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Resultados filtrados por Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.

‣ Da vacina à aspirina: considerações acerca das ações coletivas em saúde pública

Silva,Luiz Jacintho da
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1996 Português
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O presente trabalho discute sobre os conceitos de ação coletiva e individual em saúde pública e suas implicações para a re-estruturação das instituições de saúde pública. A diferença conceptual entre ação coletiva e individual não deve ser entendida como sinônimo da pseudo-diferença entre ação preventiva e curativa, esta discussão é entendida como pertencente ao passado. A incorporação do complexo médico-hospitalar herdado pelas secretarias de saúde é analisada e vista como fundamental para a adequada implantação das medidas de saúde pública que se fazem necessárias. Não há como separar as ações coletivas das individuais, ambas são parte integrante de cada programa de ação em saúde pública. A evolução da morbi-mortalidade verificada no Brasil nos últimos anos exige uma adequação das ações de saúde pública, com um maior ênfase nas ações individuais em saúde e nas ações coletivas fora do âmbito dos serviços de saúde.

‣ Saúde Pública e meio ambiente: evolução do conhecimento e da prática, alguns aspectos éticos

Ribeiro,Helena
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2004 Português
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87.31934%
O artigo enfoca a relação saúde-meio ambiente e a área de Saúde Ambiental. Apresenta as definições adotadas pela Organização Mundial da Saúde para a Saúde Ambiental, destacando sua preocupação tanto com estudos para verificar as possíveis relações entre os fatores ambientais e a saúde, quanto com a prática de propor formas de eliminar esses fatores de risco à saúde. Aponta, a seguir, as diferentes questões da relação homem-meio, que ganharam destaque em diferentes momentos da história humana. Faz um breve relato da história dessa relação, como campo de conhecimento e de prática, partindo dos trabalhos de Hipócrates e da concepção de saúde dos gregos, passando pela civilização romana, pela Idade Média e pelos progressos havidos nos séculos XVIII e XIX. No século XIX, o novo-Hipocratismo designa as tendências da Saúde Pública: a Reforma Sanitária, a saúde vista como um bem social, o desenvolvimento da engenharia de saúde pública, os progressos da microbiologia. Em seguida, descreve as atuais propostas do setor saúde para a Saúde Ambiental, no mundo e no Brasil, e sua relação com o desenvolvimento sustentável. Apresenta alguns aspectos éticos em Saúde Ambiental, discutindo a incorporação dos conceitos de desenvolvimento sustentável e de eqüidade nas propostas de promoção da saúde ambiental.

‣ Saúde Pública é...: permanências e modernidades nas representações de universitários

Lopes,Marta Julia Marques; Bueno,André Luis Machado
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2007 Português
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Este artigo apresenta e discute os resultados de uma pesquisa sobre as formas com que indivíduos e grupos entendem e representam a saúde pública como espaço de intervenção e assistência na área da saúde. Discute-se como estudantes universitários da área de saúde representam essas práticas, considerando que as representações são processos sócio-cognitivos, dependentes do sujeito, mas influenciados pelas condições sociais nas quais se elaboram e se transmitem. Trata-se de um estudo qualitativo, que se estendeu por oito semestres com oito turmas de estudantes de graduação em enfermagem, totalizando, aproximadamente, 350 alunos. Durante quatro anos (2000-2004), utilizamos a técnica de associação livre de palavras e expressões para desencadear, em sala de aula, a discussão temática ou "problemática" da saúde pública como campo de estudo e prática. Foram produzidos oito cartazes associativos categorizando o material por turmas de estudantes. A saúde pública configura-se em palco de representações com significados, predominantemente negativos para diferentes sujeitos. Predominou a idéia de que a saúde pública "serve para quem não tem escolha" ao lado de uma idealização do seu potencial transformador configurado no Sistema Único de Saúde (SUS).

‣ Introdução à violência contra as mulheres como um problema de direitos humanos e de saúde pública

Azambuja,Mariana Porto Ruwer de; Nogueira,Conceição
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2008 Português
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O objetivo deste artigo é apresentar àqueles(as) que se iniciam no estudo da violência praticada contra as mulheres uma breve contextualização histórica do modo como, gradualmente, este se tornou um tema do campo dos Direitos Humanos e da Saúde Pública. Partimos da Declaração Universal dos Direitos dos Homens para, em seguida, discutirmos sua importância para o campo dos Direitos Humanos e analisarmos a polêmica entre direitos humanos versus direitos das mulheres. Posteriormente, apresentamos as diversas convenções e tratados internacionais de proteção dos direitos das mulheres e sua importância para a conscientização da Saúde Pública, com relação ao fenômeno da violência. Inicialmente abordada como "causas externas" de morbidade e mortalidade, devido à grande incidência e aos elevados prejuízos sociais, econômicos e de saúde (física e psicológica), atualmente a violência é reconhecida como um campo específico e urgente de intervenção sob a perspectiva da Saúde Pública. De modo particular, a violência praticada contra as mulheres é um problema de proporções mundiais, que atinge pessoas de todas as classes sociais, religiões e etnias. Afirmamos que, a partir da inclusão da violência contra as mulheres na arena dos direitos humanos e da Saúde Pública...

‣ Temas emergentes em ciências sociais e saúde pública/coletiva: a produção do conhecimento na sua interface

Marsiglia,Regina Maria Giffoni
Fonte: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública. Publicador: Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo.; Associação Paulista de Saúde Pública.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 Português
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Neste artigo, apontam- se inicialmente algumas questões fundamentais para o entendimento das relações entre ciências sociais e saúde desde o inicio do século XX. Posteriormente, discute-se a presença das ciências sociais na saúde pública e a constituição do campo da saúde coletiva, com a criação da Associação Brasileira de Pós- Graduação em Saúde Coletiva - ABRASCO, ao final dos anos 70. Aborda-se a definição de três eixos de pesquisa do novo campo - Política de Saúde e Organização de Serviços de Saúde, Condições de Vida e Saúde, Recursos Humanos na Saúde - e dois temas emergentes de pesquisa: trabalho e saúde, violência e saúde. Nos últimos tópicos, dedicado aos desafios para a produção do conhecimento na interface entre ciências sociais, saúde pública e saúde coletiva, a autora apresenta suas considerações sobre alguns pontos abordados por Amélia Cohn na Mesa Redonda promovida pela Revista Saúde e Sociedade em 20 de março de 2012 e os novos desafios, eixos de pesquisa e temas emergentes para a saúde coletiva e para as ciências sociais nesse campo, no contexto dos anos 2000.