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‣ Incomensurabilidade e racionalidade científica em Thomas Kuhn: uma análise do relativismo epistemológico; Incommensurability and scientific rationality in Thomas Kuhn: an analysis of epistemological relativism

Guitarrari, Robinson
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 08/09/2004 Português
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O debate atual sobre a racionalidade científica tem envolvido uma tomada de posição quanto ao relativismo epistemológico. Um dos focos do debate consiste na superação do relativismo presente em pronunciamentos de Thomas Kuhn sobre a escolha científica. Procurando libertar-se de um relativismo kuhniano nas justificações de escolhas científicas, Hilary Putnam e Larry Laudan apresentam estratégias bastante distintas. Putnam vê incoerências autodestrutivas em tal relativismo, especialmente por duas razões: sua formulação seria auto-refutante e, quanto aos atributos cognitivos, essa posição não permitiria distinguir o homem de qualquer outro ser. Laudan procurou desmistificar os efeitos que a incomensurabilidade kuhniana teria causado para uma visão de racionalidade dirigida por regras metodológicas e, além disso, buscou mostrar a falta de poder explicativo do relativismo decorrente dela. O presente trabalho investiga se ainda há razão para considerar que o relativismo gerado pela incomensurabilidade kuhniana constitui uma ameaça à racionalidade científica. Apresentamos um modelo kuhniano de racionalidade, com base em uma análise dos textos de Kuhn sobre a escolha de paradigmas, que ressalta o papel da incomensurabilidade de problemas e padrões científicos. Procuramos mostrar que duas das principais acusações de incoerência...

‣ A emergência da hipótese do Relativismo Linguístico em Edward Sapir (1884-1939); The emergence of the hypothesis of linguistic relativity in Edward Sapir (1884-1939)

Cunha, Adan Phelipe
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 22/02/2013 Português
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Esta dissertação teve por objeto delinear alguns fatores relativos ao processo de emergência da leitura dos trabalhos do linguista e antropólogo norte-americano Edward Sapir (1884-1939) como um dos proponentes de um conjunto de afirmações acerca da natureza das línguas naturais, agrupadas sob o rótulo relativismo linguístico, cujo debate recebeu bastante atenção dos antropólogos linguistas estadunidenses, na primeira metade do século XX. Costuma-se afirmar que o relativismo linguístico seja uma hipótese, que alega que a língua pode moldar a percepção da realidade, o pensamento ou a cultura. Visto o nome de Sapir estar associado ao de Whorf, como o rótulo hipótese Sapir-Whorf indica, e que este rótulo tem sido bastante utilizado atualmente para se referir ao relativismo linguístico, efetuou-se o rastreamento de alguns conceitos fundamentais nesta discussão, dentro do quadro teórico proposto por Sapir, tal como suas concepções acerca da língua, da cultura e do pensamento, com vistas a avaliar a procedência de sua recepção como um relativista. Havido sido este trabalho conduzido sob a metodologia da Historiografia Linguística, buscamos também resgatar os fatores contextuais nos quais tais proposições teóricas emanaram. Por fim...

‣ Perspectivismo e relativismo em Nietzsche; Perspectivism and relativism in Nietzsche

Corbanezi, Eder Ricardo
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 06/11/2013 Português
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Esta dissertação investiga, por meio de uma leitura imanente da filosofia de Nietzsche, a relação problemática entre perspectivismo e relativismo em sua obra. Inscrito na efetividade, concebida como vontades de potência que se exercem de modo perspectivístico e interpretante, o perspectivismo propõe a ideia de que não existem fatos, mas apenas interpretações perspectivísticas. Cumpre então perguntar se tal perspectivismo incorreria num relativismo radical, segundo o qual todas as interpretações seriam equivalentes. Procuraremos mostrar que não é possível responder a esse problema de modo unilateral, com um simples e taxativo sim ou não. Por um lado, o exame de seus escritos indica que Nietzsche não pretenderia assumir a posição de um relativista radical na medida em que hierarquiza as interpretações e reivindica a superioridade de sua própria interpretação de mundo. Mais do que isso, sua filosofia aponta até mesmo para a inviabilização daquele relativismo: ao associar os conceitos de perspectiva e interpretação ao de valor, indica que toda perspectiva e toda interpretação avaliam e hierarquizam, de modo que inexistiriam perspectivas e interpretações que efetivamente considerassem as demais como dotadas de mesmo valor. Por outro lado...

‣ Relativismo linguístico revisitado: como categorias numéricas podem influenciar a representação do mundo

Marques, Veruska Paioli do Nascimento
Fonte: Instituto Universitário de Lisboa Publicador: Instituto Universitário de Lisboa
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2014 Português
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Mestrado em Antropologia; Esta dissertação de mestrado examina o relativismo linguístico - uma teoria que defende que a estrutura e o léxico de uma língua influenciam como o falante percebe e conceptualiza o mundo. Existem duas versões desta teoria: a versão forte e a versão fraca. A versão forte, também chamada de determinismo linguístico, foi primeiramente proposta por Benjamin Lee Whorf. A versão fraca é baseada sobre o trabalho de Whorf, mas tem vindo a ser retrabalhada por inúmeros pesquisadores. A versão fraca defende que a língua influencia o pensamento, ou seja, os hábitos da fala podem eventualmente estabelecer hábitos na mente com consequências para a cognição. A versão forte argumenta que em vez de a língua influenciar os conceitos, ela própria é responsável pela criação dos mesmos, desta forma, até que a língua tenha uma palavra para um conceito, ele não existe para os falantes. Não há evidência empírica ou explanação filosófica que suporta a versão forte e por isso esta é refutada. Este trabalho divide o desenvolvimento do relativismo linguístico em três capítulos: A origem da hipótese e a contribuição de Whorf; pós- Whorf; e por último, apresento uma explicação de como e porquê algumas áreas da cognição são suscetíveis às influências das línguas...

‣ O relativismo cultural é válido nas ciências da saúde? Exame de suas bases filosóficas

Bastian,Erna
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1971 Português
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Examina-se o conceito do relativismo cultural sob bases filosóficas e sua validade nas ciências da saúde. Analisam-se os têrmos absoluto, relativo e universal, chegando-se a um modêlo operacional do relativismo cultural nas ciências da saúde.

‣ O relativismo de Kuhn é derivado da história da ciência ou é uma filosofia aplicada à ciência?

Oliva,Alberto
Fonte: Universidade de São Paulo, Departamento de Filosofia Publicador: Universidade de São Paulo, Departamento de Filosofia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2012 Português
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Está longe de ser fácil qualificar uma concepção ou um pensador de relativista. Como Kuhn rejeita ser tachado de relativista, discutiremos o que em sua obra dá ensejo a assim caracterizá-lo. Abordaremos três relativismos em Kuhn - o epistêmico, o ontológico e o linguístico - com o intuito de avaliar se o relativismo em Kuhn é fruto da aplicação de uma filosofia à compreensão da ciência ou se é derivado de uma fidedigna reconstrução histórica da ciência. Entendemos ser fundamental diferenciar o caso em que se emprega uma variante de relativismo filosófico na reconstrução da ciência do caso em que o relativismo é extraído de como a ciência vem sendo praticada. Tentaremos, operando com a distinção entre relativismo filosófico e relativismo metacientífico, demonstrar que as teses basilares de Kuhn são, quando muito, parcialmente apoiadas pela história da ciência. E também advogaremos que o relativismo kuhniano deve fundamentar-se em última análise em explicações psicológicas e sociológicas para ser solidamente defendido. Kuhn reconhece isso, mas questiona a capacidade explicativa das teorias até aqui forjadas pelas ciências sociais. E se Kuhn não é capaz de mostrar como e em que extensão os fatores sociais atuam sobre a racionalidade científica...

‣ La crítica davidsoniana al relativismo, el naturalismo y la psicología de sentido común

Hernández Borges, Mª del Rosario
Fonte: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones Publicador: Murcia: Universidad, Secretariado de Publicaciones
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Português
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En este trabajo argumentaré a favor de una interpretación trascendental de la teoría de Davidson. La crítica al relativismo conceptual y su defensa de las explicaciones de la psicología de sentido común son consecuencia de ese enfoque trascendental. Concluiré que un análisis naturalista de las explicaciones cotidianas mostraría las limitaciones del enfoque de Davidson y definiría el espacio relevante que el relativismo tiene como problema de interés para el filósofo.

‣ Para una discusión de la nota de universalidad de los derechos. (A propósito de la crítica del relativismo ético y cultural)

Lucas, Javier de
Fonte: Universidad Carlos III de Madrid. Instituto Bartolomé de las Casas : Boletín Oficial del Estado Publicador: Universidad Carlos III de Madrid. Instituto Bartolomé de las Casas : Boletín Oficial del Estado
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf; text/plain
Publicado em //1994 Português
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SUMARIO: I. ¿Derechos universales? II. Los sujetos de los derechos y los ámbitos de la exclusión. III. Relativismo cultural y universalidad de los derechos. IV. Multiculturalismo e identidad cultural. V. Relativismo ético, legitimidad democrática y derechos humanos. V.l. El consenso sobre los derechos: la homogeneidad social y el «coto vedado». V.2. Historicidad y abstracción: ¿qué derechos? VI. Universalidad y extensión de los derechos. Nota bibliográfica.

‣ Universalismo, relativismo e direitos humanos: uma revisita contingente

Benvenuto,Jayme
Fonte: CEDEC Publicador: CEDEC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2015 Português
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Este artigo revisita o debate em torno do universalismo e do relativismo cultural aplicado aos direitos humanos, buscando atualizá-lo a partir de situações verificadas nas últimas décadas em certas partes do mundo, incluindo o Brasil. Assume a defesa do relativismo contingente sob a influência do filósofo norte-americano Richard Rorty. Conclui com a aplicação da perspectiva da educação sentimental, desenvolvida pelo filósofo citado, a recentes declarações dos parlamentares brasileiros Jair Bolsonaro e Marco Feliciano.

‣ Relativismo: Un análisis conceptual. [Inglés]; Relativism: A conceptual analysis.

Vittorio Villa; Universidad de Palermo
Fonte: Universidad del Norte Publicador: Universidad del Norte
Tipo: article; publishedVersion Formato: application/pdf
Português
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En este trabajo primero trataré de formular una definición conceptual de relativismo con el propósito de identificar los elementos básicos comunes a las concepciones relativistas más relevantes. Calificaré de “relativistas” todas las concepciones en las que todos o una parte relevante de sus criterios y creencias dependen necesariamente de un contexto dado. Luego trataré algunas observaciones críticas contra el relativismo. Desde este punto de vista, se genera un problema del hecho de que muchos relativistas desearían poder expresar algunos juicios objetivos. Finalmente, propondré una concepción relativista: una que aun sin incorporar elementos absolutistas podría explicar la presencia de un núcleo común de criterios y creencias en todos nuestros esquemas y creencias. Aquí, son importantes dos distinciones: primera, entre esquemas conceptuales locales y marcos de referencia de largo plazo, y segunda, entre entorno y mundo. Esta última distinción hace posible hablar de la existencia de una realidad objetiva, incluso al interior de una concepción epistemológica relativista coherente.; In this paper, first, I will try to give a conceptual definition of relativism, with the aim of singling out the basic elements common to the most relevant relativist conceptions. I will qualify as “relativistic” all conceptions in which all or a relevant part of its criteria and beliefs necessarily depend on a given context. Secondly...

‣ Los fantasmas del relativismo en la hermenéutica; Gadamer y las Humanidades, Volumen I. Ontología, Lenguaje y Estética

Santiago Guervós, Luis Enrique de
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Articulo
Português
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Ponencia presentada en el Congreso Gadamer y las Humanidades que tuvo lugar en la Facultad de Filosofía y Letras. UNAM, en noviembre de 2004; Se señala que la hermenéutica, tanto en Gadamer como en Nietzsche, ha relativizado el relativismo, de tal manera que lo incomparable ya no se ve como una amenaza sino como un desafío. Y esto es así porque la historicidad y la finitud que constituyen su fundamento nos llevan más allá del relativismo y trascienden el ámbito de la metafísica situándose en el terreno de lo verosímil, donde no hay lugar para certezas absolutas, ni puntos de vista absolutos, pero donde se puede hablar todavía de objetividad y verdad pero en un sentido práctico, en el contexto de una nueva forma de racionalidad que configura un nuevo humanismo en el que comprender e interpretar significan al mismo tiempo autocomprenderse, crecer, superarse a sí mismo, un acrecentamiento de la subjetividad individual, que en definitiva es otra forma de voluntad de poder.

‣ Después del fin del arte: Danto entre el relativismo y el esencialismo artísticos

Ortíz Millán, Gustavo; Instituto de Investigaciones Filosóficas-UNAM
Fonte: Páginas de Filosofía Publicador: Páginas de Filosofía
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 21/09/2015 Português
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Arthur Danto sostuvo una posición historicista según la cual una obra de arte puede serlo en un periodo de la historia, pero no en otro, dependiendo de las teorías del arte que la justificaran. Al mismo tiempo sostuvo un esencialismo para el cual una obra puede ser arte independientemente de tiempo y lugar. Él afirmaba que estas dos posiciones no se contraponían. Aquí analizo qué tanto esto es cierto. Propongo una lectura de Danto en términos de relativismo artístico, según el cual no hay criterios objetivos para determinar de modo transhistórico lo que es una obra de arte. Analizo algunas de las implicaciones de esta lectura relativista. Finalmente, cuestiono que su esencialismo pueda ayudarnos a contrarrestar el relativismo que se sigue de la tesis del fin del arte. Mi hipótesis es que su esencialismo es problemático y no puede darnos bases objetivas para que no se siga mi lectura relativista de su idea del fin del arte.

‣ Is the cultural relativism valid in health science? Discussion of the validity of health sciences in cultural relativism; O relativismo cultural é válido nas ciências da saúde? Exame de suas bases filosóficas

Bastian, Erna
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf
Publicado em 01/06/1971 Português
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37.357686%
Examina-se o conceito do relativismo cultural sob bases filosóficas e sua validade nas ciências da saúde. Analisam-se os têrmos absoluto, relativo e universal, chegando-se a um modêlo operacional do relativismo cultural nas ciências da saúde.; The concept of cultural relativism on a philosophical basis and its validity in health sciences, is examined. The concepts of the absolute, the relative and the universal are analysed and a working model for cultural relativism in the health sciences is attained.

‣ O relativismo de Kuhn é derivado da história da ciência ou é uma filosofia aplicada à ciência?

Oliva, Alberto
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/2012 Português
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37.786357%
Está longe de ser fácil qualificar uma concepção ou um pensador de relativista. Como Kuhn rejeita ser tachado de relativista, discutiremos o que em sua obra dá ensejo a assim caracterizá-lo. Abordaremos três relativismos em Kuhn - o epistêmico, o ontológico e o linguístico - com o intuito de avaliar se o relativismo em Kuhn é fruto da aplicação de uma filosofia à compreensão da ciência ou se é derivado de uma fidedigna reconstrução histórica da ciência. Entendemos ser fundamental diferenciar o caso em que se emprega uma variante de relativismo filosófico na reconstrução da ciência do caso em que o relativismo é extraído de como a ciência vem sendo praticada. Tentaremos, operando com a distinção entre relativismo filosófico e relativismo metacientífico, demonstrar que as teses basilares de Kuhn são, quando muito, parcialmente apoiadas pela história da ciência. E também advogaremos que o relativismo kuhniano deve fundamentar-se em última análise em explicações psicológicas e sociológicas para ser solidamente defendido. Kuhn reconhece isso, mas questiona a capacidade explicativa das teorias até aqui forjadas pelas ciências sociais. E se Kuhn não é capaz de mostrar como e em que extensão os fatores sociais atuam sobre a racionalidade científica...

‣ O ironismo de Richard Rorty: uma terceira via entre etnocentrismo e relativismo

Araujo, Ricardo Corrêa
Fonte: Universidade Federal da Paraíba -UFPB Publicador: Universidade Federal da Paraíba -UFPB
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; Estudos hermenêuticos Formato: application/pdf
Publicado em 16/11/2013 Português
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Este artigo tenta investigar a questão do relativismo associado à filosofia pós-nietzschiana ou pós-metafísica, em que alguns tentam incluir Richard Rorty. Nossa pretensão é mostrar como este pensa, por meio do conceito “ironismo”, sua afinidade com diversas posições pós-metafísicas, mas também um afastamento dos seus aspectos possivelmente relativistas, a fim de escapar de acusações de relativismo cultural como a elaborada por Hilary Putnam. Em conclusão, pretende-se mostrar que o ironismo de Rorty, redescrito por ele como um antiantietnocentrismo, pode ser caracterizado como uma terceira via entre o etnocentrismo tradicional e o relativismo cultural.

‣ Actualidad del relativismo cultural

Sánchez Durá,Nicolás
Fonte: Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social Publicador: Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 Português
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Este ensayo tiene tres propósitos. En primer lugar, propone examinar las relaciones entre etnocentrismo y relativismo. El etnocentrismo puede tomar tres formas distintas: a saber, la de una universalidad impostada, la del exotismo y la de un particularismo narcisista exacerbado. El relativismo cultural es una postura que asume la inconmensurabilidad de los conceptos y valores que deben ser considerados como válidos dentro de las imágenes del mundo definidas. En segundo lugar, se argumenta que el etnocentrismo es una posición infundada y moralmente desastrosa. En tercer lugar, se sostiene que el relativismo cultural en su versión moderada puede servir de guía a los antropólogos sociales: les enseña la tolerancia y el escepticismo acerca de los valores de su propia cultura.

‣ Reflexiones sobre la actualidad del relativismo cultural: respuesta a Nicolás Sánchez Durá

Jacorzynski,Witold
Fonte: Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social Publicador: Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2013 Português
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Este ensayo propone entablar una discusión con las tesis contenidas en el artículo de Nicolás Sánchez Durá, "Actualidad del relativismo cultural". En primer lugar, se analizan el etnocentrismo y el relativismo como dos respuestas éticas distintas al fenómeno de la diversidad cultural. En segundo lugar, se desarrollan la formulación del relativismo y el concepto de cultura propuestos por Sánchez Durá para analizarlos a la luz de la epistemología elaborada por el Wittgenstein tardío. En tercer lugar, se agregan argumentos a favor del relativismo cultural. El relativismo cultural, visto como una doctrina, tropieza con dilemas lógicos y conceptuales; considerado como una actitud contextual de índole moral y política, contribuye a combatir la autoridad del etnocentrismo basado en la exclusividad del otro.

‣ De la crítica de Davidson a la idea de relativismo conceptual

Lo Monaco,Vincenzo Piero
Fonte: INSTITUTO DE FILOSOFIA UCV Publicador: INSTITUTO DE FILOSOFIA UCV
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2009 Português
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En este artículo exploramos los argumentos de Davidson en contra de la idea de relativismo conceptual. Su crítica se compone de tres partes: la afirmación de que la noción de contenido no interpretado (al que corresponden distintos esquemas) carece de inteligibilidad; la asunción de que la idea de multiplicidad de esquemas conceptuales es la misma que la idea de multiplicidad de creencias sobre un mundo en común; el argumento de que la distinción entre enunciados analíticos y sintéticos está íntimamente conectada con la distinción entre esquema y contenido, razón por la cual el rechazo de la primera implica razonablemente el rechazo de esta última. Sin embargo, los argumentos de Davidson en contra de los esquemas conceptuales no tienen éxito en descalificar al relativismo conceptual. Sostenemos que la interpretación de los esquemas conceptuales que él da es inadecuada y que falla en proporcionar una objeción sólida a la posibilidad de esquemas radicalmente diferentes. Por consiguiente, sostenemos también que, con independencia de la posibilidad de una crítica definitiva al relativismo, la crítica de Davidson no alcanza a mostrar la incoherencia de la idea de relativismo conceptual.

‣ O relativismo cultural é válido nas ciências da saúde? Exame de suas bases filosóficas

Bastian,Erna
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1971 Português
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37.357686%
Examina-se o conceito do relativismo cultural sob bases filosóficas e sua validade nas ciências da saúde. Analisam-se os têrmos absoluto, relativo e universal, chegando-se a um modêlo operacional do relativismo cultural nas ciências da saúde.

‣ RELATIVISMO, DESACUERDOS Y LA FACTIVIDAD DEL CONOCIMIENTO

Pailos, Federico Matías
Fonte: UNICAMP-CLE-Publicações Publicador: UNICAMP-CLE-Publicações
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares; Formato: application/pdf
Publicado em 02/12/2015 Português
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Las teorías relativistas acerca de las atribuciones de conocimiento sostienen que el valor de verdad de una atribución de conocimiento está determinado por el contexto de evaluación de la atribución. Me ocuparé de dos de las principales críticas que se le han formulado al relativismo. Por un lado, Jason Stanley niega que el relativismo pueda dar cuenta de la factividad del conocimiento. Por otra parte, Manuel García Carpintero sostiene que el relativismo se compromete con una inaceptable imagen sobre las normas que rigen la práctica asertiva. Responderé ambas objeciones. Presentaré primero un modo de dar cuenta de la factividad no evaluado por Stanley. La respuesta a García Carpintero, por su parte, supondrá distinguir en qué sentido la verdad es, y en que otro no es, una norma de la aserción. Abstract: Relativist’s theories about knowledge attributions maintain that the truth value of such assertions is partially fixed by the assessment context. I will answer two of the main objections that it has received. On the one side, Jason Stanley denies that relativism can explain the factivity of knowledge. On the other side, Manuel García Carpintero believes that relativism is commited to an unacceptable picture of assertion. The answer to Stanley’s objection involves a way of explaining factivity that he has not evaluated. The answer to García Carpintero involves distinguishing in what way truth is...