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‣ Bárbaro e Nosso. Indigenismo y vanguardia en Oswald de Andrade y Gamaliel Churata; Bárbaro e nosso. Indigenismo and avant-garde in Oswald de Andrade e Gamaliel Churata

Marsal, Meritxell Hernando
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 26/07/2010 Português
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Este trabalho cria um diálogo entre dois movimentos literários de vanguarda surgidos nos anos vinte do século passado no Peru e no Brasil: por um lado, a vanguarda indigenista de Puno dirigida por Gamaliel Churata, que afirmava tanto sua identidade regional e étnica, como os procedimentos vanguardistas empregados para expressá-la; e, por outro lado, seu contemporâneo brasileiro, a Antropofagia de Oswald de Andrade, que desde a metrópole paulista reunia elementos semelhantes (o indígena e o impulso vanguardista) com distintos propósitos. A tese pretende refletir sobre a imagem do indígena elaborada por ambos os movimentos nas revistas Boletín Titikaka e Revista de Antropofagia e que está subjacente em El pez de oro de Churata e em Serafim Ponte Grande de Andrade; esta imagem foi usada como plataforma simbólica a partir da qual enfrentar as configurações históricas, literárias e sociais hegemônicas, e elaborar um projeto de modernidade nacional. Os limites e aporias de ambos os programas, que falavam através de uma voz emprestada e ausente, não ressaltados com a intenção de mostrar as contradições da sociedade em que foram gestados.; The present work creates a dialogue between two literary avant-garde movementes that emerged in the twenties of last century in Peru and Brazil: on the one hand...

‣ O socialismo indígena de Mariátegui

Mesquita, Afonso Mancuso de; Adoue, Silvia Beatriz
Fonte: Universidade Estadual Paulista Publicador: Universidade Estadual Paulista
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: 13-22
Português
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The theme of indigenism in Mariátegui’s thinking can only be understood as indigenous socialism. His original interpretation of Peruvian reality reveals a double heterodoxy, both from the standpoint of current indigenism and the socialist theory of his time. The first one defends exclusively the autochthon elements to face the imperialist power. The second one didn’t recognize the Latin American particularities to define the revolutionary duties. When Mariátegui states that the Peruvian socialism should be based on the remaining forms of indigenous agrarian communitarianism, he overcomes both (current indigenism and socialist theory) and offers a dialectical synthesis, condensed in a single proposition: Indigenous-American Socialism.; O indigenismo em Mariátegui só pode ser compreendido como socialismo indígena. Sua interpretação original da realidade peruana nos revela uma dupla heterodoxia, tanto do ponto de vista do indigenismo quanto da teoria socialista correntes em sua época. O primeiro defendia exclusivamente os elementos autóctones contra o poder imperialista e a segunda não reconhecia as particularidades latino-americanas na definição das tarefas revolucionárias Mariátegui, ao afirmar que o socialismo no Peru deveria ter como base as formas remanescentes de comunitarismo agrário indígena...

‣ Relatos de um certo ocidente : o indigenismo como orientalismo à americana

Silva, Cristhian Teófilo da
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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27.372568%
O artigo tem por objeto iniciar uma discussão acerca do ideário que inspirou (e inspira) o discurso e prática indigenista na América Latina. O ponto de partida para a delimitação deste ideário serão as imagens, representações e discursos sobre o “índio” e sobre os “métodos” para seu governo que se consolidaram com a colonização da América. Nesse sentido, relatos de Cristóvão Colombo e Bartolomé de Las Casas sobre o “descobrimento da América” foram selecionados como discursos de fundação do indigenismo. Suas narrativas servirão como aporte para uma interpretação estrutural do indigenismo latino-americano e suas imagens distor- cidas sobre o “índio”.

‣ Para além do "caráter ou qualidade de indígena" : uma história do conceito de indigenismo no Brasil; Beyond the “character or quality of indigenous”: a history of the concept of indigenism in Brazil; Para allá del “carácter o cualidad de indígena”: una historia del concepto de indigenismo en el Brasil.

Portela, Cristiane de Assis
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: Tese
Português
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Programa de Pós-Graduação em História, 2011.; Partindo das indicações de Reinhart Koselleck acerca da história dos conceitos, buscamos a definição de conceitos antitéticos assimétricos a fim de problematizar as ideias relacionadas ao conceito de indigenismo no Brasil. A tese consiste em uma historicização desse conceito, buscando na intelectualidade brasileira do século XIX os elementos que conferiram significado ao termo. Argumentamos que o conceito de indigenismo, conforme hoje concebemos, carrega consigo o peso semântico e as marcas das oposições construídas historicamente em torno do tema. A fim de sustentar esse argumento, dedicamo-nos à interpretação de fontes diversificadas da literatura do período (especificamente nas obras de José Bonifácio, Robert Southey, Gonçalves Dias, Couto de Magalhães, Francisco Varnhagen e Gonçalves de Magalhães) e das publicações nas revistas do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), no período entre 1839 e 1889, sendo tais análises subsidiadas pela leitura de historiadores e pesquisadores de áreas afins. Buscamos evidenciar que o conceito de indigenismo garantiu uma eficácia aos constructos de tipo colonial...

‣ Indigenismo e ambientalismo na Amazônia Ocidental : à propósito dos Ashaninka do rio Amônia

Pimenta, José Antonio Vieira
Fonte: Departamento de Antropologia - Universidade de São Paulo Publicador: Departamento de Antropologia - Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.372568%
A partir de um olhar centrado nos Ashaninka do rio Amônia, região do alto Juruá, este artigo discute as relações entre indigenismo e ambientalismo que marcaram a história do Acre nos últimos vinte anos. No contexto regional da Aliança dos Povos da Floresta, os Ashaninka se organizaram progressivamente contra a exploração predatória de madeira e buscaram alternativas econômicas pautadas na ideologia do “desenvolvimento sustentável”. Ao longo dos últimos quinze anos, eles se tornaram um arquétipo do “índio ecológico” e adquiriram uma visibilidade política inédita. Recentemente, criaram a Escola Yorenka Ãtame (Saber da Floresta), que objetiva fomentar e difundir os ideais do “desenvolvimento sustentável” por toda a bacia do alto Juruá. Ao retraçar a trajetória específica e a inserção dos índios do rio Amônia nesse contexto regional, este artigo procura refletir sobre as relações dos povos indígenas com o “novo” paradigma do desenvolvimento amazônico. _________________________________________________________________________________ ABSTRACT; Focusing on the Ashaninka of the Amonia River in the Upper Juruá River basin, this article discusses the connection between indigenism and environmentalism as these have greatly influenced the history of Acre in the last twenty years. Within the regional context of the “Forest Peoples Alliance...

‣ Da etnografia ao indigenismo : uma trajetória antropológica

Ramos, Alcida Rita
Fonte: Departamento de Antropologia - Universidade de Brasília Publicador: Departamento de Antropologia - Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.372568%
Relato da trajetória profissional de Alcida Rita Ramos desde suas primeiras incursões na antropologia como aluna do Professor Roberto Cardoso de Oliveira no Museu Nacional, passando pela pós-graduação na Universidade de Wisconsin, Madison, até a sua aposentadoria na Universidade de Brasília, com ênfase nas pesquisas entre os Sanumá, subgrupo Yanomami e, posteriormente, no indigenismo comparado na América Latina. ___________________________________________________________________________________________ ABSTRACT; Alcida Rita Ramos describes her professional trajectory from her first steps as an anthropology student of Professor Roberto Cardoso de Oliveira at the National Museum in Rio de Janeiro through her graduate studies at the University of Wisconsin, Madison, up until her retirement at the University of Brasília. She emphasizes her research work among the Sanumá, a Yanomami subgroup in north Brazil and, more recently, on comparative indigenism in Latin American.

‣ Indigenismo : um orientalismo americano

Ramos, Alcida Rita
Fonte: Departamento de Antropologia - Universidade de Brasília Publicador: Departamento de Antropologia - Universidade de Brasília
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.678706%
Desde os anos 1940, marco importante na sua história, o indigenismo tem desvendado todo um mundo empírico e teórico sobre as relações extremamente desiguais entre os povos indígenas e os Estados-nações, especialmente, na América Latina. Inicialmente dedicado ao papel do Estado como disciplinador dessas relações, o indigenismo tem passado por transformações conceituais ao sabor das mudanças vividas por seus protagonistas. É hora, portanto, de redefinir o que é indigenismo.

‣ La crisis del indigenismo mexicano : antropólogos críticos y asociaciones indígenas (1968-1994)

Sanz Jara, Eva
Fonte: Universidad de Alcala. Instituto de Estudios Latinoamericanos (IELAT) Publicador: Universidad de Alcala. Instituto de Estudios Latinoamericanos (IELAT)
Tipo: Trabalho em Andamento Formato: application/pdf
Português
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En este documento de trabajo en primer lugar se revisa brevemente el indigenismo mexicano: sus rasgos característicos y algunos de sus principales teóricos. A continuación, se describe la crisis del indigenismo, con sus dos principales protagonistas: los antropólogos críticos y las organizaciones indígenas. En lo que se refiere a los primeros, se aborda con detalle el significativo libro De eso que llaman antropología mexicana en lo que respecta a las críticas al indigenismo clásico que contiene. Y en cuanto a las organizaciones indígenas, se realiza un recorrido histórico por el desarrollo de las mismas y se enuncian varias tipologías de organizaciones en función de distintos criterios. Finalmente, se tratan las causas del surgimiento de las organizaciones indígenas, en particular, y del cambio de paradigma, del indigenismo al pluralismo, y, con él, de proyecto nacional, en general. En relación con ello, se subraya la importancia del cambio de paradigma a nivel internacional para explicar lo acontecido en México desde la década de 1970 hasta la de 2000.; Abstract: In this work paper briefly review the Mexican indigenism: its characteristics and some of its leading theorists. This paper describes the crisis of indigenism...

‣ El indigenismo en la actualidad

Alcina Franch, Jos??
Fonte: Pedro G??mez Publicador: Pedro G??mez
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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37.372568%
El art??culo da cuenta del estado del indigenismo y el indianismo, tal como ??stos han evolucionado en su reciente historia. Tambi??n recensiona los contenidos del primer Simposio Iberoamericano de Estudios Indigenistas, en el cual se formul?? la Declaraci??n indigenista de Sevilla (cuyo texto se adjunta).; The article presents the state of indigenism and indianism, as they have evolved in their recent history. It also extends the ideas of the first Ibero-American Symposium on Indigenist Studies, in which the Indigenist Declaration of Seville was formulated, the text of which is included.

‣ Negritud e indigenismo; Latinoamérica. Cuadernos de Cultura Latinoamericana. 89

Zea, Leopoldo
Fonte: Coordinación de Humanidades, Centro de Estudios Latinoamericanos, Facultad de Filosofía y Letras, Unión de Universidades de América Latina, Centro de Estudios sobre la Universidad, Universidad Nacional Autónoma de México. Publicador: Coordinación de Humanidades, Centro de Estudios Latinoamericanos, Facultad de Filosofía y Letras, Unión de Universidades de América Latina, Centro de Estudios sobre la Universidad, Universidad Nacional Autónoma de México.
Tipo: ensayo
Português
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Leopoldo Zea (Cf. Latinoamérica 18) El trabajo que aquí se presenta fue expuesto en el Coloquio que sobre Negritud e Indigenismo se reunió en Dakar, Senegal, África, bajo los auspicios de su Universidad. Reunión inaugurada por el presidente Leopoldo Sedar Senghor uno de los ideólogos de la negritud africana y antillana. Se trataba de comparar este movimiento con el del indigenismo de los países de la América Latina. El autor hace una comparación de ambos movimientos y muestra sus diversas expresiones en la América Latina. Fue de especial importancia este encuentro porque en el mismo se puso el énfasis en esa expresión de la realidad latinoamericana que ha originado el africano, obligado por una feroz diáspora a emigrar a esta América, desarraigado de su tierra de origen para crear nuevas e importantes raíces en este Continente.

‣ De la función simbólica del mundo indígena; Latinoamérica. Cuadernos de Cultura Latinoamericana. 61

Villoro, Luis
Fonte: Coordinación de Humanidades, Centro de Estudios Latinoamericanos, Facultad de Filosofía y Letras, Unión de Universidades de América Latina, Centro de Estudios sobre la Universidad, Universidad Nacional Autónoma de México. Publicador: Coordinación de Humanidades, Centro de Estudios Latinoamericanos, Facultad de Filosofía y Letras, Unión de Universidades de América Latina, Centro de Estudios sobre la Universidad, Universidad Nacional Autónoma de México.
Tipo: ensayo
Português
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27.555073%
Luis Villoro (1922), filósofo mexicano, autor de diversos trabajos en el campo de la filosofía general, pero que se ha destacado por su preocupación por problemas de la realidad mexicana. Formó parte, en la década de los cincuenta, del grupo de intelectuales que siguiendo la corriente abierta por José Vasconcelos, Antonio Caso y Samuel Ramos, enfocaron la realidad nacional y su problemática. Villoro ha sido profesor de la Facultad de Filosofía y Letras e Investigador del Instituto de Investigaciones Filosóficas de la Universidad Nacional Autónoma de México. Miembro de la junta de Gobierno de la misma. Profesor, igualmente, en la Universidad Autónoma Metropolitana. Tanto en la UNAM como en la UAM ha tenido diversos cargos académicos y administrativos. En 1950 Luis Villoro publica un importante libro sobre un aspecto de la realidad mexicana y latinoamericana, el indigenismo. Libro ya clásico en este campo y que lleva por título Los grandes momentos del Indigenismo en México. Otro trabajo importante lo es el publicado en 1953 y que lleva por título El proceso ideológico de la Revolución de Independencia. El trabajo sobre el indigenismo es su más importante aportación a esta temática latinoamericana. La que como hemos visto...

‣ El indigenismo en el Perú; Latinoamérica. Cuadernos de Cultura Latinoamericana. 55

Arguedas, José María
Fonte: Coordinación de Humanidades, Centro de Estudios Latinoamericanos, Facultad de Filosofía y Letras, Unión de Universidades de América Latina, Centro de Estudios sobre la Universidad, Universidad Nacional Autónoma de México. Publicador: Coordinación de Humanidades, Centro de Estudios Latinoamericanos, Facultad de Filosofía y Letras, Unión de Universidades de América Latina, Centro de Estudios sobre la Universidad, Universidad Nacional Autónoma de México.
Tipo: ensayo
Português
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37.372568%
José María Arguedas (1911-1969) novelista y etnólogo peruano. Profesor de etnología en la Universidad de San Marcos Lima, será a partir de esta última preocupación que reivindicará los valores indígenas de esta parte de América. Publica Cantos Quechuas, Yamar fiesta y novelas como Los Ríos Profundos, Todas las sangres, Agua Diamantes y pedernales, y otros trabajos más. En 1965 participa en la reunión organizada por El Columbianum en Génova en donde presenta el trabajo que aquí publicamos. Es un análisis de mundo, del hombre y la cultura indígena del Perú. Expone la razón de ser del indigenismo, del cual es el mismo un gran promotor, como un esfuerzo por reivindicar la cultura de un conjunto de hombres marginados desde la conquista. Coincide con políticas encaminadas a esta urgente incorporación de hombres que forman la base de la Nación y que tiene su apoyo en las cordilleras de los Andes. (Cf. LATINOAMERICA 29 y 34).

‣ Peruvian literature in process: echoes from Mariátegui in the “Primer Encuentro de Narradores Peruanos”; La literatura peruana en proceso: ecos de Mariátegui en el “Primer Encuentro de Narradores Peruanos”

Cunha, Roseli Barros
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 13/11/2015 Português
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27.767996%
En el “Primer Encuentro de Narradores Peruanos” ocurrido en Arequipa, 1965, se reunieron autores y críticos literarios de por lo menos dos distintas generaciones. A lo largo de tres debates discutieron temas relacionados a la creación literaria canónica y a la producción de la época. El renombrado intelectual José Carlos Mariátegui, así como la corriente del indigenismo, fueron varias veces citados por los participantes. La propuesta en este artículo es, a partir de las actas de los debates (publicadas en 1969 y republicadas en 1986) y de las reflexiones posteriores de críticos como Chang-Rodríguez (1986), Sánchez (1976), Escajadillo ([1980] 2004) y Sobrevilla (2012), realizar un breve rastreo de la influencia del Amauta y del indigenismo en las declaraciones y polémicas suscitadas en el encuentro.; In the "Primer Encuentro de Narradores Peruanos" that occurred in Arequipa, 1965, authors and literary critics of at least two different generations met. In the three debates, they discussed issues related to the canonical literary creation and the production of that period. Participants repeatedly mentioned José Carlos Mariátegui, as well as the literary movement named “indigenismo”. Based on the conference records ([1969] 1986) and subsequent reflections of scholars like Chang-Rodríguez (1986)...

‣ Indigenismo e ambientalismo na Amazônia ocidental: a propósito dos Ashaninka do rio Amônia

Pimenta, José
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/12/2007 Português
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37.372568%
A partir de um olhar centrado nos Ashaninka do rio Amônia, região do alto Juruá, este artigo discute as relações entre indigenismo e ambientalismo que marcaram a história do Acre nos últimos vinte anos. No contexto regional da Aliança dos Povos da Floresta, os Ashaninka se organizaram progressivamente contra a exploração predatória de madeira e buscaram alternativas econômicas pautadas na ideologia do"desenvolvimento sustentável". Ao longo dos últimos quinze anos, eles se tornaram um arquétipo do"índio ecológico" e adquiriram uma visibilidade política inédita. Recentemente, criaram a Escola Yorenka Ãtame (Saber da Floresta), que objetiva fomentar e difundir os ideais do"desenvolvimento sustentável" por toda a bacia do alto Juruá. Ao retraçar a trajetória específica e a inserção dos índios do rio Amônia nesse contexto regional, este artigo procura refletir sobre as relações dos povos indígenas com o"novo" paradigma do desenvolvimento amazônico.; Focusing on the Ashaninka of the Amonia River in the Upper Juruá River basin, this article discusses the connection between indigenism and environmentalism as these have greatly influenced the history of Acre in the last twenty years. Within the regional context of the"Forest Peoples Alliance...

‣ Indigenismo na fronteira…

Pacini, Aloir; Universidade Federal de Mato Grosso, Departamento de Antropologia, Museu Rondon.
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa de campo Formato: application/pdf
Publicado em 28/05/2014 Português
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Esta comunicação  tem por fim refletir alguns aspectos do indigenismo  a partir da realidade dos Chiquitano . As interações indígenas de diversas etnias com as ações indigenistas dos jesuítas no passado colonial e outras formas de indigenismo presentes até os dias de hoje (fazendas, Funai, Igreja e outras ONGs que participam de ações nas aldeias e nas cidades é que fazem com que eles se identifiquem ou não como Chiquitano.

‣ Os encontros do Conselho Indigenista Missionário - CIMI e a caracterização de uma etnia "Tapuya" através do indigenismo de conscientização

da Silva, Cristhian Teófilo; Universidade de Brasília
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa de campo Formato: application/pdf
Publicado em 09/01/2014 Português
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Esta comunicação parte de uma reflexão sobre o contexto interacional dos encontros realizados pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI) entre as “lideranças indígenas” de Goiás e Tocantins no sentido de descrever não só o modelo alternativo de indigenismo aí promovido em associação com as dioceses e outras agências e agentes indigenistas, mas também, e principalmente, o modo como são articuladas representações sobre e para os tapuios do Carretão, grupo indígena com cerca de 235 pessoas localizado no oeste do estado de Goiás. 

‣ Imagens de liderança indígena e o Programa Waimiri-Atroari

Baines, Stephen Grant; Universidade de Brasília
Fonte: Universidade de Brasília Publicador: Universidade de Brasília
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Pesquisa de campo Formato: application/pdf
Publicado em 10/12/2013 Português
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A situação dos Waimiri-Atroari tem sido marcada pelas pressões exercidas por duas grandes empresas sobre a área, a Mineração Taboca S.A. do Grupo Paranapanema, e a ELETRONORTE, que resultou numa atuação por parte das administrações locais que chamo "indigenismo empresarial" (Baines, 1993), em que o poder econômico de grandes empresas sobrepuja o da FUNAI. O programa indigenista decorrente de um convênio entre a FUNAI e a ELETRONORTE vem sendo apresentado, nas campanhas publicitárias desta empresa, como um modelo de indigenismo, os líderes Waimiri-Atroari desempenhando um papel fundamental para imbui-lo de autenticidade e uma retórica de autodeterminação indígena. A partir da implantação do PWA, o presente artigo destaca o papel da mídia na construção de imagens dos líderes Waimiri-Atroari. 

‣ Relatos de um certo Ocidente: o indigenismo como orientalismo à Americana

Silva, Cristhian Teófilo da; Centro de Pesquisa e Pós-Graduação sobre as Américas (CEPPAC). Universidade de Brasília - UnB
Fonte: Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas; Journal of Study and Research on the Americas Publicador: Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas; Journal of Study and Research on the Americas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 07/12/2010 Português
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37.555073%
O artigo tem por objeto iniciar uma discussão acerca do ideário que inspirou (e inspira) o discurso e prática indigenista na América Latina. O ponto de partida para a delimitação deste ideário serão as imagens, representações e discursos sobre o “índio” e sobre os “métodos” para seu governo que se consolidaram com a colonização da América. Nesse sentido, relatos de Cristóvão Colombo e Bartolomé de Las Casas sobre o “descobrimento da América” foram selecionados como discursos de fundação do indigenismo. Suas narrativas servirão como aporte para uma interpretação estrutural do indigenismo latino-americano e suas imagens distorcidas sobre o “índio”.

‣ Indigenismo na era da informação

Aguilar, Alejandra
Fonte: Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia Publicador: Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion;
Publicado em 27/07/2011 Português
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O objetivo deste documento é apresentar o papel do indigenismo, fundamentalmente uma política governamental que procurou a assimilação e controle das populações indígenas na sociedade, mas agora em relação às políticas de informação, isto é, o seu papel na recuperação, organização, criação e difusão de informações dos povos indígenas. A metodologia empregada consistiu numa revisão de literatura sobre o indigenismo, incluindo os principais números da revista América Indígena, ícone do indigenismo latino-americano procurando identificar o interesse desde então na criação de um sistema interamericano de informação indígena, procurando caracterizar a sua orientação atual (indigenismo dialógico), na sua preocupação com temas como o controle, organização e difusão de informação relativa aos indígenas. Dentre as conclusões obtidas: o indigenismo não assumiu desde começo a recuperação, resgate e promoção das informações criadas pelos indígenas, procurou a imposição de uma Ciência eurocêntrica, tentando eliminar os rasgos daqui. Contudo a papel do indigenismo cientifico foi chave para o estudo do produzido aqui. Só após o surgimento dos movimentos indígenas e da preocupação por segmentos profissionais do campo da Ciência da Informação...

‣ El problema del indigenismo en el debate intelectual posrevolucionario

Mijangos Díaz,Eduardo; López Torres,Alexandra
Fonte: UAM, Unidad Iztapalapa, División de Ciencias Sociales y Humanidades Publicador: UAM, Unidad Iztapalapa, División de Ciencias Sociales y Humanidades
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 Português
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El presente texto analiza las ideas, los acuerdos y los desacuerdos relativos a la constitución del otro, gestados entre las élites intelectual y política mexicanas. Valora asimismo los discursos y las propuestas en torno a la homogeneización racial y cultural, así como los planteamientos relativos a la optimización social de la población rural e indígena en el marco de la construcción de una nación moderna. Para ello, asume el término indigenismo como una especie de doctrina oficial del nuevo Estado posrevolucionario, implementada a partir de la década de 1920 como un proyecto de ingeniería social que pretendía sentar las bases del cambio cultural, así como reconstruir con ella los valores del nacionalismo mexicano.