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‣ A mística da resistência: culturas, histórias e imaginários rebeldes nos movimentos sociais latino-americanos; The mysticism of the resistance: cultures, histories and imaginary rebels in the Latin American social movements

Vargas Netto, Sebastiao Leal Ferreira
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 31/08/2007 Português
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Esta tese analisa aspectos da cultura política de dois movimentos populares latinoamericanos: o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a guerrilha mexicana do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN). Conseqüente com o desafio intelectual de construir um conhecimento crítico e de situar a relação histórica entre luta e consciência social, decifrando no emaranhado de vontades da cena histórica as possibilidades e a eficácia da utopia camponesa e indígena gestada na adversidade de séculos de dominações e "resistências transformadoras", este estudo pretende verificar, pela análise das complexas tradições históricas e ideológicas desses movimentos, qual a relação da radicalidade da luta com fatores culturais diversos. Utilizando diversos suportes documentais e a observação da vida cotidiana, tento reconstituir e refletir sobre o processo de criação de uma "nova cultura política" que contribui para a emergência de projetos e atitudes políticas que "organizam a esperança e a rebeldia" articulando e mesclando modernidade e tradição. A partir de uma abordagem do imaginário político-ideológico (mas também utópico-poético) analiso e comparo os discursos e memórias, os princípios...

‣ O movimento zapatista e a educação: direitos humanos, igualdade e diferença.; The zapatista movement and education: human rights, equality and difference.

Santos, Juliana Silva dos
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 20/05/2008 Português
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Este trabalho tem como objetivo investigar a proposta de educação contida no discurso do movimento zapatista do estado mexicano de Chiapas, a partir da análise de documentos que tratam especificamente sobre esta questão e em outros nos quais se desenham seus princípios políticos mais gerais. Procura-se trabalhar com a tensão – característica do debate atual dos direitos humanos - entre a reivindicação por igualdade social e por direitos culturais dos povos indígenas, que está presente no zapatismo contemporâneo. Encontra-se a construção de uma educação autônoma, como parte do desenvolvimento de uma organização do território rebelde de Chiapas, que procura uma maneira própria de traduzir essa tensão entre igualdade e diferença e cujos objetivos seriam a construção coletiva de uma escola empenhada na mudança das condições de vida da sociedade em que vive.; This work has as objective to investigate the education proposal presents in the discourse of the zapatista movement of the mexican state of Chiapas, from the analysis of documents that deals specifically about this question and others in which is delineated yours political principles more generals. It is looked work with the tension - characteristic of the actual discussion of the rights of the man – between the demands for social equality and for cultural rights of the indigenous people...

‣ Elementos para uma teoria política kaiowá e guarani; Elements for a political theory of kaiowa and guarani

Pimentel, Spensy Kmitta
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 30/11/2012 Português
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O trabalho busca compor uma teoria etnográfica da política kaiowá, o que significa dizer que, a partir do trabalho de campo, elabora um modelo de compreensão dos movimentos coletivos desses indígenas de língua guarani e de suas formulações a esse respeito as quais, na tradução proposta aqui, corresponderiam, em parte, ao que nós, ocidentais, entendemos como política (estabelecendo, ainda, conexão com o que se vem denominando cosmopolítica). As formas políticas em análise aqui estão agrupadas em torno de três figuras de maior rendimento para a exposição: tendotá, johexakáry e aty. Por vezes, as formulações dizem respeito também aos Guarani de MS (falantes de ñandeva), uma vez que parte da pesquisa os alcança, e parte não. Para que sejam mais bem compreendidas, mostramos como essas formas podem ser postas em diálogo com relatos sobre diversas experiências políticas ameríndias, de grupos como os Tupinambá quinhentistas, os Iroqueses e os Maya de Chiapas, México. O trabalho também discute como a noção de redes sociais pode ajudar a repensar a versão canônica da história da região hoje habitada pelos Kaiowá e Guarani, o sul de Mato Grosso do Sul.; The work aims to compose an ethnographic theory of kaiowa politics...

‣ Para além do cachimbo de Magritte: messianismo e utopia na construção da figura do Subcomandante Marcos; Beyond Magritte's pipe: messianism and utopia in the construction of Subcomandante Marcos

Assis, Frederico Souza de Queiroz
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: application/pdf
Publicado em 10/09/2013 Português
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O trabalho tem o objetivo central de identificar como se construiu historicamente a figura do Subcomandante Marcos, na esteira do processo de formação do movimento zapatista em Chiapas. Marcos, cuja identidade era ocultada por si mesmo (embora o governo mexicano tenha declarado publicamente, em 1995, que ele era o professor Rafael Sebastián Guillén Vicente), é o principal porta-voz do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) e destaca-se como figura-símbolo do referido movimento. Diante disso, busca-se apresentar a importância chave do indivíduo para o movimento zapatista (no plano intelectual e político), bem como compreender como se deu a dissolução de sua própria individualidade no plano simbólico na medida em que Marcos pareceu encarnar o ideário revolucionário zapatista. A ênfase analítica, para tanto, recairá sobre os aspectos de messianismo inseridos nesse processo, assim como sobre os elementos que sinalizem em Marcos a representação da própria experiência utópica, para que então se compreenda as razões pela quais sua liderança pareceu ter uma dimensão sui generis. Tal análise, feita a partir do levantamento de fontes primárias e da revisão da literatura secundária, mostra-se necessária frente à constatação de que o zapatismo constituiu-se como um dos movimentos políticos mais relevantes da contemporaneidade. Assim...

‣ Abaixo e à esquerda: uma análise histórico-social da práxis do exército zapatista de libertação nacional

Hilsenbeck Filho, Alexander Maximilian
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: 247 f. : il. color.
Português
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Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Pós-graduação em Ciências Sociais - FFC; Pretende-se estudar o Exército Zapatista de Libertação Nacional, movimento indígena político-social armado, que irrompe na cena pública em primeiro de janeiro de 1994, no sudeste do México, Chiapas. Através da apreensão analítica das causas e motivações destes insurgentes, bem como do desenvolvimento de seu processo de luta e do seu projeto político, relacionar suas inovações no quadro da conflitualidade social, com vistas a realizar um quadro analítico que possibilite apontar o papel ocupado pelo zapatismo na luta social, bem como as possíveis limitações e superações que estas experiências trazem consigo para o pensamento e para os movimentos sociais.; It is intended to analyze the Zapatista Army of National Liberation, an indigenous social-political army based movement that bursts into the public scene in January first, 1994, in the southeast of México, at Chiapas. Through the analytical apprehension of the causes and motivations of these rebels, as well as the development of its struggle process and its political project, to list its innovations in the frame of the social conflicts, intending to do an analysis that makes possible to point the part played by zapatismo in the social struggle...

‣ Guerra e política nas comunidades zapatistas de Chiapas-México

Cisneros, Leandro Marcelo
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Tese de Doutorado Formato: 933 p.| il.
Português
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Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas, Florianópolis, 2014.; Este estudo sobre o fenômeno do Zapatismo no México indaga sobre o conteúdo de dignidade e rebeldia, na atitude de resistência no contexto de biopolítica. Perguntamo-nos se as ações políticas orientadas por essa atitude podem ser entendidas como a criação de outra maneira de fazer política. Este trabalho também é uma aproximação inicial a uma forma de construção de sociedade civil, reconhecendo sua dimensão estética, entendendo que há ações de criação política para o efetivo exercício e institucionalização de uma política emancipatória. Esse é o marco geral da nossa pesquisa, que apresenta no seu primeiro capítulo a análise das relações políticas entendidas pelo crivo da guerra, pontualmente, como as/os Zapatistas concebem, preparam, se organizam e deflagram uma guerra, mas pautada pela política. No segundo capítulo, ainda desenvolvemos o primeiro dos termos da relação, só que agora focando na guerra após janeiro de 1994, visando sua reconfiguração, sua mutação, não apenas do lado zapatista, frisando a redefinição que o governo e o Estado mexicanos propuseram...

‣ Vamos ao baile: gingas da comunicação e da participação no zapatismo

Figueiredo,Guilherme Gitahy de
Fonte: CEDEC Publicador: CEDEC
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 Português
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Entre 1983, ano em que foi criado como órgão das Forças de Libertação Nacional, até 1996, ano do I Encontro Intercontinental pela Humanidade e Contra o Neoliberalismo realizado em plena selva mexicana, o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) viveu uma lenta e decisiva transformação: de guerrilha clássica a movimento pacífico que constrói "um mundo onde caibam muitos mundos", por meio da invenção de mecanismos de participação e comunicação. Este texto analisa essas novas maneiras de fazer política que têm sido cultivadas nas relações entre o EZLN e a por ele denominada "sociedade civil", que são inúmeros grupos a ele associados por laços de comunicação e solidariedade.

‣ O Ciborgue Zapatista: tecendo a poética virtual de resistência no Chiapas cibernético

ABDEL-MONEIM,SARAH GRUSSING
Fonte: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Centro de Filosofia e Ciências Humanas e Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 Português
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A circulação global, entre 1994 e 2001, do neo-zapatismo e do ativismo solidário não-indígena como símbolos de resistência no ciber-espaço sugere a necessidade de novas formas de leitura dos movimentos sociais na era digital. Uma leitura feminista do binarismo local/global do espaço discursivo em torno da rebelião maia em Chiapas tanto afirma quanto contesta teorias predominantes pós-modernas sobre a relação entre corpo humano e tecnologias cibernéticas. Esse espaço híbrido transgride e confirma fronteiras entre ator/atriz e audiência, escritor/a e leitor/a, humano e máquina. A relação entre o teatro da resistência material na Zona de Conflito e o crescimento da resistência virtual no Ciber-Chiapas ilustra a natureza ciborgue material/tecnológica da rebelião de Chiapas.

‣ Análisis del Ejército Zapatista de Liberación Nacional como modelo de guerrilla estética, a la luz de la teoría de la resistencia planteada por Jacques Rancière

Caicedo Hinojos, Gustavo Adolfo
Fonte: Facultad de Ciencia Política y Gobierno Publicador: Facultad de Ciencia Política y Gobierno
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 19/06/2012 Português
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Justo ahora, cuando parece haberse agotado el entendimiento del zapatismo como movimiento revolucionario tradicional, esta monografía propone dar un doble salto mortal para destruir las barreras obsoletas de las teorías revolucionarias y aterrizar en lo que Rancière llama la Resistencia de los Sin Parte. El alarido bestial se transforma en palabra para sacudir las estructuras más íntimas del orden y actualizar la pésima partición de los lugares y las funciones comunes en la comunidad. Las partes mal contadas acceden a la palabra para reclamar una partición justa de lo común, e inscribir así las libertades como axiomas para el todo comunitario. Lo descolorido toma color, lo oculto es visto, lo incontado entra en el conteo de las partes, lo que no tiene rostro ni voz es ahora escuchado, las sombras adquieren cuerpos y los cuerpos adquieren vida. La resistencia por la incorporación cambió para siempre la política tradicional mexicana, al punto de que ésta ha dejado de llamarse como tal para quien escribió esta investigación. La palabra común, la imagen del líder Marcos, y los símbolos como el pasamontañas, hacen que la rebelión zapatista sea una rebelión desde y para los sin parte, una voz para incorporar a los sin voz: el rostro indefinido de una máscara que defiende con enjundia a los olvidados y los devuelve a la arena de los vistos. Chiapas habla...

‣ Incidencia de la diplomacia paralela implementada por el Ejército Zapatista de Liberación Nacional en la creación de redes transnacionales de apoyo (1996 - 2006)

Rojas Peña, Camila Andrea
Fonte: Facultad de Relaciones Internacionales Publicador: Facultad de Relaciones Internacionales
Tipo: info:eu-repo/semantics/bachelorThesis; info:eu-repo/semantics/acceptedVersion Formato: application/pdf
Publicado em 02/09/2013 Português
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El sistema internacional se encuentra en constante cambio y la globalización ha sido un factor protagonista en las ultimas décadas. El flujo de personas, de bienes y de información entre las fronteras de los países ha favorecido la interacción ya no solo entre actores estatales, sino también entre actores locales; lo que ha alterado también la forma en que se desarrollan los conflictos internos y externos de los países. El Ejercito Zapatista de Liberación Nacional se ha convertido en un hito de las relaciones internacionales al lograr que el conflicto chiapaneco permeara las fronteras nacionales y se creara todo un movimiento internacional de respaldo y apoyo a los militantes mexicanos. De esta forma la diplomacia paralela del EZLN se convierte en una herramienta fundamental que gracias a la globalización, a los medios de comunicación y a las nuevas tecnologias ha permitido la consolidación de una red transnacional de defensa en favor del zapatismo.

‣ Por mi voz habla el Ejército Zapatista de Liberación Nacional’ la evolución discursiva del zapatismo en las declaraciones de la selva lacandona, 1994-1996

Ortiz Pérez, Luisa
Fonte: Universidade do Rosário Publicador: Universidade do Rosário
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: application/pdf
Publicado em 18/02/2011 Português
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El propósito de este artículo es definir la naturaleza y el proceso evolutivo del discurso del EZLN (Ejército Zapatista de Liberación Nacional) en su etapa temprana de presencia pública, de 1994 a 1996. El análisis de discurso propuesto está enfocado en identificar los parámetros por medio de los cuales los zapatistas entablan diálogos con el gobierno mexicano y con la sociedad civil nacional e internacional, en el marco de su lucha de emancipación. Dichos parámetros son identificados mediante la lectura detallada de las cuatro Declaraciones de la Selva Lacandona, las cuales, concebidas por los zapatistas como sus instrumentos privilegiados de comunicación con la sociedad civil, pueden ayudarnos a identificar el terreno en el que establecen sus bases ideológicas y operativas, como movimiento político y percibir las diferentes forma de manifestación de su proyecto político e ideológico. La metodología utilizada para realizar una lectura detallada de estos textos está influida en gran medida por la propuesta heurística de Ernesto Laclau y Chantal Mouffe, sobre el análisis de luchas políticas que intentan cuestionar y desplazar poderes y discursos hegemónicos, en el ámbito de lo político y lo ideológico.---The purpose of this article is to define the EZLN (Zapatista Army of National Liberation) discourse...

‣ Metate. Periódico de la Facultad de Filosofía y Letras. Ciudad Universitaria. Año I. Número 3. Octubre de 2005

Facultad de Filosofía y Letras, Universidad Nacional Autónoma de México
Fonte: Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional Autónoma de México Publicador: Facultad de Filosofía y Letras. Universidad Nacional Autónoma de México
Tipo: Periodico
Português
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Ante los desastres naturales: solidaridad, Tatiana Sule, 1; Las pasiones del alma: tema de reflexión Roberto Villamil, 2; La mentira, instrumento de la violencia Marialba Pastor, 3; Simposio de filosofía y psicoalnálisis Lidia Vásquez Velasco, 4; Entrevista a Josefina Espinal Arrieta Rosario Orta y Concepción Rodríguez, 5; La cultura clásica y su tradición David Becerra Islas, 6; La Segunda Guerra Mundial en el siglo XXI Alberto Betancourt Posada, 7; Presencia internacional del Colegio de Literatura Dramática y Teatro Lech Hellwig- Górzynsky, 8; VII Jornadas Internacionales de Estudios Italianos Mariapia Lamberti, 9; El lugar de los afectos Federico Álvarez, 10; Los hermanos Cerezo: Presos de conciencia Francisco Cerezo Contreras, 11; Zapata y el zapatismo Adriana Mojica Figueroa, 12; Que nunca se cierre el telón José Luis Ibáñez, 13; Cincuenta años de magisterio de un hombre de teatro Ricardo García Arteaga, 14; Fiesta y teatralidad de la pastorela mexicana Beatriz Aracil, 15; Se fortalecen los estudios clásicos en México Héctor Adrián Granados de la Luz, 16; XVI Encuentro de Profesores y Estudiantes de Bibliotecología Marisa Rico Bocanegra, 17; El blues de Yoknapatawpha Laura Talavera, 18; Los estudiantes del buen café Mónica Hernández Rejón...

‣ La palabra andante

Navarro y Solares, Fernanda Sylvia
Fonte: Universidade Nacional Autônoma do México Publicador: Universidade Nacional Autônoma do México
Tipo: Libro
Português
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La Palabra andante es una compilación los textos aparecidos entre 1994 y 2001 en el periódico “Jornada Michoacana”. Estos artículos presentan diferentes puntos de vista políticos, sociales y culturales. Para su mejor y más sencillo manejo, se dividió el documento en secciones: Zapatismo, Lo indígena, Política Nacional, Política Internacional, Género e Historia; SECCIÓN I. LA PALABRA ANDANTE. ZAPATISMO; Un Aguascalientes zapatista se crea en España 1; “¡ROMPE EL SILENCIO EL EZLN” El primero de enero de 2003! 4; “Una primicia de ‘Don Durito de la Lacandona’” 9; LA CONSULTA ZAPATISTA un verdadero acontecimiento 11; ZAPATA Y EL ZAPATISMO, 80 AÑOS DESPUÉS “sigue sin alivio el grito de tierra y libertad” EZLN 16; ¿Qué pasa en Chiapas hoy? 18; “REBELDÍA”, Nueva Revista Zapatista 23; Escalada paramilitar en Chiapas. A pocos días del Informe 26; Con lluvia de comunicados el EZLN anuncia una Nueva Etapa 29; SECCIÓN II. LA PALABRA ANDANTE. LO INDÍGENA; Los foros del congreso de Michoacán en torno a la ley anti-indígena ; La ley que nació muerta y que mató...la esperanza.; Nace el Congreso Popular de Michoacán una organización de organizaciones. Golpe de muerte a La Ley Indígena en El Congreso de la Unión; A Desconocer la actual Reforma Constitucional sobre Derechos y Cultura indígenas.; SECCIÓN III. LA PALABRA ANDANTE. POLÍTICA NACIONAL; Cuentas y cuentos en torno al 6 de julio 1; ¿Qué entiende el Estado por “justicia”? 3; Mensaje oculto detrás de la negativa del Congreso de la Unión a que el E.Z.L.N. sea escuchado 2001 4; "México: este país de pólvora y de rosa" (para muestra...

‣ Mujeres indígenas chiapanecas pertenencias compartidas, dos modelos de futuro divergentes /

Lirón, Cristina
Fonte: [Barcelona] : Universitat Autònoma de Barcelona, Publicador: [Barcelona] : Universitat Autònoma de Barcelona,
Tipo: Tesis i dissertacions electròniques; info:eu-repo/semantics/doctoralThesis Formato: application/pdf
Publicado em //2013 Português
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Desde la década de los 70 se inician en el estado de Chiapas, México, una serie de movimientos populares y democratizadores vinculados con la lucha agraria y campesina. La culminación de toda esta estela social y popular es el alzamiento zapatista del 94. En las comunidades que participan del zapatismo y donde su discurso renovador y reivindicativo triunfa, surgen dinámicas de redefinición de las relaciones de género que no se dan en aquellas comunidades pro-gobierno, que rechazan el zapatismo y sus postulados y demandas. Bueno, empezar en la década de los 70 se fundamenta en la coincidencia con el inicio de diversos movimientos organizativos y cooperativistas campesinos, cuyas reivindicaciones cuestionan la estructura de poderes locales tradicionales y demandan nuevos espacios de participación económica y política. Es ineludible situar el alzamiento del EZLN como la culminación de ese proceso, en base a su estímulo e incentivación colectiva de los procesos de democratización y por las nuevas y progresivas demandas de género en el área donde triunfa el alzamiento. Partiendo de esto, la finalidad del proyecto era elaborar un análisis de la articulación dialéctica entre el dinamismo discursivo en torno a la mujer indígena chiapaneca y los distintos niveles de "praxis" (Ortner...

‣ We Are from Before, Yes, but We Are New: Autonomy, Territory, and the Production of New Subjects of Self-government in Zapatismo

Kaufman, Mara Catherine
Fonte: Universidade Duke Publicador: Universidade Duke
Tipo: Dissertação
Publicado em //2010 Português
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The 1994 Zapatista uprising in Chiapas, Mexico, created a rupture with a series of neoliberal policies implemented in Mexico and on a global scale over the last few decades of the 20th century. In a moment when alternatives to neoliberal global capitalism appeared to have disappeared from the world stage, the Zapatista Army for National Liberation (EZLN) initiated a movement and process that would have significance not only in Chiapas and for Mexico, but for many struggles and movements around the world that would come to identify with a kind of "alter-globalization" project. This dissertation examines the historical moment of neoliberal globalization, what the EZLN calls the "Fourth World War," the Zapatista initiative to construct an alternative political project, and the importance of this process of rupture and construction for our understanding of social organization, political participation, struggle and subjectivity.

Taking up theories of new forms of domination as dispersed forms of power operating through non- state institutions and a kind of participative subject in the public realm (following Raúl Zibechi and Stefano Harney), I argue that lines of antagonism can no longer be drawn between public and private, or state and non-state realms...

‣ Movimento Zapatista: entre a política das armas e as armas da política

Spinelli, Lucas Gebara
Fonte: Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas; Journal of Study and Research on the Americas Publicador: Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas; Journal of Study and Research on the Americas
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 07/12/2010 Português
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Esse artigo busca explorar as tensões entre legalidade e ilegalidade, aceitação e repressão dos movimentos sociais pelo Estado, a partir da análise da trajetória do zapatismo em suas relações com os representantes do governo mexicano, do sistema político e da sociedade civil. Utilizaremos a noção de política cultural dos movimentos sociais para pensar a atuação do movimento na sociedade civil; em seguida empregaremos a noção habermasiana de esfera pública em oposição ao Estado e ao Mercado, analisando os escritos do líder do EZLN sobre a esquerda institucional (partidária) e a disputa eleitoral e a sua delimitação em oposição ao sistema político. Em seguida faremos um breve levantamento da política de repressão oficial e paramilitar contra as comunidades indígenas e a militância zapatista e, por fim, terminamos por problematizar os limites da autonomia zapatista. Como complemento à noção de política cultural do movimento social, e crítica à normatividade da esfera pública habermasiana, defendemos um resgate da dimensão histórica e geográfica do poder do Estado e do Mercado, evidenciada pela repressão cirúrgica contra a autonomia política das comunidades zapatistas.

‣ Poéticas políticas del español: Algunas notas sobre imaginarios del idioma en Juan Gelman y los zapatistas

Dalmaroni,Miguel
Fonte: Olivar Publicador: Olivar
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2003 Português
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Se describen y analizan las proximidades y distancias entre imaginarios poéticos y críticos del idioma español y de su historia (el de Juan Gelman y el de la crítica subalternista) vinculados a las vanguardias literarias de la izquierda latinoamericana, y las prácticas discursivas del zapatismo en cuyo interior, a su vez, se establecen diferencias entre las de procedencia indígena y las firmadas por el Subcomandante Marcos.

‣ El arcoiris terrestre como universal posible desde el zapatismo

Luna,Diana Itzu
Fonte: División de Ciencias Sociales y Humanidades, UAM-Unidad Xochimilco Publicador: División de Ciencias Sociales y Humanidades, UAM-Unidad Xochimilco
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
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En este artículo retomamos como momento constitutivo para la sociedad en general, el proceso de 30 años del zapatismo, hoy territorializado en formas de organización, relación social y acción creativa, como parte de un proyecto político autonómico de vida. Intentamos hacer visible la recuperación, reconfiguración, resignificación y resistencia que articulan la expresión geográfica zapatista. Dicho proceso disputa la concepción territorial de control, dominación y sometimiento propia del Estado-nación quien viabiliza la dinámica de acumulación del capital corporativo; así como la democracia liberal moderna, su forma partidista y electoral. Al ser las personas comunes quienes practican "otra forma de hacer política"; ejercen e instituyen normas y acuerdos para impartir justicia y además llevan a cabo proyectos autogestivos como base material que contrarresta el desequilibrio de las familias, comunidades, poblados y regiones desde la salud, educación, vivienda, producción, comunicación. Esto hace posible la construcción de una sociedad con democracia, libertad y justicia "desde la forma de gobernarnos". El proceso se contextualiza en la Crisis Civilizatoria y IV Guerra Mundial, donde el ámbito político, cultural y económico dominante encuentra dificultades que ya no pueden ser resueltas dentro del marco en que operan. En este sentido...

‣ No me desilusioné del movimiento, me desesperé: Las paradojas de la militancia zapatista en tiempos de guerra

Aquino Moreschi,Alejandra
Fonte: Nueva Antropología A.C. Publicador: Nueva Antropología A.C.
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2013 Português
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El presente artículo se centra en la comprensión, desde una perspectiva biográfica y etnográfica de la experiencia de la militancia en las filas zapatistas, poniendo énfasis en el momento en que las bases abandonan sus actividades políticas militantes. Busca, a partir de casos concretos, dilucidar cuáles son las distintas lógicas en tensión al momento de la "salida" de un movimiento social. Si bien la militancia en el zapatismo se ha experimentado como una práctica política cotidiana esencialmente emancipadora, se ha tratado también de una militancia muy "costosa" en términos de riesgos, esfuerzos y recursos invertidos, lo que ha provocado la salida de algunas bases. Estas salidas se encuentran estrechamente relacionadas con una serie de lógicas de justificación tales como la fatiga, la desesperación, el agravio y la pérdida de sentido, las cuales aparecen en momentos de mucha presión, provocados por la guerra de baja intensidad, la cual, comprende acciones como la militarización y la paramilitarización de los municipios zapatistas, el ataque directo a las comunidades o municipios autónomos, el reparto de prebendas y programas gubernamentales entre las comunidades no-zapatistas, la negativa del Estado para cumplir con los acuerdos firmados en 1996...

‣ La reivindicación política de los conceptos de raza e indianidad en el zapatismo y neozapatismo

Héau-Lambert,Catherine; Rajchenberg S.,Enrique
Fonte: Universidad Nacional Autónoma de México, Instituto de Investigaciones Sociales Publicador: Universidad Nacional Autónoma de México, Instituto de Investigaciones Sociales
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 Português
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La idea de raza está indisolublemente vinculada a la institución de un poder colonial y neocolonial: constituye el modo privilegiado de clasificación y de diferenciación de las poblaciones oprimidas atribuyéndoles rasgos que designan una supuesta inferioridad natural respecto a las sociedades dominadoras. No obstante, sostenemos en este artículo, con base en el análisis de los movimientos zapatistas de principios de siglo XX y de finales de ese mismo siglo, es decir, el neozapatismo, que la idea de raza y su expresión concreta, la noción de indio, puede ser resignificada por los subalternos para construir una identidad que permite cohesionarlos para precisamente cuestionar las relaciones de poder y explotación justificadas por el racismo.