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‣ Estrutura floral de Galipeinae (Rutaceae) e suas implicações na sistemática, evolução e biologia do grupo; Floral structure in Galipeinae (Rutaceae) and its implications in the evolution, systematics and biology of the group

El Ottra, Juliana Hanna Leite
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/12/2014 Português
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38.376272%
Galipeinae (Galipeeae, Rutoideae) é a subtribo mais diversificada de Rutaceae na região Neotropical. Evidências moleculares recentes sustentam a monofilia do grupo. Embora a delimitação dos gêneros e espécies da subtribo seja baseada principalmente em características florais, existem poucos estudos detalhados sobre a estrutura floral de representantes da subtribo, o que dificulta o uso acurado dos caracteres florais em estudos sobre sistemática e evolução do grupo. Além disso, pouco se sabe sobre as implicações funcionais dessas características na biologia das espécies, sendo necessários mais estudos ecológicos, ainda escassos sobre o grupo. Neste contexto, analisamos comparativamente a estrutura floral de diversos gêneros de Galipeinae e de gêneros americanos proximamente relacionados, apresentando descrições detalhadas e discutindo a implicação dos resultados na sistemática e evolução do grupo. Adicionalmente, investigamos as implicações funcionais de algumas características florais de Galipeinae, por meio do estudo da biologia floral e polinização de três táxons do grupo (Almeidea rubra, Conchocarpus macrophyllus e Angostura bracteata), e com base em dados da literatura e de observações pontuais feitas sobre outras espécies. Como principais resultados das análises estruturais...

‣ Differentiation of floral color and odor in two fly pollinated species of Metrodorea (Rutaceae) from Brazil

Pombal, Ellen C. P.; Morellato, L. Patrícia C.
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 141-156
Português
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48.43081%
We investigated if differences in morphological characters in two species of Metrodorea (Rutaceae) from Brazilian semideciduous forests correspond to some pollination divergence. M. nigra and M. stipularis are sympatric species, display a similar floral morphology, are protandrous, self-incompatible, their flower periods overlap, and both are pollinated by flies. M. nigra main pollinators are Pseudoptiloleps nigripoda (Muscidae) and Fannia sp. (Fanniidae); M. stipularis major pollinators are Phaenicia eximia (Calliphoridae), Palpada sp. and Ornidia obesa (Syrphidae). The distinct floral odor (disagreeable in M. nigra and sweet in M. stipularis) and color (brownish violet vs. pale yellow) determine the differences on type and number of floral visitors observed. Several species from semideciduous forests initially considered to be pollinated by diverse insects, present flies as main pollinators, stressing the importance of fly pollination in such habitats.

‣ Aspectos da biologia floral de especies de Arrabidaea e Jacaranda, no Municipio de Botucatu, SP

Yuriko Yanagizawa
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em //1983 Português
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28.43081%
No presente trabalho, realizado no período compreendido entre agosto de 1978 a dezembro de 1981, foram estudados aspectos de biologiafloral de cinco espécies de Bigno­nlaceae Arrabidaea brachypoda (DC) BOR., Arrabidaea samydoides (CHAM.) SANDW., Arrabidaea -trip ZinerviaH.BAILL,Jacarandá decurrens CHAM. e Jacaranda oxyphyZZa CHAM., que ocorrem no município de Botucatu.As espécies de Bignoniaceae estudadas apresentam flores do tipo goela, com simetria zigomorfa e plataforma de pouso muito evidente. Exceto J. decurrens, a qual possui flores azuais, a cor das demais espécies é basicamente purpurea. As flores das espécies de Arrabidaea estudadas apresentam ântese diurna, produzem néctar em quantidade e odor agradável e intenso. As de Jacaranda apresentam ântese diurna, possuem nec­tar em pequena quantidade e odor agradável porém, pouco intenso e apesar destas diferenças, as características encontradas nas flores de Arrabidaea e Jacaranda podem ser atributos de flores melitófilas. Consideradas As espécies A. brachypodas A. samydoides eJ. oxyphyZZa são auto-compatíveis e J. decurrens, possivelmente auto-incompatível. As flores de todas estas espécies apresentam estratégias que impedem, até certo ponto, a auto-polinização (autogamia e geitonogamia). Assim...

‣ Estruturas secretoras florais em espécies de Leguminosae = : Floral secretory structures in species of Leguminosae; Floral secretory structures in species of Leguminosae

Cristina Ribeiro Marinho
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 24/06/2013 Português
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28.939915%
Apesar de a família Leguminosae ser rica em espécies, exibir ampla distribuição geográfica e grande variação morfológica, seus representantes têm sido pouco estudados em termos de estruturas secretoras florais. Tais estruturas podem estar localizadas em diferentes partes da flor e estão associadas à atração de polinizadores e/ ou defesa. As flores polinizadas por animais exalam odores que são produzidos e liberados por meio de glândulas de odor ou osmóforos, estruturas que apresentam grande variedade morfológica. Estudos anatômicos de tais glândulas são importantes, pois além de fornecerem informações para o entendimento das interações ecológicas de plantas e seus polinizadores, podem fornecer dados que auxiliem na determinação de relações filogenéticas entre as espécies. Assim, este trabalho objetivou (1) identificar as estruturas secretoras presentes nas flores de espécies de Leguminosae com polinização noturna, (2) levantar caracteres anatômicos florais compartilhados por essas espécies, (3) determinar se existem relações entre a polinização diurna e noturna e a morfologia dos osmóforos em Leguminosae (4) e investigar se os tricomas secretores podem atuar como osmóforos. Botões florais e flores de 14 espécies zoófilas de Leguminosae foram fixados e processados para análises em microscopias de luz...

‣ Biologia floral de Unonopsis guatterioides (A. D.C.) R.E. Fr., uma Annonaceae polinizada por Euglossini

CARVALHO,RAQUEL; WEBBER,ANTONIO C.
Fonte: Sociedade Botânica de São Paulo Publicador: Sociedade Botânica de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2000 Português
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37.795347%
A biologia floral e a polinização por abelhas Euglossini de uma Annonaceae é descrita pela primeira vez e as adaptações a esse modo de polinização são comparadas às de outras espécies da família, que é predominantemente polinizada por coleópteros. A espécie Unonopsis guatterioides foi estudada em dois fragmentos de mata de terra firme no município de Manaus (AM). As flores são protogínicas e permanecem abertas expondo os estigmas e estames durante a antese que ocorre entre dois dias. São visitadas por machos de Eulaema bombiformis (Euglossini) que coletam o odor o qual se assemelha ao de "capim cidreira" (Andropogum nardus L.). Visitas de abelhas Meliponidae e coleópteros Chrysomelidae também foram registradas. Unonopsis guatterioides apresenta dicogamia sincronizada.

‣ Olfactory Classical Conditioning in Neonates

Sullivan, Regina M.; Taborsky-Barba, Suzanne; Mendoza, Raffael; Itano, Alison; Leon, Michael; Cotman, Carl W.; Payne, Terrence F.; Lott, Ira
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em /04/1991 Português
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28.236484%
One-day-old, awake infants underwent an olfactory classical conditioning procedure to assess associative learning within the olfactory system of newborns. Experimental infants received ten 30-second pairings of a novel olfactory conditioned stimulus (a citrus odor of neutral value) and tactile stimulation provided by stroking as the reinforcing unconditioned stimulus (a stimulus with positive properties). Control babies received only the odor, only the stroking, or the stroking followed by the odor presentation. The next day, all infants, in either the awake or sleep state, were given five 30-second presentations of the odor. Results were analyzed from video tapes scored by an observer unaware of the infants’ training condition. The results indicate that only those infants who received the forward pairings of the odor and stroking exhibited conditioned responding (head turning toward the odor) to the citrus odor. The performance of the conditioned response was not affected by the state of the baby during testing, because both awake and sleeping infants exhibited conditioned responses. Furthermore, the expression of the conditioned response was odor specific; a novel floral odor presented during testing did not elicit conditioned responses in the experimental babies. These results suggest that complex associative olfactory learning is seen in newborns within the first 48 hours of life. These baseline findings may serve as normative data against which observation from neonates at risk for neurological sequelae may be compared.

‣ Behavioral consequences of innate preferences and olfactory learning in hawkmoth–flower interactions

Riffell, Jeffrey A.; Alarcón, Ruben; Abrell, Leif; Davidowitz, Goggy; Bronstein, Judith L.; Hildebrand, John G.
Fonte: National Academy of Sciences Publicador: National Academy of Sciences
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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28.34336%
Spatiotemporal variability in floral resources can have ecological and evolutionary consequences for both plants and the pollinators on which they depend. Seldom, however, can patterns of flower abundance and visitation in the field be linked with the behavioral mechanisms that allow floral visitors to persist when a preferred resource is scarce. To explore these mechanisms better, we examined factors controlling floral preference in the hawkmoth Manduca sexta in the semiarid grassland of Arizona. Here, hawkmoths forage primarily on flowers of the bat-adapted agave, Agave palmeri, but shift to the moth-adapted flowers of their larval host plant, Datura wrightii, when these become abundant. Both plants emit similar concentrations of floral odor, but scent composition, nectar, and flower reflectance are distinct between the two species, and A. palmeri flowers provide six times as much chemical energy as flowers of D. wrightii. Behavioral experiments with both naïve and experienced moths revealed that hawkmoths learn to feed from agave flowers through olfactory conditioning but readily switch to D. wrightii flowers, for which they are the primary pollinator, based on an innate odor preference. Behavioral flexibility and the olfactory contrast between flowers permit the hawkmoths to persist within a dynamic environment...

‣ Characterization and Coding of Behaviorally Significant Odor Mixtures

Riffell, Jeffrey A.; Lei, Hong; Christensen, Thomas A.; Hildebrand, John G.
Fonte: PubMed Publicador: PubMed
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em 24/02/2009 Português
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28.726277%
For animals to execute odor-driven behaviors, the olfactory system must process complex odor signals and maintain stimulus identity in the face of constantly changing odor intensities [1–5]. Surprisingly, how the olfactory system maintains identity of complex odors is unclear [6–10]. We took advantage of the plant-pollinator relationship between the Sacred Datura (Datura wrightii) and the moth Manduca sexta [11, 12] to determine how olfactory networks in this insect’s brain represent odor mixtures. We combined gas chromatography and neural-ensemble recording in the moth’s antennal lobe to examine population codes for the floral mixture and its fractionated components. Although the floral scent of D. wrightii comprises at least 60 compounds, only nine of those elicited robust neural responses. Behavioral experiments confirmed that these nine odorants mediate flower-foraging behaviors, but only as a mixture. Moreover, the mixture evoked equivalent foraging behaviors over a 1000-fold range in dilution, suggesting a singular percept across this concentration range. Furthermore, neural-ensemble recordings in the moth’s antennal lobe revealed that reliable encoding of the floral mixture is organized through synchronized activity distributed across a population of glomerular coding units...

‣ Analysis and Optimization of a Synthetic Milkweed Floral Attractant for Mosquitoes

Otienoburu, Philip E.; Ebrahimi, Babak; Phelan, P. Larry; Foster, Woodbridge A.
Fonte: Springer-Verlag Publicador: Springer-Verlag
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.585566%
A pentane extract of flowers of common milkweed, Asclepias syriaca (Asclepiadaceae), elicited significant orientation from both male and female Culex pipiens in a dual-port flight olfactometer. Analysis of the extract by gas chromatography–mass spectrometry revealed six major constituents in order of relative abundance: benzaldehyde, (E)-β-ocimene, phenylacetaldehyde, benzyl alcohol, nonanal, and (E)-2-nonenal. Although not all were collected from the headspace profile of live flowers, a synthetic blend of these six compounds, when presented to mosquitoes in the same levels and proportions that occur in the extract, elicited a response comparable to the extract. Subtractive behavioral bioassays demonstrated that a three-component blend consisting of benzaldehyde, phenylacetaldehyde, and (E)-2-nonenal was as attractive as the full blend. These findings suggest the potential use of synthetic floral-odor blends for monitoring or control of both male and female disease-vectoring mosquitoes.

‣ Biologia floral do maracujá amarelo (Passiflora edulis f. flavicarpa Deg) em área irrigada no Submédio do Vale do São Francisco.

SIQUEIRA, K. M. M. de; KIILL, L. H. P.; MARTINS, C. F.; SCHILINDWEIN, C.; MONTEIRO, S. P.; FEITOSA, E. de A.; LEMOS, I. B.
Fonte: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 1., 2006, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2006. p. 147-151. Publicador: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 1., 2006, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2006. p. 147-151.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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38.075051%
A morfologia e a biologia floral de P. edulis f. flavicarpa Deg, foi estudada em plantio convencional, no Projeto Maniçoba, Juazeiro-BA, durantes os anos de 2005 e 2006, quando foram avaliadas as estruturas florais com base na biologia floral e nas características morfométricas. As flores apresentam-se geralmente isoladas, sendo hermafroditas, actinomorfas e pedunculada, com formato raso campanulado, odor característico, adocicado e intenso após a antese. A antese floral é diurna e sincrônica, iniciando entre 12:00h e 13:00h. As flores levam cerca de 10 minutos para abrir. Os estiletes iniciam o movimento de curvatura logo após a antese, levando em média 1 hora e 11 minutos para concluir o processo. O início da senescência floral ocorreu por volta das 18:00h, sendo caracterizado pelo murchamento e alteração da coloração das pétalas. O tempo de vida da flor foi de aproximadamente 12 horas. O néctar apresentou um volume médio de 97 mL e concentração de 47,3%. Os estigmas estão receptivos desde o início da antese até a senescência da flor. A viabilidade dos grãos de pólen foi de 94,0%. O número médio de óvulos por ovário encontrado foi de 390,1 ± 81,39. O número médio de grãos de pólen por antera foi de 28.119 ± 6.835...

‣ Ecologia da poliniza??o do buriti (Mauritia flexuosa L. ? Arecaceae) na restinga de Barreirinhas, Maranh?o, Brasil

MENDES, Fernanda Nogueira
Fonte: Universidade Federal do Pará Publicador: Universidade Federal do Pará
Tipo: Tese de Doutorado
Português
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28.761157%
O estudo das palmeiras nativas ? importante por seu grande valor econ?mico e na manuten??o das comunidades de v?rias esp?cies de vertebrados e invertebrados que se alimentam de seus frutos, sementes e folhas. A efici?ncia na produ??o dos frutos das palmeiras est? diretamente relacionada com a presen?a de insetos polinizadores, principalmente besouros, abelhas e moscas. A palmeira Mauritia flexuosa, comumente conhecida como buriti, ? a esp?cie mais abundante do Brasil e ? tamb?m chamada de ??rvore da vida?, por ser 100% utiliz?vel. Este trabalho teve como objetivo contribuir para o conhecimento da ecologia da poliniza??o do buriti em ambiente de restinga, no munic?pio de Barreirinhas, Maranh?o, Brasil. Para tanto, obteve-se dados sobre fenologia reprodutiva, biologia floral, sistema reprodutivo e visitantes florais. Para o acompanhamento fenol?gico foram selecionados 25 indiv?duos de cada sexo, os quais foram observados de agosto/2009 a outubro/2012. As fenofases de flora??o e frutifica??o foram relacionadas com as vari?veis clim?ticas atrav?s de correla??o de Spearman. O processo de abertura e longevidade floral foi acompanhado durante o pico de flora??o da esp?cie, verificando-se a viabilidade pol?nica, a receptividade estigm?tica...

‣ The evolutionary biology of pollination: studies in a genus of australian sexually deceptive orchids

Whitehead, Michael Robert
Fonte: Universidade Nacional da Austrália Publicador: Universidade Nacional da Austrália
Tipo: Thesis (PhD); Doctor of Philosophy (PhD)
Português
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38.190225%
There are few other structures in nature from which evolution has generated such wide diversity as the flower or inflorescence, and this diversity is commonly attributed to the influence of their animal visitors. By outsourcing their mate choice to pollinators, plants have left themselves - and especially their flowers - subject to the selective forces imposed by the behaviour, cognition and perception of the pollinators that serve them. The orchids provide some of the most remarkable and extreme examples of adaptations to specific animal pollinators. Perhaps one of the most peculiar of these strategies is sexual deception, whereby male insects are lured to the flower by mimicry of the female sex pheromone. This seemingly unlikely strategy has evolved multiple times independently on different continents in different parts of the orchid phylogeny which raises the question of what adaptive advantages might underlie such a strategy. This multidisciplinary thesis studies gene flow and pollinator behaviour in two sympatric sexually deceptive orchids in the genus Chiloglottis. The two species attract their specific wasp pollinators through emission of distinct species - specific semiochemicals. Since floral volatiles play a pre-eminent role in pollinator attraction...

‣ Biologia floral de duas especies sincronopatricas de Prestonia (Apocynaceae)

Andrea L. M. Franco
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/02/1991 Português
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28.541724%
Observações sobre biologia floral, sistema de reprodução e polinização de Prestonia coalita e P. riedelii foram realizadas no período de janeiro a abril de 1989 e 1990 na Reserva Municipal da Mata de Santa Genebra, Campinas, São Paulo. Prestonia coalita possui flores tubulosas, medindo de 11 a 13mm de comprimento, de coloração amarelo-oliva e odor acre e doce. Os estames são epipétalos, inclusos na corola e localizam-se acima do estigma. O estigma tem a forma característica de um carretel e apresenta duas regiões separadas pelo anel estigmático: a região superior que é estéril e coberta por uma substância de aspecto mucilaginoso e a região inferior que é receptiva. O néctar é produzido em quantidade na base do tubo floral e possui uma concentração de açúcares, em média de 17%, variando de 12 a 20%. As flores de P. riedelii são de coloração amarela com regiões de cor amarelobronze, odor adocicado e apresentam organização morfológica semelhante à das flores de P. coahta sendo que o seu tubo floral é ligeiramente mais longo. O néctar é produzido em menor quantidade que em P. coalita e possui uma concentração de açúcares, em média de 40%, variando de 30 a 64%. P. coalt"tae P. riedelii são alógamas. Uma vez que ocorre separação espacial entre os orgãos sexuais não há autopolinização espontânea. Além disso...

‣ Ecologia quimica de abelhas brasileiras : Melipona rufiventris, Melipona scutellaris, Plebeia droryana, Nannotrigona testaceicornis, Tetragonisca angustula e Centris trigonoides; Chemical ecology of Brazilian bees: Melipona rufiventris, Melipona scutellaris, Plebeia droryana, Nannotrigona testaceicornis, Tetragonisca angustula and Centris trigonoides

Adriana Pianaro
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 05/02/2007 Português
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28.609143%
A vida social das abelhas é marcada pela presença de várias substâncias produzidas por suas glândulas exócrinas e endócrinas ou coletadas na natureza. Estes compostos são empregados principalmente por operárias, machos e rainha no reconhecimento de seus companheiros de colônia, acasalamento, defesa do ninho e marcadores de percurso. Entre as abelhas sociais brasileiras, as pertencentes à subfamília Meliponinae (Apoidea: Apidae) são extremamente importantes para a flora nativa, pois contribuem com 40-90% da polinização. Estas abelhas são denominadas meliponíneos ou abelhas indígenas sem ferrão, distribuídas em mais de 300 espécies que vivem exclusivamente nas regiões tropicais e subtropicais. Os meliponíneos vivem em colônias permanentes com divisões de castas (operárias, machos e rainha) e, por isso, produzem uma gama de substâncias responsáveis pelas divisões de tarefas e para manter a ordem dentro da colônia. Com a finalidade de contribuir na descoberta dos compostos utilizados na comunicação das abelhas brasileiras, este trabalho abordou três tópicos, revelando: 1) a "guerra" química desencadeada pela Melipona scutellaris Latreille, 1811 (Apidae: Meliponinae) contra as operárias invasoras de Melipona rufiventris Lepeletier...

‣ Desenvolvimento e uso de testes olfatórios em estudos com portadores de epilepsia; Development and use of olfactory testing in studies of patients with epilepsy

Maria Angélica Natalício
Fonte: Biblioteca Digital da Unicamp Publicador: Biblioteca Digital da Unicamp
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 23/03/2012 Português
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28.809075%
Testes sensoriais para a avaliação da função olfatória de indivíduos têm sido validados e utilizados em diagnósticos da população em geral, e em portadores de desordens cerebrais e pesquisas em neurociência em particular. No Brasil, testes para serem utilizados com segurança e eficiência para a avaliação da capacidade de identificação e discriminação de odores de indivíduos ainda não foram adequadamente desenvolvidos e validados. Assim, os objetivos da presente pesquisa foram: i) desenvolver, testar e validar testes de identificação e discriminação de odores para avaliar a função olfatória de indivíduos brasileiros, ii) avaliar a potencialidade das metodologias desenvolvidas para uso em pré-diagnóstico clínico de indivíduos da terceira idade e pacientes portadores de epilepsia, iii) verificar o desempenho, em portadores de epilepsia, de uma metodologia já validada e utilizada mundialmente para avaliar a capacidade de identificação de odores de indivíduos e, iv) avaliar em portadores de epilepsia, funções que são processadas por substratos neurais comuns à função olfatória, neste caso, a capacidade de reconhecimento de emoção facial e vocal. Para o teste de identificação de odores, foi desenvolvido um instrumento intitulado "Pastilhas de Odor¿ contendo em pastilhas individuais...

‣ Floral trait associations in hawkmoth-specialized and mixed pollination systems: Datura wrightii and Agave spp. in the Sonoran Desert

Riffell, Jeffrey A; Alarcón, Ruben; Abrell, Leif
Fonte: Landes Bioscience Publicador: Landes Bioscience
Tipo: Artigo de Revista Científica
Publicado em //2008 Português
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28.43081%
Variation in floral traits including odor, color and morphology, demonstrate the selective pressures imposed by specific pollinator taxa, such as insects and birds. In southern Arizona, Manduca sexta (Sphingidae) hawkmoths are associated with Datura wrightii (Solanaceae) at both the larval (herbivore) and adult (nectar feeding) stages. However during most of the summer Manduca feeds on “bat-adapted” Agave spp. (Agaveacea) flowers, and only use Datura when it is at peak bloom. Manduca's nectar-host use appears to be mediated through innate odor preferences and olfactory learning; they prefer Datura's “hawkmoth-adapted” traits, which facilitate the maintenance of their coevolutionary relationship, yet they are flexible enough to explore and learn to utilize novel resources, such as agave. This behavioral flexibility is likely responsible for the frequent observation of generalized, or mixed, pollination systems. Given that Manduca visit agave species in southern Arizona, we hypothesize that the differences in flower phenotype between two closely related agave species may be associated with the importance of hawkmoths relative to bats. The southernmost agave, Agave palmeri (Agavacea), exhibits floral traits typical of bat pollination...

‣ A phylogenetic study of pollinator conservatism among sexually deceptive orchids

Mant, J; Schiestl, Florian; Peakall, Rodney; Weston, Peter
Fonte: Society for the Study of Evolution Publicador: Society for the Study of Evolution
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.585566%
Orchids of the genus Chiloglottis are pollinated through the sexual deception of male wasps mainly from the genus Neozeleboria (Tiphiidae: Thynninae). The orchids mimic both the appearance and sex pheromones of wingless female thynnines but provide no reward to the deceived males. Despite the asymmetry of this interaction, strong pollinator specificity is typical. Such plant-pollinator interactions would seem to be relatively flexible in the plant's adaptive response to variation in the local pollinator resource. However, we present DNA sequence data on both orchids and wasps that demonstrate a pattern of pollinator conservatism operating at a range of taxonomic levels. Sequence data from the wasps indicate 15 of 16 Chiloglottis pollinators are closely related members of one clade of Thynninae. A pattern of congruence between orchid and wasp phylogenies is also demonstrated below the generic level, such that related orchids tend to use related thynnine wasps as specific pollinators. Comparative physiological data on the wasp responses to the floral scents of two Chiloglottis species and one outgroup, Arthrochilus, indicate similar attractive volatile chemicals are used by related orchid taxa. By extension, we infer a similarity of sex pheromone signals among related thynnines. Thus...

‣ Does selection on floral odor promote differentiation among populations and species of the sexually deceptive orchid genus Ophrys ?

Mant, Jim; Peakall, Rodney; Schiestl, Florian
Fonte: Society for the Study of Evolution Publicador: Society for the Study of Evolution
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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59.26932%
Sexually deceptive orchids from the genus Ophrys attract their pollinators primarily through the chemical mimicry of female hymenopteran sex pheromones, thereby deceiving males into attempted matings with the orchid labellum. Floral odor traits are crucial for the reproductive success of these pollinator-limited orchids, as well as for maintaining reproductive isolation through the attraction of specific pollinators. We tested for the signature of pollinator-mediated selection on floral odor by comparing intra and interspecific differentiation in odor compounds with that found at microsatellite markers among natural populations. Three regions from southern Italy were sampled. We found strong floral odor differentiation among allopatric populations within species, among allopatric species and among sympatric species. Population differences in odor were also reflected in significant variation in the attractivity of floral extracts to the pollinator, Colletes cunicularius. Odor compounds that are electrophysiologically active in C. cunicularius males, especially alkenes, were more strongly differentiated among conspecific populations than non-active compounds in the floral odor. In marked contrast to these odor patterns, there was limited population or species level differentiation in microsatellites (FST range 0.005 to 0.127...

‣ Two orchids attract different pollinators with the same floral odour compound: ecological and evolutionary implications

Schiestl, Florian; Peakall, Rodney
Fonte: Blackwell Publishing Ltd Publicador: Blackwell Publishing Ltd
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.795347%
1. The sexually deceptive orchids Chiloglottis trapeziformis Fitzg. and Chiloglottis valida D.L. Jones are pollinated by the thynnine wasps Neozeleboria cryptoides (Smith) and Neozeleboria monticola Turner, respectively, during attempted mating with the flower labellum. The orchids and their pollinators occur mostly in allopatry; however on the overlapping edges of their ranges they can attract each other's pollinator, leading to rare hybrids. 2. Using gas chromatographic analyses with electroantennographic detection (GC-EAD) we demonstrate that 2-ethyl-5-propyl-1,3-cyclohexandione ('Chiloglottone'), the previously known sex pheromone of N. cryptoides and pollinator-attractant of C. trapeziformis, is also used by C. valida to attract its pollinator N. monticola. 3. In behavioural field experiments, equal numbers of males of both species responded to, and attempted copulation with, a dummy scented with synthetic Chiloglottone. In dualchoice experiments where dummies were presented at different heights, N. cryptoides males preferentially attempted copulation with dummies a few centimetres above the ground, while N. monticola males significantly more often landed on the soil and attempted copulation with dummies on the soil. 4. These behavioural differences corresponded with differences in floral height in the orchids...

‣ Chemical composition of the inflorescence odor of Malaxis rzedowskiana (Orchidaceae)

Kite,Geoffrey C.; Salazar,Gerardo A.
Fonte: Instituto de Biología Publicador: Instituto de Biología
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2008 Português
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48.697827%
Malaxis rzedowskiana R.González (Malaxideae, Orchidaceae) from Mexico produces a pleasant floral odor reminiscent of violets in contrast to the unpleasant odors noted for several other members of Malaxideae. Analysis of the floral odor of M. rzedowskiana by headspace trapping and thermal desorption-gas chromatography-mass spectrometry revealed the presence of kaurene (76%), (E)-β-ionone (18%) and (E)-α-ionone (4%) as the main components. This is the first report of a floral odor containing a high proportion of kaurene.