moralidade política e a ética, e Rawls reinterpreta sua teoria para defender uma limitação desta ao domínio do político.; This paper will discuss Ronald Dworkins legal theory since its genesis till its most recent studies, aiming specifically assess how this theory was influenced by John Rawls political philosophy and his conception of justice. This influence was specially noticed in the methodology first conceived by Dworkin to respond to the traditional issues of jurisprudence...

‣ Liberalismo político: uma defesa; Political liberalism: arguing for

Petroni, Lucas Cardoso
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 18/12/2012 Português
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O objetivo deste trabalho é apresentar argumentos a favor de uma concepção igualitária de liberalismo político. Em primeiro lugar, apresenta-se uma classificação dos diferentes tipos de liberalismos políticos contemporâneos: (i) liberalismo do medo, (ii) liberalismo antifundacionista, (iii) liberalismo ético e (iv) liberalismo igualitário. A partir dos princípios de tolerância desenvolvidos em cada um deles, procura-se defender um ideal de razão pública como o melhor critério de justificação para regular o uso da coerção política entre cidadãos livres e iguais.; The work has two main goals. It attempts to provide arguments for the egalitarian branch of political liberalism. At first place, it is presented four types of possible political liberalisms: (i) the liberalism of fear, (ii) antifoundationalist liberalism, (iii) ethical liberalism and (iv) egalitarian liberalism. Departing from reasons for toleration offered by each of them, it argues that an ideal of public reason is the best way to conceive the use of political coercion on free and equal citizens.

‣ Uma defesa da razão pública no liberalismo político de John Rawls

Diana, Andrea Regina da Silva
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Instituto de Humanidades, Departamento de Filosofia, Programa de Pós-Gradução, 2006.; O presente trabalho é uma análise sobre a justificação pública defendida por John Rawls na teoria do Liberalismo Político. Para o escopo desta pesquisa, justificar é apresentar razões. Estas devem garantir a validade e a legitimidade do está sendo justificado. Dessa forma, a justificação pública relaciona-se com solução razoável dos conflitos. Serve para o convencimento da razoabilidade dos princípios sobre os quais as pretensões e juízos estão fundados. Para Gerald Gaus e a teoria do Liberalismo justificatório, o Liberalismo Político falha na defesa da justificação pública por não considerar uma teoria da epistemologia da justificação. A crítica engloba análise das crenças e a relação destas com os indivíduos que convivem em sociedade. Gaus evidencia problemas profundos e sérios na teoria rawlsiana, tais como: assimetria na consideração dos valores (justiça e bem) que servem de base para justificação; alcançabilidade da justificação pública e direito de cidadãos que não compartilham a idéia de justificação pública. Utilizando argumentos de Jonathan Quong...

‣ Liberalismo político, constitucionalismo e democracia : a questão do ensino religioso nas escolas públicas

Almeida, Fábio Portela Lopes de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Dissertação
Português
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Dissertação (mestrado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, 2006.; A presente dissertação tem por objetivo discutir, tendo por marco teórico o liberalismo político de John Rawls, a interpretação do art. 210, § 1º, da Constituição Federal de 1988, que estabelece o ensino religioso nas escolas públicas, tendo por objeto de estudo a constitucionalidade da Lei Estadual n. 3.459/2000, do Rio de Janeiro. Para cumprir esse objetivo, o primeiro capítulo tem por objetivo discutir o direito à liberdade religiosa, cujos delineamentos são traçados a partir de uma leitura reconstrutiva de elementos da história constitucional brasileira a respeito do tema, fundada na busca pelo equilíbrio reflexivo entre o liberalismo político rawlsiano e essa história institucional. Esse capítulo é importante porque a discussão a respeito do ensino religioso deve levar em consideração a própria liberdade religiosa e o modo pelo qual as instituições brasileiras têm lidado com esse direito. O segundo capítulo discute os pressupostos normativos da educação pública, também a partir do liberalismo político, de forma a mostrar que o objetivo das instituições de ensino numa democracia constitucional é formar cidadãos capazes de exercer os seus direitos e de participar na vida pública. O terceiro capítulo tem por propósito desafiar...

‣ O Conde de Samodães e o discurso conciliador entre catolicismo e liberalismo político

Gonçalves, Eduardo C. Cordeiro
Fonte: Centro de Estudos de História Religiosa - Universidade Católica Portuguesa Publicador: Centro de Estudos de História Religiosa - Universidade Católica Portuguesa
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2004 Português
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Figura expressiva da política e do catolicismo de oitocentos, Francisco de Azeredo Teixeira de Aguilar, 2º conde de Samodães, atinge particular projecção no âmbito do relançar do movimento católico em Portugal, em 1870, cuja espessura cronológica se estende até à república. Nesta circunstância, o cerne da problemática ora apresentada pretende averiguar as principais linhas de pensamento do conde face a algumas das grandes questões político-religiosas que dominavam a época, tendo por pano de fundo o relacionamento do catolicismo com o liberalismo. Líder de um grupo de católicos que buscam, com êxito, separar os objectivos políticos dos objectivos religiosos, abre, deste modo, um «espaço próprio» na designada questão político-religiosa de então. Pelo pensamento e pela acção, Samodães afirma-se um dos mais significativos defensores do discurso conciliador entre catolicismo e liberalismo político.; Expressive figure of nineteenth century politics and catholicism, Francisco de Azevedo Teixeira de Aguilar, 2nd Count of Samodães, attains particular importance in the re-emergence of the catholic movement in Portugal from 1870 to the Republic. In this circumstance, the core of the question here presented aims to examine the count’s main lines of thought towards some of the great political and religious questions dominating at that time...

‣ Liberalismo e feminismo: igualdade de gênero em Carole Pateman e Martha Nussbaum

Cyfer,Ingrid
Fonte: Universidade Federal do Paraná Publicador: Universidade Federal do Paraná
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2010 Português
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O artigo discute a relação entre liberalismo e feminismo a partir de duas autoras feministas, Carole Pateman e Martha Nussbaum. Trata-se de uma questão importante para o feminismo, para o qual são fundamentais problemas associados às dicotomias público-privado e cultura-natureza - herdadas do liberalismo. Nesse sentido, discutimos as posições de Carole Pateman e Martha Nussbaum referentes a esses problemas. A escolha das autoras deveu-se ao fato de que ambas compartilham muitas premissas e conclusões, e por suas divergências situarem-se principalmente ao redor de problemas em que o feminismo é acrescentado ao liberalismo político. Assim sendo, fazer uma discussão entre as suas posições minimiza o risco de que a análise do debate não vá muito além das críticas que diversas teorias dirigem ao liberalismo, podendo funcionar, enfim, como uma boa porta de entrada para alguns dos pontos mais controversos da teoria feminista contemporânea. Nussbaum e Pateman parecem coincidir a respeito da concepção de igualdade de gênero. A crítica que ambas dirigem à relação entre natureza e cultura e ao formalismo da igualdade abstrata torna evidente que nenhuma delas pretende atribuir o poder ou a opressão da mulher a desígnios da natureza. Em ambas está muito claro que o que consideram relevante na organização de uma sociedade justa quanto ao gênero é a forma como uma sociedade valora as diferenças biológicas...

‣ Liberalismo e democracia na sociologia política de Oliveira Vianna

Silva,Ricardo
Fonte: Programa de Pós-Graduação em Sociologia - UFRGS Publicador: Programa de Pós-Graduação em Sociologia - UFRGS
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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O artigo examina o pensamento político de Oliveira Vianna, por meio de um diálogo crítico, com modelo de interpretação que define como "autoritarismo instrumental" a singularidade de sua concepção de Estado. Em tal modelo de interpretação, as instituições do Estado autoritário idealizadas e propostas pelo sociólogo fluminense são apresentadas como instrumentos (meios) adequados para a realização do liberalismo político e da democracia no Brasil. Uma vez atingidos seus verdadeiros fins liberais e democráticos, o caráter autoritário do Estado poderia ser questionado e abolido. Em nosso entender, além de não questionar o equivocado pressuposto de que é possível a realização de fins democráticos por meios autoritários, o modelo do "autoritarismo instrumental" é inapropriado para a compreensão, dimensão ideológica do pensamento político de Oliveira Vianna, orientada para a justificação de uma forma de Estado antiliberal e antidemocrática.

‣ Uma teoria das obrigações políticas: uma proposta a partir do liberalismo político

Tramontina, Robison
Fonte: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre Publicador: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul; Porto Alegre
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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O presente trabalho discorre sobre o problema das obrigações políticas, mais precisamente, acerca dos fundamentos de tais obrigações. A questão que orienta a investigação é a seguinte: pode-se construir, a partir das ideias centrais do Liberalismo Político, uma teoria satisfatória das obrigações políticas? A tese ora apresentada evidencia que existe tal possibilidade. Trata-se de propor uma teoria das obrigações políticas multiprincipial fundada no princípio da equidade, secundado pelo dever de civilidade e dever natural de justiça. Para atingir tal propósito, a trajetória argumentativa apresenta os seguintes desdobramentos: primeiro, destaca-se um conceito de obrigação e de obrigação política, analisam-se as principais teorias das obrigações políticas; na sequência, são apresentados e indicados os limites das duas abordagens sobre as obrigações políticas defendidas por Rawls e por último, após a apresentação das principais ideias do Liberalismo Político, destaca-se e justifica-se uma teoria multiprincipial das obrigações políticas. A originalidade da tese consiste basicamente em dois pontos: a) a ideia de que o Liberalismo Político demanda uma teoria das obrigações políticas; b) a proposta de uma teoria multiprincipial fundada no princípio da equidade...

‣ Pluralismo e não-razoabilidade no liberalismo de Rawls

Rodrigues, Rodrigo Cândido
Fonte: Florianópolis, SC Publicador: Florianópolis, SC
Tipo: Dissertação de Mestrado
Português
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Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-graduação em Filosofia; Embora presente, principalmente em O Liberalismo Político, a não-razoabilidade não é problematizada de forma direta e autônoma por Rawls. Com efeito, é significativo que o autor limite-se a fazer alguns comentários sobre o problema, atribuindo ao mesmo um caráter de inevitabilidade fática do mundo político. O construtivismo teórico intentado por ele precisa restringir sua abordagem ao denominado fato do pluralismo razoável, deslocando o fato do pluralismo como tal como um resíduo teórico, se bem que pretensamente controlado e reduzido a uma influência sócio-política limitada. Aliás, em minha interpretação, para Rawls sua teoria será tanto mais forte quanto menos ameaça o âmbito de não-razoabilidade representar à estabilidade democrática no plano não-ideal. Entretanto, no que diz respeito aos conceitos de autonomia política e legitimidade no uso do poder político para uma eventual "contenção" desse espectro de não-razoabilidade, a justiça como eqüidade de Rawls não nos parece ter muito a dizer. Although attended, specially in The Political Liberalism...

‣ A relação entre a constituição do liberalismo político e as desigualdades sociais e econômicas em John Rawls : a questão do direito a um mínimo social e do princípio da diferença como direitos constitucionais

Andrade, Igor Ascarelli Castro de
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
Português
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Programa de Pós-Graduação em Direito, 2015.; Trata-se de tese de doutorado em direito, estado e constituição. Faz uma relação entre filosofia e direito constitucional. Tem como objetivo geral estudar como uma constituição se relaciona com normas relevantes que estruturam a divisão dos ônus e dos bônus da cooperação social no pensamento de John Rawls. Tem como objetivos específicos: apresentar a teoria da justiça como equidade; descrever a constituição da justiça como equidade; analisar a constituição do liberalismo político; apresentar o princípio da diferença e analisar o direito a um mínimo social como um direito inerente à constituição. O problema consiste em saber por que o princípio da diferença não é uma parte integrante dos elementos constitucionais essenciais do liberalismo político descrito por Rawls ao passo que o direito a um mínimo social é parte integrante desses elementos. A hipótese é a de que o princípio da diferença e o direito a um mínimo social possam ser considerados como elementos constitucionais essenciais do liberalismo político descrito por Rawls. Essa hipótese parece não ter sido suficientemente testada até o momento e as justificativas que a sustentam também parecem não serem suficientemente claras diante do contexto mais amplo das obras do autor. Emprega como técnica de pesquisa a documentação indireta...

‣ Entre Carl Schmitt y Thomas Hobbes: Un estudio del liberalismo moderno a partir del pensamiento de Leo Strauss.; Between Carl Schmitt and Thomas Hobbes: A study of modern liberalism from Leo Strauss' thought. [Spanish]

José Daniel Parra Quintero; Universidad Externado de Colombia
Fonte: Universidad del Norte Publicador: Universidad del Norte
Tipo: article; publishedVersion Formato: application/pdf
Português
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El presente ensayo es una lectura sobre el liberalismo moderno desde el pensamiento de Leo Strauss. A partir de su análisis del Concepto de lo político de Carl Schmitt y su crítica de la "despolitización y neutralización" liberal, Strauss responde con una afirmación del problema del derecho natural, para lo cual es fundamental como primer paso estudiar la filosofía política de Thomas Hobbes. Desde allí Strauss se planteaun punto de contraste hacia una consideración clásica del derecho natural que pueda hacer frente al nihilismo político o cosmopolitismo apolítico en la modernidad tardía, resultado ambos tanto del historicismo radical como del positivismo metodológico. Strauss antepone a laafirmación de la voluntad del poder soberano la búsqueda del derecho natural como representación de la idea de la justicia.; This essay presents a reading of modern liberalism from Leo Strauss´thought. Starting with his analysis of Carl Schmitt’s Concept of the Political and its critique of liberal “neutralization and depolitization”, Strauss posits an affirmation of the problem of natural right, for which it is a fundamental first step to study the political philosophy of Hobbes. In contrast with Schmitt and Hobbes, Strauss´ thought points towards a consideration of classical natural right as a riposte to the political nihilism or apolitical cosmopolitanism of late-modernity...

‣ Multiculturalismo y consenso: una aproximación desde el liberalismo político de John Rawls

Camargo Díaz, Antonio Miguel
Fonte: Facultad de Ciencia Política y Gobierno Publicador: Facultad de Ciencia Política y Gobierno
Tipo: info:eu-repo/semantics/masterThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 26/09/2013 Português
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La presente tesis gravita en torno a la siguiente pregunta: ¿cómo puede ser el liberalismo político una alternativa frente a los desafíos del multiculturalismo? La respuesta se presenta a partir de tres capítulos: en el primero se especifica la estructura y contenido del liberalismo político; en el segundo se caracterizan los desafíos del multiculturalismo en Francia, a partir del asunto del velo islámico y las consideraciones de los actores involucrados; en el tercero se analizan los argumentos y opiniones sobre el asunto del velo en Francia, con base en las categorías específicas del liberalismo político, especialmente el consenso traslapado. Se concluye que las posibilidades de consenso dependen del apego que tengan los ciudadanos hacia ciertos valores propios de una concepción política de la justicia, de la capacidad para apartarse de su forma particular de ver el mundo (doctrina comprensiva) en las discusiones públicas, así como de la voluntad que tengan los individuos para ser razonables y respetar las directivas de indagación en las discusiones políticas.; This thesis revolves around the following question: how can be the political liberalism an alternative to the challenges of multiculturalism? The answer comes from three chapters: the first...

‣ RAWLS Y EL LIBERALISMO: EN PERSPECTIVA DEL DEBATE LIBERAL-COMUNITARIO

Páez Lancheros, Mario
Fonte: Universidad de Chile; Programa Cybertesis Publicador: Universidad de Chile; Programa Cybertesis
Tipo: Tesis
Português
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Este trabajo intenta caracterizar el tipo de discurso liberal desarrollado tanto en la obra del filósofo norteamericano John Rawls así como en el trabajo de Ronald Dworkin y Will Kymlicka. Esto, teniendo como centro de discusión las concepciones de individuo, comunidad y su relación, que subyacen a la teoría liberal; discusión articulada desde dos perspectivas: primero, a partir del contraste entre la Teoría de la Justicia de Rawls con los antecedentes que han configurado la matriz de la filosofía política liberal y segundo, a partir de la reconstrucción de las críticas realizadas por autores como Michael Sandel, Charles Taylor, Alasdair MacIntyre y Michael Walzer que dieron origen al denominado debate-liberal comunitario. En este sentido, el primer capítulo pone en cuestión la consistencia del liberalismo como tradición concreta y son abordadas las obras de John Locke, Benjamín Constant, Alexis de Tocqueville, Immanuel Kant como ejes del pensamiento filosófico liberal. En el capítulo segundo, en base a estos elementos es reconstruida y contrastada la teoría de la justicia de Rawls, prestando central atención al argumento de la “posición original”. El capítulo tercero, caracteriza el debate liberal-comunitario; esto es...

‣ La razón jurídica como modelo de razón pública : Rawls, Dworkin y el Derecho

Melero de la Torre, Mariano C.
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2009 Português
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El autor pretende averiguar cuál es la teoría del Derecho que cabría promover desde el liberalismo político de John Rawls. Para lo cual, toma como punto de partida la tesis sugerida por Ronald Dworkin, según la cual el método del equilibrio reflexivo permite superar el positivismo jurídico, y entender la filosofía del Derecho como una labor interpretativa. A partir de ahí, el trabajo se centra en indagar cuál de las dos interpretaciones que distingue Dworkin —el convencionalismo jurídico o el Derecho como integridad— podría postularse a partir de la filosofía política de Rawls. La conclusión que se defiende es que el liberalismo político y, más concretamente, su idea de la razón pública, podrían servir para avalar el convencionalismo jurídico. No obstante, la «ampliación» de la razón pública del último Rawls parece exigir, fuera de los límites de su liberalismo político, una interpretación basada en la integridad y la coherencia.; The main aim of the author is to discover the theory of law that one would be able to claim from Rawls’ political liberalism. With this, the paper takes for granted Dworkin’s suggestion in the sense that reflexive equilibrium enables the going beyond of legal positivism...

‣ Political Liberalism and the Characterization of the Moral Virtues

Venezia, Luciano Javier
Fonte: Universidade Autônoma de Barcelona Publicador: Universidade Autônoma de Barcelona
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em //2009 Português
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The Virtue ethical approach to morality is generally thought to be in tension with liberalism in politics. Their incompatibility seems to be straightforward when considering political liberalism. This is because the virtue ethical approach to morality seems to be committed to a perfectionist view of society, whereas political liberalism resists this conceptualization. But this is not the only source of trouble between virtue ethics and political liberalism. A more basic problem seems to be that, in a liberal society, there are many incompatible though reasonable comprehensive doctrines. This fact of reasonable pluralism seems to imply that the very idea of characterizing the moral virtues constitutes an impossible task in a liberal society. This conclusion is too quick, however. A non-eudaimonist, consequentialist conception of virtue can find a place within political liberalism, though this account of moral virtue must be qualified in important ways.; Tradicionalmente, la ética de la virtud es caracterizada como si estuviera en tensión con el liberalismo. Su incompatibilidad parece ser directa cuando consideramos al liberalismo político. La razón es que la ética de la virtud parece estar comprometida con una concepción perfeccionista de la sociedad...

‣ Liberalismo político y justicia internacional

Garreta Leclercq,Mariano
Fonte: Revista latinoamericana de filosofía Publicador: Revista latinoamericana de filosofía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2007 Português
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El intento de desarrollar una concepción liberal de la justicia aplicable al ámbito internacional es uno de los más interesantes proyectos dentro de la filosofía política contemporánea. La posición predominante, la corriente cosmopolita, sostiene que los rasgos igualitarios de la posición liberal y, especialmente, su compromiso con un esquema de redistribución de la riqueza puede ser aplicado al dominio internacional. Sin embargo, el filósofo liberal contemporáneo más influyente, John Rawls, rechaza esas conclusiones. Rawls critica la idea de que pueda ser defendible una aplicación internacional del principio de diferencia y suscribe una concepción minimalista de los derechos humanos. En este artículo defenderé la idea de que una correcta comprensión de los fundamentos del liberalismo político no conduce a las conclusiones defendidas por Rawls en el campo de los derechos políticos y de los derechos humanos. Afirmaré que es factible defender una concepción de la justicia internacional fuertemente liberal desde la perspectiva del liberalismo político.

‣ Sobre la necesidad de completar el "giro pragmático" en el liberalismo político de John Rawls

García Valiña,Luis
Fonte: Revista latinoamericana de filosofía Publicador: Revista latinoamericana de filosofía
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2013 Português
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El pragmatismo y el liberalismo político de corte contractualista- kantiano desarrollado por John Rawls suelen ser vistos como tradiciones enfrentadas. Sin embargo, un examen más atento revela notorias similitudes en al menos tres aspectos, especialmente en el marco del "giro pragmático" iniciado por Rawls en Liberalismo Político (1993): la primacía de la práctica, el contextualismo y el constructivismo. Pero la fijación en la estructura básica de la sociedad como objeto excluyente de indagación teórica bloquea la compleción del mencionado giro y vuelve a la teoría vulnerable a la "falacia filosófica" descripta por John Dewey. Abandonar dicha fijación volvería al liberalismo más flexible y atento a los problemas de la política corriente. Una consecuencia adicional sería una orientación hacia el pragmatismo.

‣ LIBERALISMO POLÍTICOY DELIBERACIÓN PÚBLICA

GARRETA LECLERCQ,MARIANO
Fonte: Ideas y Valores Publicador: Ideas y Valores
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
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RESUMEN Los defensores del liberalismo político sostienen que el ejercicio del poder político es legítimo solo cuando es justificado por razones públicas que todos los ciudadanos pueden aceptar con independencia de la doctrina religiosa, filosófica o moral a la que se adhieren. Según John Rawls, satisfacer esa concepción de la legitimidad exige apelar, en la justificación pública de la acción del Estado, a "concepciones políticas de la justicia". Se busca elaborar un nuevo tipo de argumento a favor de la posición de Rawls.

‣ Los derechos de los rostros. Derechos humanos, liberalismo y exclusión

Palacio,Marta
Fonte: Instituto de Investigaciones Universidad del Zulia (LUZ) Publicador: Instituto de Investigaciones Universidad del Zulia (LUZ)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2006 Português
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Este ensayo cuestiona las bases del liberalismo reflexionando a partir de la crítica realizada por el filósofo Emmanuel Levinas a los conceptos de libertad y de totalidad de la filosofía occidental que, articulados con las teorías liberales políticas y económicas, concluyen en una identificación de lo humano con lo legal: ser humano es ser “ciudadano” reconocido por un estado, siendo la ley es quien estipula lo humano. A consecuencia de este proceso final del capitalismo tardío, mixturado con el liberalismo político, los derechos de los individuos quedan expuestos a la lógica del poder global, vulnerables a “procesos jurídicos de exclusión” ejecutados mediante la demarcación entre quienes son “dignos de la ciudadanía” y quienes no. Los migrantes, los indocumentados, los pobres, los desocupados, las mujeres y los niños esclavos del tráfico sexual, son todos los “rostros” a quienes se les ha arrancado el título de ciudadanos y por ende la validez legal de los derechos humanos. Asumir estos planteos implica redefinir epistémicamente nuestro contexto latinoamericano y tomar un agenciamiento ético-político sobre nuestra vida social a partir considerar el rostro del otro/a como la norma utópica regulativa de la convivencia y de la distribución de los bienes.