Página 1 dos resultados de 995 itens digitais encontrados em 0.007 segundos

‣ Violência contra mulheres no contexto urbano: estudo sobre a distribuição espacial das violências no Município de São Paulo; Violence against women in an urban context: a study on the spatial distribution of violence in the City of Sao Paulo

Kiss, Ligia Bittencourt
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 11/09/2009 Português
Relevância na Pesquisa
89.37976%
Desde a década de 1990, a violência contra mulheres vem sendo tomada como um tema da saúde pública, pela sua magnitude e repercussões na saúde dos indivíduos. Apesar do reconhecimento da influência das características da vizinhança na violência por parceiro íntimo (VPI), poucos estudos exploram como o contexto e a inserção da mulher em redes pessoais e sociais afetam a probabilidade individual de sofrer este tipo de violência. Este estudo teve como objetivo investigar a distribuição de VPI contra mulheres e sua relação com desigualdade socioeconômica, violência urbana e capital social no Município de São Paulo. Para tanto, foram utilizados o banco de dados do estudo multipaíses sobre saúde da mulher e violência doméstica contra mulheres da Organização Mundial de Saúde (OMS), informações do censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e taxas de homicídios do banco do Programa de Aperfeiçoamento das Informações de Mortalidade (PROAIM). Os dados foram analisados através de técnicas de modelagem multinível. Os achados mostraram que não há variação significativa entre as vizinhanças na ocorrência de VPI. Além disso, indicaram que viver em contextos de privação socioeconômica...

‣ Violência contra mulheres rurais, agendas públicas municipais e práticas profissionais de saúde : o visível e o invisível na inconsciência do óbvio

Costa, Marta Cocco da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
Relevância na Pesquisa
89.87423%
Neste estudo aborda-se a violência contra as mulheres e a saúde em áreas rurais da Metade Sul do Rio Grande do Sul. Os objetivos gerais incluíram: conhecer e analisar, em cenários rurais as representações sociais da violência contra as mulheres na perspectiva de gestores municipais, profissionais e trabalhadores da saúde e as influências dessas representações na implementação de decisões políticas e técnicas em ações de saúde; analisar as agendas públicas locais de saúde direcionadas ao enfrentamento da violência contra mulheres rurais; analisar, por meio do domínio epistemológico das relações de gênero e das representações sociais balizadas pelo principio da integralidade (SUS), as formas concretas de atenção às mulheres rurais vítimas de violência e o potencial de efetividade do enfrentamento local considerando-se o contexto rural e as pequenas municipalidades. O estudo, de cunho qualitativo, englobou 56 participantes: gestores, profissionais e trabalhadores dos serviços de saúde, que atuam em áreas rurais. As ferramentas de geração das informações abarcaram: questões-estímulo de evocações, entrevista semiestruturada e busca documental, analisadas pela modalidade temática e com auxílio do software Nvivo...

‣ Subnotificação e (in)visibilidade da violência contra mulheres na atenção primária à saúde

Kind,Luciana; Orsini,Maria de Lourdes Pereira; Nepomuceno,Valdênia; Gonçalves,Letícia; Souza,Gislaine Alves de; Ferreira,Monique Fernanda Félix
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 Português
Relevância na Pesquisa
89.02564%
Esta pesquisa teve por objetivo mapear indicadores de violências contra mulheres em unidades básicas de saúde de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, e identificar as dificuldades experimentadas por profissionais de saúde na notificação de violências. Dados epidemiológicos sobre esse tipo de notificação foram levantados no sistema de informações da Secretaria Municipal de Saúde. Dados qualitativos foram produzidos com questionário semiestruturado e três sessões de grupos focais, com a participação de 270 profissionais da atenção primária à saúde. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo, sendo codificados, categorizados e discutidos à luz da revisão de literatura. Um eixo analítico central foi denominado (in)visibilidade da violência contra mulheres. Emergem dos dados tanto o reconhecimento da violência como problema de saúde pública quanto a invisibilidade que impede o seu enfrentamento. Observa-se que a notificação é frequentemente tomada como denúncia, o que dificulta o avanço nas discussões e ações concernentes ao problema.

‣ Curto-circuito, falta de linha ou na linha? Redes de enfrentamento à violência contra mulheres em São Paulo

Santos,Cecília MacDowell
Fonte: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2015 Português
Relevância na Pesquisa
89.12582%
Este artigo examina as abordagens das/os agentes do Estado sobre violência doméstica e os fatores que condicionam a aplicação da Lei Maria da Penha no que se refere às diretivas para a constituição e expansão de serviços criminais e não criminais a serem integrados em uma "Rede de Enfrentamento à Violência contra Mulheres". Com base em uma pesquisa de campo realizada na cidade de São Paulo entre 2012 e 2014, o artigo mostra que, além das delegacias da mulher criadas nos anos 1980 e 1990, surgiram, na última década, novos serviços não criminais nas periferias da cidade, contribuindo para a expansão da Rede. No entanto, há várias redes, não apenas uma, as quais ora se cruzam e se alinham numa mesma abordagem sobre violência, ora se acham em conflito, ora funcionam em paralelo. As/os agentes do Estado abraçam diversas abordagens sobre violência doméstica contra mulheres, que variam entre uma perspectiva familista e perspectivas de gênero, feminista e interseccional de gênero, raça e classe social. Esta diversidade ilustra a heterogeneidade da cultura jurídico-política do Estado em relação aos direitos das mulheres...

‣ Temas médico-sociais e a intervenção em saúde: a violência contra mulheres no discurso dos profissionais

Kiss,Lígia Bittencourt; Schraiber,Lilia Blima
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 Português
Relevância na Pesquisa
88.97568%
Estuda-se a violência contra mulheres como alvo dos cuidados em saúde. É parte de pesquisa em serviços públicos em São Paulo, envolvendo prevalência de casos entre usuárias de 15 a 49 anos; estudo de seus prontuários; descrição dos serviços, por sua observação; e entrevistas semiestruturadas com 50 de seus profissionais, acerca da rotina e do ideal de trabalho em saúde, percepções quanto à existência de casos, ofertas assistenciais ou seus obstáculos e representações sobre violência. Analisa-se o conteúdo das narrativas profissionais, usando-se os demais dados para caracterização de seus contextos assistenciais. Reiterando a literatura, violência foi quase sempre tida como problema relevante, mas fora dos escopos das intervenções profissionais. Relataram-se ações isoladas e em caráter pessoal. Medos e impotência profissional foram mencionados, mas nenhum aspecto positivo para eventual intervenção. Os profissionais mostraram parco conhecimento de serviços especializados de referência. Conclui-se que as dificuldades na aceitação de casos de violência deveriam ser trabalhadas em três dimensões: a estreita definição da competência profissional, excluindo a violência como objeto; a indefinição tecnológica do fazer profissional; e a ausência de apoios efetivos em seus serviços.

‣ Violência contra mulheres: uma questão de gênero - Montes Claros 1985-1994; Violence against women: a question of gender - Montes Claros-1985-1994

Souza, Maria Clarice Rodrigues de
Fonte: Universidade Federal de Uberlândia Publicador: Universidade Federal de Uberlândia
Tipo: Dissertação
Português
Relevância na Pesquisa
99.48142%
A proposta deste trabalho é discutir a violência contra mulheres e, em particular, os crimes cometidos contra as mesmas em Montes Claros, no período compreendido entre 1985 a 1994. Nossa discussão teve como referencial a jurisprudência brasileira, analisando historicamente os Códigos Civis e Penais, e encontrou respaldo nos Estudos de Gênero, uma categoria que, a partir da década de 1990, se tornou de fundamental importância para análises históricas, especialmente sob a perspectiva feminista, uma vez que permitiu questionar a ordem cultural dada em nossa sociedade acerca do que é ser mulher e ser homem, permitindo-nos novos olhares e interpretações sobre o estigma presente nas relações sociais desses sujeitos. Nosso corpus documental constituise de processos criminais relacionados aos crimes de Homicídio, Lesão Corporal e Estupro, cometidos contra mulheres e perpetrados pelos homens, pelo simples fato de estes serem culturalmente considerados superiores e detentores de poder e as mulheres, conseqüentemente, inferiores e submissas. Enfatizamos entre tantas fontes os discursos das delegadas de polícia, juízes, advogados de defesa, testemunhas, vítimas e réus, e como o Sistema Judiciário se posiciona diante de tais crimes. Nesse mesmo sentido...

‣ Temas médico-sociais e a intervenção em saúde: a violência contra mulheres no discurso dos profissionais; Social medical themes and the health intervention: violence against women in the professional's discourse

KISS, Lígia Bittencourt; SCHRAIBER, Lilia Blima
Fonte: Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva Publicador: Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
Relevância na Pesquisa
88.97568%
Estuda-se a violência contra mulheres como alvo dos cuidados em saúde. É parte de pesquisa em serviços públicos em São Paulo, envolvendo prevalência de casos entre usuárias de 15 a 49 anos; estudo de seus prontuários; descrição dos serviços, por sua observação; e entrevistas semiestruturadas com 50 de seus profissionais, acerca da rotina e do ideal de trabalho em saúde, percepções quanto à existência de casos, ofertas assistenciais ou seus obstáculos e representações sobre violência. Analisa-se o conteúdo das narrativas profissionais, usando-se os demais dados para caracterização de seus contextos assistenciais. Reiterando a literatura, violência foi quase sempre tida como problema relevante, mas fora dos escopos das intervenções profissionais. Relataram-se ações isoladas e em caráter pessoal. Medos e impotência profissional foram mencionados, mas nenhum aspecto positivo para eventual intervenção. Os profissionais mostraram parco conhecimento de serviços especializados de referência. Conclui-se que as dificuldades na aceitação de casos de violência deveriam ser trabalhadas em três dimensões: a estreita definição da competência profissional, excluindo a violência como objeto; a indefinição tecnológica do fazer profissional; e a ausência de apoios efetivos em seus serviços.; This study deals with violence against women as a health care matter. It was part of a research in public services of São Paulo (Brazil)...

‣ Prevalência da violência contra a mulher por parceiro íntimo em regiões do Brasil

Schraiber,Lilia Blima; D'Oliveira,Ana Flávia P L; França-Junior,Ivan; Diniz,Simone; Portella,Ana Paula; Ludermir,Ana Bernarda; Valença,Otávio; Couto,Márcia Thereza
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2007 Português
Relevância na Pesquisa
79.35542%
OBJETIVO: Analisar os resultados do WHO Multi-country Study on Women´s Health and Domestic Violence sobre a prevalência da violência contra mulheres por parceiros íntimos encontrada no Brasil. MÉTODOS: Estudo transversal integrante do WHO Multi-country Study on Women's Health and Domestic Violence against women, realizado em dez países, entre 2000-2003. Em todos os locais foi utilizado questionário estruturado padronizado, construído para o estudo. Para conhecer contrastes internos a cada país, a maior cidade e uma região rural foram investigadas, sempre que factível. Foi selecionada amostra representativa da cidade de São Paulo e de 15 municípios da Zona da Mata de Pernambuco constituída por mulheres de 15 a 49 anos de idade. Foram incluídas 940 mulheres de São Paulo e 1.188 de Pernambuco, que tiveram parceria afetivo-sexual alguma vez na vida. A violência foi classificada nos tipos psicológica, física e sexual, sendo analisadas suas sobreposições, recorrência dos episódios, gravidade e época de ocorrência. RESULTADOS: Mulheres de São Paulo e Pernambuco relataram, respectivamente, ao menos uma vez na vida: violência psicológica (N=383; 41,8% e N=580; 48,9%), física (266; 27,2% e 401; 33,7%); sexual (95; 10...

‣ Violência contra mulheres entre usuárias de serviços públicos de saúde da Grande São Paulo

Schraiber,Lilia Blima; D'Oliveira,Ana Flávia P L; Couto,Márcia Thereza; Hanada,Heloisa; Kiss,Ligia B; Durand,Julia G; Puccia,Maria Inês; Andrade,Marta Campagnoni
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 Português
Relevância na Pesquisa
89.2732%
OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência contra mulheres (física, psicológica e sexual), por parceiro íntimo ou outro agressor, entre usuárias de serviços públicos de saúde e contrastá-la com a percepção de ter sofrido violência e com o registro das ocorrências nos serviços estudados. MÉTODOS: Estudo realizado em 19 serviços de saúde, selecionados por conveniência e agrupados em nove sítios de pesquisa na Grande São Paulo, entre 2001-2002. Questionários sobre violência sofrida alguma vez na vida, no último ano e agressor foram aplicados à amostra de 3.193 usuárias de 15 a 49 anos. Foram examinados 3.051 prontuários dessas mulheres para verificação do registro dos casos de violência. Realizaram-se análises comparativas pelos testes Anova, com comparações múltiplas e qui-quadrado, seguido de sua partição. RESULTADOS: As prevalências observadas foram: qualquer violência 76% (IC 95%: 74,2;77,8); psicológica 68,9% (IC 95%: 66,4;71,4); física 49,6% (IC 95%: 47,7;51,4); física e/ou sexual 54,8% (IC 95%: 53,1;56,6) e sexual 26% (IC 95%: 24,4;28,0). A violência física e/ou sexual por parceiro íntimo na vida foi de 45,3% (IC 95%: 43,5;47,1) e por outros que não o parceiro foi de 25,7% (IC 95%: 25...

‣ Perfil da violência contra mulheres atendidas na Pousada de Maria; Perfil de la violencia sufrida por mujeres atendidas en la Posada de María; Profile of the violence committed against women assisted at Pousada de Maria lodging

Labronici, Liliana Maria; Ferraz, Maria Isabel Raimondo; Trigueiro, Tatiane Herreira; Fegadoli, Débora
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Artigo Avaliado pelos Pares Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/03/2010 Português
Relevância na Pesquisa
79.41698%
Pesquisa exploratória, retrospectiva, realizada na Pousada de Maria, em Curitiba, em 2007. Teve como objetivo caracterizar o perfil da violência praticada contra mulheres residentes na Pousada de Maria, durante os anos de 1993 à 2007. Os dados foram obtidos através da análise de 886 fichas de registro das vítimas, transcritos para um instrumento construído para a pesquisa. As vítimas tinham idade entre 18 e 88 anos, baixa escolaridade, e sofreram violência física, psicológica, sexual e estrutural, principalmente pelos companheiros e pessoas conhecidas. Convivem com a violência para manter a união familiar, e rompem com ela na existência de programas sociais e abrigos. A violência é um fenômeno frequente entre mulheres solteiras, com ensino fundamental incompleto: 24,6% delas sofreram violência física, 24,15%, psicológica, 14,22%, violência estrutural. As solteiras, amasiadas e casadas devem ser inseridas como grupo de risco e objeto de atenção, pelos profissionais de saúde no planejamento de ações preventivas.; Investigación exploratoria retrospectiva, realizada en la Posada de María en Curitiba, Brasil, en el año 2007, con el fin de caracterizar el perfil de la violencia ejercida contra mujeres que residieron en dicha institución en el período comprendido entre 1993 a 2007. Los datos fueron obtenidos a través del análisis de 886 fichas de registro de las víctimas y transcriptos para un instrumento formulado para la investigación. Las víctimas tenían entre 18 y 88 años...

‣ Violência contra mulheres entre usuárias de serviços públicos de saúde da Grande São Paulo; Violence against women attending public health services in the metropolitan area of São Paulo, Brazil

Schraiber, Lilia Blima; D'Oliveira, Ana Flávia P L; Couto, Márcia Thereza; Hanada, Heloisa; Kiss, Ligia B; Durand, Julia G; Puccia, Maria Inês; Andrade, Marta Campagnoni
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/06/2007 Português
Relevância na Pesquisa
89.2732%
OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência contra mulheres (física, psicológica e sexual), por parceiro íntimo ou outro agressor, entre usuárias de serviços públicos de saúde e contrastá-la com a percepção de ter sofrido violência e com o registro das ocorrências nos serviços estudados. MÉTODOS: Estudo realizado em 19 serviços de saúde, selecionados por conveniência e agrupados em nove sítios de pesquisa na Grande São Paulo, entre 2001-2002. Questionários sobre violência sofrida alguma vez na vida, no último ano e agressor foram aplicados à amostra de 3.193 usuárias de 15 a 49 anos. Foram examinados 3.051 prontuários dessas mulheres para verificação do registro dos casos de violência. Realizaram-se análises comparativas pelos testes Anova, com comparações múltiplas e qui-quadrado, seguido de sua partição. RESULTADOS: As prevalências observadas foram: qualquer violência 76% (IC 95%: 74,2;77,8); psicológica 68,9% (IC 95%: 66,4;71,4); física 49,6% (IC 95%: 47,7;51,4); física e/ou sexual 54,8% (IC 95%: 53,1;56,6) e sexual 26% (IC 95%: 24,4;28,0). A violência física e/ou sexual por parceiro íntimo na vida foi de 45,3% (IC 95%: 43,5;47,1) e por outros que não o parceiro foi de 25,7% (IC 95%: 25...

‣ Prevalência da violência contra a mulher por parceiro íntimo em regiões do Brasil; Prevalence of intimate partner violence against women in regions of Brazil

Schraiber, Lilia Blima; D'Oliveira, Ana Flávia P L; França-Junior, Ivan; Diniz, Simone; Portella, Ana Paula; Ludermir, Ana Bernarda; Valença, Otávio; Couto, Márcia Thereza
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/10/2007 Português
Relevância na Pesquisa
79.35542%
OBJETIVO: Analisar os resultados do WHO Multi-country Study on Women´s Health and Domestic Violence sobre a prevalência da violência contra mulheres por parceiros íntimos encontrada no Brasil. MÉTODOS: Estudo transversal integrante do WHO Multi-country Study on Women's Health and Domestic Violence against women, realizado em dez países, entre 2000-2003. Em todos os locais foi utilizado questionário estruturado padronizado, construído para o estudo. Para conhecer contrastes internos a cada país, a maior cidade e uma região rural foram investigadas, sempre que factível. Foi selecionada amostra representativa da cidade de São Paulo e de 15 municípios da Zona da Mata de Pernambuco constituída por mulheres de 15 a 49 anos de idade. Foram incluídas 940 mulheres de São Paulo e 1.188 de Pernambuco, que tiveram parceria afetivo-sexual alguma vez na vida. A violência foi classificada nos tipos psicológica, física e sexual, sendo analisadas suas sobreposições, recorrência dos episódios, gravidade e época de ocorrência. RESULTADOS: Mulheres de São Paulo e Pernambuco relataram, respectivamente, ao menos uma vez na vida: violência psicológica (N=383; 41,8% e N=580; 48,9%), física (266; 27,2% e 401; 33,7%); sexual (95; 10...

‣ Violence against women: theoretical reflections; Violencia contra mujeres: reflexiones teóricas; Violência contra mulheres: reflexões teóricas

Casique Casique, Leticia; Furegato, Antonia Regina Ferreira
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf; application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/12/2006 Português
Relevância na Pesquisa
79.493423%
Violence appears in different forms and circumstances and involves distinct kinds of violent acts against children, women, elderly and other defenseless persons. This serious problem, which degrades women's integrity, is denoted by terms like domestic violence, gender violence and violence against women. Gender violence can appear as physical, psychological, sexual, economic violence, as well as violence at work. Violence against women committed by their intimate partners can be analyzed through the Ecological Model, which explains the close relation between individuals and their environment. Factors influencing people's behavior towards this violence should be analyzed with a view to establishing help programs.; La violencia se manifiesta de diferentes formas, en distintas circunstancias y con diversos tipos de actos dirigidos a niños, mujeres, ancianos y otras personas indefensas. Violencia domestica, violencia de genero y violencia contra mujeres son términos utilizados para denominar este grave problema que degrada la integridad de la mujer. La violencia de género puede manifestarse a través de violencia física, violencia psicológica, violencia sexual, violencia económica y violencia en el trabajo. La violencia sufrida por la mujer por parte de su compañero íntimo puede ser analizada a través del Modelo Ecológico que explica la estrecha relación entre el individuo y su entorno. Se concluyo que es importante analizar los factores que influyen en el comportamiento de las personas frente a la violencia para establecer programas de ayuda.; A violência manifesta-se de diferentes formas...

‣ Violence against Amazon women; Violencia contra mujeres amazónicas; Violência contra mulheres amazônicas

Lima, Vera Lúcia de Azevedo; Souza, Maria de Lourdes de; Monticelli, Marisa; Oliveira, Marília de Fátima Vieira de; Souza, Carlos Benedito Marinho de; Costa, Carlos Alberto Leal da; Brüggemann, Odaléa Maria
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Publicador: Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf; application/pdf; application/pdf
Publicado em 01/12/2009 Português
Relevância na Pesquisa
79.84773%
This quantitative and exploratory study analyzed violence against Amazon women presented in print media according to type and severity, and whether aggressors fell under the Maria da Penha law. A total of 181 issues of a regional newspaper were consulted. Based on content analysis, 164 items addressing violence against women were selected and 46 were included in the corpus of analysis. Results were gathered in three thematic groups: women killed with cruelty, sexual violence against women regardless of age, and violence against women and the limitations of the Maria da Penha law. Violence against these women varied in terms of form and severity, including up to homicide. Women are submitted to sexual violence from childhood through adulthood. The enforcement of this law shows the community it has a means to cope with this social phenomenon.; Este es un estudio exploratorio de naturaleza cualitativa, que se realizó con el objetivo de analizar la violencia contra mujeres amazónicas, presentada en los periódicos, según el tipo y su gravedad, y citación de encuadramiento del agresor en la Ley Maria de la Penha. Fueron consultados 181 ejemplares de un periódico regional. A partir del análisis de contenido, fueron seleccionadas 164 notas sobre violencias contra mujeres...

‣ CURTO-CIRCUITO, FALTA DE LINHA OU NA LINHA? REDES DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES EM SÃO PAULO

Santos, Cecília MacDowell; Universidade de São Francisco (Califórnia)
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 26/05/2015 Português
Relevância na Pesquisa
99.3592%
Este artigo examina as abordagens das/os agentes do Estado sobre violênciadoméstica e os fatores que condicionam a aplicação da Lei Maria da Penha no que se refereàs diretivas para a constituição e expansão de serviços criminais e não criminais a seremintegrados em uma “Rede de Enfrentamento à Violência contra Mulheres”. Com base em umapesquisa de campo realizada na cidade de São Paulo entre 2012 e 2014, o artigo mostra que,além das delegacias da mulher criadas nos anos 1980 e 1990, surgiram, na última década,novos serviços não criminais nas periferias da cidade, contribuindo para a expansão da Rede.No entanto, há várias redes, não apenas uma, as quais ora se cruzam e se alinham numa mesmaabordagem sobre violência, ora se acham em conflito, ora funcionam em paralelo. As/osagentes do Estado abraçam diversas abordagens sobre violência doméstica contra mulheres,que variam entre uma perspectiva familista e perspectivas de gênero, feminista e interseccionalde gênero, raça e classe social. Esta diversidade ilustra a heterogeneidade da cultura jurídico-política do Estado em relação aos direitos das mulheres, um Estado que caracterizo como“bipolar”, regulado, por um lado, pelo regime de gênero/mulher nas políticas para mulheres...

‣ Qual a importância da violência contra mulheres na Revista Portuguesa de Saúde Pública?

Azambuja,Mariana Ruwer de; Nogueira,Conceição
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 Português
Relevância na Pesquisa
99.7089%
Objectivo: Em Portugal, desde a década de 1990, diversas iniciativas vêm sendo adoptadas a fim de lidar com o problema da violência contra mulheres, o qual é reconhecido pela OMS e outras organizações internacionais como um grave problema de saúde pública. As fontes oficiais de informação confirmam um aumento no registo de casos, facto que representa, mais do que um aumento na incidência, uma maior visibilidade do fenómeno. Considerando a Revista Portuguesa de Saúde Pública (RPSP) como a publicação mais importante de sua especialidade no contexto nacional, o estudo pretende mapear os discursos circulantes na RPSP sobre a violência contra mulheres. Tipo de estudo: Observacional, transversal e exploratório. Universo: Todas as edições da Revista Portuguesa de Saúde Pública disponíveis no sítio informático da Revista, na altura do estudo (Outubro de 2007), o que corresponde ao período compreendido entre os anos 2000 e 2007, totalizando 19 edições e 169 artigos. Metodologia: Revisão sistemática de todos os artigos da RPSP quanto à presença ou ausência do descritor «violência», efectuada através da ferramenta «localizar» do programa Adobe Acrobate Reader. Para a análise dos dados e discussão dos resultados...

‣ Violência contra mulheres entre usuárias de serviços públicos de saúde da Grande São Paulo

Schraiber,Lilia Blima; D'Oliveira,Ana Flávia P L; Couto,Márcia Thereza; Hanada,Heloisa; Kiss,Ligia B; Durand,Julia G; Puccia,Maria Inês; Andrade,Marta Campagnoni
Fonte: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo Publicador: Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 Português
Relevância na Pesquisa
89.2732%
OBJETIVO: Estimar a prevalência de violência contra mulheres (física, psicológica e sexual), por parceiro íntimo ou outro agressor, entre usuárias de serviços públicos de saúde e contrastá-la com a percepção de ter sofrido violência e com o registro das ocorrências nos serviços estudados. MÉTODOS: Estudo realizado em 19 serviços de saúde, selecionados por conveniência e agrupados em nove sítios de pesquisa na Grande São Paulo, entre 2001-2002. Questionários sobre violência sofrida alguma vez na vida, no último ano e agressor foram aplicados à amostra de 3.193 usuárias de 15 a 49 anos. Foram examinados 3.051 prontuários dessas mulheres para verificação do registro dos casos de violência. Realizaram-se análises comparativas pelos testes Anova, com comparações múltiplas e qui-quadrado, seguido de sua partição. RESULTADOS: As prevalências observadas foram: qualquer violência 76% (IC 95%: 74,2;77,8); psicológica 68,9% (IC 95%: 66,4;71,4); física 49,6% (IC 95%: 47,7;51,4); física e/ou sexual 54,8% (IC 95%: 53,1;56,6) e sexual 26% (IC 95%: 24,4;28,0). A violência física e/ou sexual por parceiro íntimo na vida foi de 45,3% (IC 95%: 43,5;47,1) e por outros que não o parceiro foi de 25,7% (IC 95%: 25...

‣ HIV e violência contra mulheres: estudo em município com alta prevalência de Aids no Sul do Brasil

Ceccon,Roger Flores; Meneghel,Stela Nazareth
Fonte: Organización Panamericana de la Salud Publicador: Organización Panamericana de la Salud
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/05/2015 Português
Relevância na Pesquisa
89.36456%
OBJETIVO: Investigar a prevalência e os fatores associados à violência contra mulheres com HIV em um município de porte médio no Sul do Brasil. MÉTODOS: Estudo transversal com amostra de 161 usuárias de um Serviço de Assistência Especializada para HIV em um município com alta prevalência de Aids no estado do Rio Grande do Sul. Para verificar a prevalência e as formas de violência, foram utilizadas 13 questões do instrumento World Health Organization Violence Against Women (WHO VAW), adaptado e validado para português brasileiro. Pesquisou-se a presença de violência psicológica, física e sexual sofrida em algum momento da vida e perpetrada por parceiro ou ex-parceiro íntimo, familiares, conhecidos, amigos, vizinhos, colegas e desconhecidos. A análise estatística foi realizada através do teste qui-quadrado e regressão múltipla de Poisson. RESULTADOS: A violência psicológica foi relatada por 117 mulheres (72,7%), a física por 88 (54,6%) e a sexual por 41 (25,4%). A prevalência ajustada da violência em mulheres que viviam há mais de 5 anos com HIV foi 11,5 vezes maior do que a prevalência naquelas que viviam com HIV há < 5 anos; 9,5 vezes maior nas que tinham mais de três filhos vs. três ou menos filhos; e 7...

‣ Subnotificação e (in)visibilidade da violência contra mulheres na atenção primária à saúde

Kind,Luciana; Orsini,Maria de Lourdes Pereira; Nepomuceno,Valdênia; Gonçalves,Letícia; Souza,Gislaine Alves de; Ferreira,Monique Fernanda Félix
Fonte: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz Publicador: Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2013 Português
Relevância na Pesquisa
89.02564%
Esta pesquisa teve por objetivo mapear indicadores de violências contra mulheres em unidades básicas de saúde de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, e identificar as dificuldades experimentadas por profissionais de saúde na notificação de violências. Dados epidemiológicos sobre esse tipo de notificação foram levantados no sistema de informações da Secretaria Municipal de Saúde. Dados qualitativos foram produzidos com questionário semiestruturado e três sessões de grupos focais, com a participação de 270 profissionais da atenção primária à saúde. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo, sendo codificados, categorizados e discutidos à luz da revisão de literatura. Um eixo analítico central foi denominado (in)visibilidade da violência contra mulheres. Emergem dos dados tanto o reconhecimento da violência como problema de saúde pública quanto a invisibilidade que impede o seu enfrentamento. Observa-se que a notificação é frequentemente tomada como denúncia, o que dificulta o avanço nas discussões e ações concernentes ao problema.

‣ Temas médico-sociais e a intervenção em saúde: a violência contra mulheres no discurso dos profissionais

Kiss,Lígia Bittencourt; Schraiber,Lilia Blima
Fonte: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva Publicador: ABRASCO - Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2011 Português
Relevância na Pesquisa
88.97568%
Estuda-se a violência contra mulheres como alvo dos cuidados em saúde. É parte de pesquisa em serviços públicos em São Paulo, envolvendo prevalência de casos entre usuárias de 15 a 49 anos; estudo de seus prontuários; descrição dos serviços, por sua observação; e entrevistas semiestruturadas com 50 de seus profissionais, acerca da rotina e do ideal de trabalho em saúde, percepções quanto à existência de casos, ofertas assistenciais ou seus obstáculos e representações sobre violência. Analisa-se o conteúdo das narrativas profissionais, usando-se os demais dados para caracterização de seus contextos assistenciais. Reiterando a literatura, violência foi quase sempre tida como problema relevante, mas fora dos escopos das intervenções profissionais. Relataram-se ações isoladas e em caráter pessoal. Medos e impotência profissional foram mencionados, mas nenhum aspecto positivo para eventual intervenção. Os profissionais mostraram parco conhecimento de serviços especializados de referência. Conclui-se que as dificuldades na aceitação de casos de violência deveriam ser trabalhadas em três dimensões: a estreita definição da competência profissional, excluindo a violência como objeto; a indefinição tecnológica do fazer profissional; e a ausência de apoios efetivos em seus serviços.