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‣ As flutuações de nível do mar durante o quaternário superior e a evolução geológica de "deltas" brasileiros

Martin, L.; Suguio, K.; Flexor, J.M.
Fonte: Universidade de São Paulo, Instituto de Geociências Publicador: Universidade de São Paulo, Instituto de Geociências
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 01/05/1993 Português
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Ao longo do litoral brasileiro existem extensas áreas de progradação quaternária, a maioria das quais vinculada a importantes desembocaduras fluviais, enquanto que outras não apresentam qualquer ligação com desembocaduras fluviais, atuais ou pretéritas. Todos os casos, até aqui estudados, podem ser explicados pelo modelo de evolução paleogeográfica concebido pelos autores, válido para o trecho Macaó (RJ) a Maceió (AL). Dois ou mais dos estádios do modelo completo podem ser omitidos na explicação da história evolutiva de algumas dessas planícies. As planícies costeiras dos rios Doce (ES) e Paraíba do Sul (RJ) caracterizam-se pela presença de expressivos deltas intralagunares, que foram construídos no interior de extensas paleolagunas. As planícies costeiras dos rios Jequitinhonha (BA) e São Francisco (SE/AL), ambas de menor expressão do que as anteriores, não apresentam deltas intralagunares porque nunca chegaram a desenvolver lagunas de maior porte durante a sua evolução geológica. Por outro lado, a foz do Rio Parnaíba (PI/MA) pode ser considerada como de domínio essencialmente eólico e a planície de Caravelas (BA) não possui qualquer relação com desembocadura fluvial. Nessas planícies, que foram freqüentemente descritas como essencialmente hoiocênicas...

‣ MAPA GEOLÓGICO DA PLANÍCIE COSTEIRA ENTRE O RIO SAÍ-GUAÇU E A BAÍA DE SÃO FRANCISCO, LITORAL NORTE DO ESTADO DE SANTA CATARINA

ANGULO, Rodolfo José; de SOUZA, Maria Cristina
Fonte: UFPR Publicador: UFPR
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 27/10/2005 Português
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A geologia de superfície da região costeira, entre o Rio Saí-Guaçu e a Baía de São Francisco, litoral norte de Santa Catarina, é constituída por rochas do embasamento cristalino Pré-Cambriano e pela cobertura sedimentar do Cenozóico. O objetivo deste trabalho é apresentar um novo mapa geológico dessa cobertura, na escala 1:50.000, com ênfase na planície costeira. Na área, foram identificadas as seguintes unidades: Fm. Mina Velha do Mioceno Inferior; colúvios, leques aluviais e depósitos fluviais, do Quaternário indiferenciado; terraços costeiros do Pleistoceno Superior (120.000 anos A.P.) e do Holoceno (< 7.000 anos A.P.); planícies paleoestuarinas do Holoceno; dunas, praias e mangues atuais. A distribuição em superfície e subsuperfície e o empilhamento das fácies dos depósitos costeiros permitem compreender alguns aspectos da evolução geológica e paleogeográfica da área durante o Quaternário. A ocorrência de extensos terraços do Pleistoceno e Holoceno, a presença de paleolagunas na retaguarda dos terraços e a ocorrência de sedimentos argilosos lagunares sob os terraços permitem inferir que, durante os ciclos transgressivos regressivos do Pleistoceno superior e Holoceno, existiram na região barreiras transgressivas e regressivas. A extensão das planícies paleoestuarinas indica que durante o máximo transgressivo do Holoceno existiam grandes estuários e lagunas. A morfologia dos cordões litorâneos evidencia que no Holoceno houve a formação de esporões paralelos à costa...

‣ Paleoambientes lacustres en la sección inferior de la Formación Río Negro, (Mioceno - Plioceno), Río Negro, Argentina

Schillizzi,Roberto; Luna,Liliana
Fonte: Geoacta Publicador: Geoacta
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2008 Português
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Se estudian paleoambientes lacustres aflorantes en un sector de la plataforma marina ubicadas en la localidad de La Lobería, Provincia de Río Negro. Los medios lagunares son buenos indicadores de las modificaciones climáticas soportadas por el ambiente. La metodología aplicada para la investigación consistió en tamizados por vía seca de las psamítas, análisis con difractometría de rayos "X" de las arcillas y observaciones paleontológicas. En la plataforma intermareal se determino la presencia de tres secciones que componen el miembro inferior de la Formación Río Negro. La sección basal esta formada por areniscas finas, gris verdoso, de origen eólico y depositadas en un medio de dunas con influencia ácuea. La sección media esta constituida por limolitas arcillosas a arenosas finas, color pardo rosado, con estratificación, moldes de bivalvos dulceacuícolas e icnitas de vertebrados. Esta sección se asocia a lagunas someras y restringidas, ambiente que se habría extendido en dirección NE. Este nivel esta cubierto por la sección superior formada por areniscas gris azuladas claras, con estratificación cruzada a horizontal, depositadas en un medio eólico. En la actualidad los ambientes lagunares descriptos soportan una fuerte erosión marina.